AVC agudo Flashcards

1
Q
  1. Por que a ultrassonografia com imagem dúplex colorida transcraniana (IDCT) tem se tornado o método indicado para a avaliação neurovascular urgente em comparação com o DTC?a) O IDCT é menos invasivo.
    b) O IDCT é mais barato.
    c) O IDCT possui maior capacidade de identificar segmentos arteriais e oclusões.
    d) O DTC não é adequado para o diagnóstico de AVC.
A
  1. Por que a ultrassonografia com imagem dúplex colorida transcraniana (IDCT) tem se tornado o método indicado para a avaliação neurovascular urgente em comparação com o DTC?a) O IDCT é menos invasivo.
    b) O IDCT é mais barato.
    c) O IDCT possui maior capacidade de identificar segmentos arteriais e oclusões.
    d) O DTC não é adequado para o diagnóstico de AVC.
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2
Q
  1. Descreva vantagens das técnicas de ultrassonografia em relação às técnicas angiográficas para avaliar o sistema vascular cerebral.
A

R: (1) Acessibilidade, (2) baixo custo, (3) alta confiabilidade em tempo real e (4) não invasiva demonstrando as informações sobre localização de uma oclusão ou estenose intracraniana e também sobre os aspectos dinâmicos da circulação cerebral mediante a monitorização contínua.

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3
Q
  1. Como é definida uma oclusão em Tandem e como é definida pelo DTC?
A

R: Lesões em tandem (do latim, par) são oclusões em mais de um local ao longo do trajeto da artéria, por exemplo uma estenose/oclusão na origem da ACI extracraniana concomitante com a oclusão da ACI intracraniana ou da ACM ipsolateral.
Para o diagnóstico por DTC utiliza-se a escala TIBI, encontrando oclusão de ACM associada a padrões de colateralização de fluxo e o estudo extracraniano para o diagnóstico de estenose grave ou oclusão da ACI. Há oclusão ou estenose maior que 70% da ACI no DTC detectando um padrão de onda anormal (TIBI 0 a 3) na ACM associado aos sinais de colateralização de fluxo (ACoA e ACoP, inversão de fuxo na ACA ipsolateral e na AO), aos sinais de FD e a um aumento compensatório da velocidade (aumento > 20% nas artérias contralaterais ou nas artérias do sistema vertebrobasilar).

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4
Q

Explique o que é “flow diversion” (diversão de fluxo) no contexto do diagnóstico de AVC isquêmico. Como o DTC pode detectar o flow diversion e qual é sua relevância clínica?

A

R: Na oclusão da ACM o fluxo é normalmente desviado da porção distal da artéria carótida interna (ACI) para artéria cerebral anterior (ACA). Esse desvio de fluxo (ACA flow diversion - ACA FD) pode ser detectado utilizando o DTC, que mostrará um aumento da velocidade média de fluxo na ACA ipsolateral em comparação com a ACA contralateral.

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5
Q

Descreva a escala TIBI na avaliação da fase aguda do AVC isquêmico.

A

R: Grau 0: Ausente - Ausência de sinais de fluxo.

Grau 1: Mínimo - VPS e duração variáveis. Ausência de VDf (fluxo reverberante é um padrão minimo)

**Grau 2**: Achatado - Aceleração sistólica atrasada ou achatada, de duração variável. VDf positiva. IP < 1,2

**Grau 3**: Reduzido - Aceleração sistólica normal. VDf positiva. Redução da VMF ≥ 30% comparada com o vaso contralateral.

**Grau 4**: Estenose - VMF > 80 cm/s e diferença > 30% comparada ao vaso contralateral. Se a diferença entre as velocidades é < 30%, observar sinais de turbulência.

**Grau 5**: Normal - Diferença com o lado controle < 30%. Espectro de onda similar em ambos os lados.
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6
Q

Explique os critérios de diagnóstico de uma oclusão proximal da artéria cerebral média (ACM) e como esses critérios podem ser aplicados na prática clínica.

A

R: Uma oclusão proximal da ACM é definida por um TIBI 0 ou 1 a 45-65mm de profundidade. Nesta mesma profundidade, um TIBI 2 ou 3 definiria uma oclusão distal.

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7
Q
  1. O que a escala TIBI ajuda a definir com precisão no diagnóstico de AVC isquêmico?a) A presença de fluxo nas artérias comunicantes anterior e posterior.
    b) O local da oclusão.
    c) A natureza dinâmica da recanalização arterial.
    d) A pressão arterial sistólica.
A
  1. O que a escala TIBI ajuda a definir com precisão no diagnóstico de AVC isquêmico?a) A presença de fluxo nas artérias comunicantes anterior e posterior.
    b) A localização da oclusão.
    c) A natureza dinâmica da recanalização arterial.
    d) A pressão arterial sistólica.
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8
Q
  1. Como é classificada uma oclusão distal de ACM de acordo com a escala TIBI?a) TIBI 0 ou 1.
    b) TIBI 2 ou 3.
    c) TIBI 4-5.
    d) TIBI 2-3.
A
  1. Como é classificada uma oclusão distal de ACM de acordo com a escala TIBI?a) TIBI 0 ou 1.
    b) TIBI 2 ou 3.
    c) TIBI 4-5.
    d) TIBI 2-3.
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9
Q

O que define a oclusão proximal da artéria cerebral média (ACM) a uma profundidade de insonação de 45 a 65 mm através da janela transtemporal?

a) A ausência de fluxo ou a presença de um fluxo mínimo residual.
b) Uma assimetria > 21% entre ambas ACMs avaliadas na mesma profundidade.
c) A presença de fluxo em ambas ACMs.
d) A presença de fluxo nas artérias comunicantes anterior e posterior.

A

O que define a oclusão proximal da artéria cerebral média (ACM) a uma profundidade de insonação de 45 a 65 mm através da janela transtemporal?

a) A ausência de fluxo ou a presença de um fluxo mínimo residual.
b) Uma assimetria > 21% entre ambas ACMs avaliadas na mesma profundidade.
c) A presença de fluxo em ambas ACMs.
d) A presença de fluxo nas artérias comunicantes anterior e posterior.

***A constatação de uma assimetria > 21% entre ambas ACMs avaliadas à mesma profundidade indicaria a existência de uma oclusão distal.***
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10
Q
  1. Qual é a principal referência utilizada para a quantificação das estenoses intracranianas no diagnóstico de AVC?a) Valores de pressão arterial sistólica.
    b) Velocidade média (VM) e Velocidade de pico sistólico (VPS) no estudo Doppler.
    c) Velocidade de pico sistólico (VPS) e Velocidade diastólica final (VDf) no estudo dúplex.
    d) Critérios definidos em consenso.
A
  1. Qual é a principal referência utilizada para a quantificação das estenoses intracranianas no diagnóstico de AVC?a) Valores de pressão arterial sistólica.
    b) Velocidade média (VM) e Velocidade de pico sistólico (VPS) no estudo Doppler.
    c) Velocidade de pico sistólico (VPS) e Velocidade diastólica final (VDf) no estudo dúplex.
    d) Critérios definidos em consenso.
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11
Q
  1. Qual é o principal achado na presença de uma reoclusão após a recanalização inicial no contexto do texto?a) Aumento igual ou maior que 1 grau na escala TIBI.
    b) Presença de microembolias refletindo a dissolução do trombo.
    c) Aumento igual ou maior que 30% na velocidade média do vaso insonado.
    d) Redução maior que 1 grau na escala TIBI após recanalização inicial.
A
  1. Qual é o principal achado na presença de uma reoclusão após a recanalização inicial no contexto do texto?a) Aumento igual ou maior que 1 grau na escala TIBI.
    b) Presença de microembolias refletindo a dissolução do trombo.
    c) Aumento igual ou maior que 30% na velocidade média do vaso insonado.
    d) Redução maior que 1 grau na escala TIBI após recanalização inicial.
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12
Q
  1. O que é considerado recanalização, de acordo com o texto?a) A ausência de microembolias.
    b) Uma diminuição no IP.
    c) Um aumento igual ou maior que 1 grau na escala TIBI.
    d) Redução de sinal no vaso insonado.
A
  1. O que é considerado recanalização, de acordo com o texto?a) A ausência de microembolias.
    b) Uma diminuição no IP.
    c) Um aumento igual ou maior que 1 grau na escala TIBI.
    d) Redução de sinal no vaso insonado.
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13
Q
  1. Qual é a principal finalidade da escala TIBI no contexto do AVC isquêmico agudo?a) Avaliar o grau de estenose intracraniana.
    b) Determinar o grau de recanalização.
    c) Localizar a oclusão de forma precisa.
    d) Medir a presença de microembolias.
A
  1. Qual é a principal finalidade da escala TIBI no contexto do AVC isquêmico agudo?a) Avaliar o grau de estenose intracraniana.
    b) Determinar o grau de recanalização.
    c) Localizar a oclusão de forma precisa.
    d) Medir a presença de microembolias.
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14
Q
  1. Explique como o Doppler transcraniano (DTC) pode fornecer dados prognósticos importantes na fase aguda do AVC. Quais fatores são considerados na avaliação do prognóstico?
A

R: Detectando uma reoclusão que da prognóstico igual ao de uma oclusão sem recanalização.

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15
Q
  1. Descreva os 04 aspectos considerados como indicativos de recanalização de acordo com os critérios do DTC.
A

R: Considera-se recanalização ao menos um dos seguintes aspectos:

  1. Aumento igual ou maior que 1 grau na escala TIBI;
  2. Presença de microembolias, que refletiriam a dissolução do trombo;
  3. Aumento igual ou maior que 30% na VM do vaso insonado;
  4. Aumento de sinal no vaso insonado.
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16
Q
  1. Qual é o principal achado na presença de reoclusão após a recanalização inicial?
A

R: O principal achado na presença de uma reoclusão é a redução maior que 1 grau na escala TIBI após recanalização inicial.

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17
Q
  1. Qual é o papel da ACA FD na colateralização lepto-meningea e no prognóstico do paciente após um AVC? Explique.
A

R: A ACA FD associou-se a uma melhor colateralização lepto-meningea e pode definir o grupo de pacientes que tem uma maior tolerância a oclusão da ACI e ACM e, potencialmente, uma área maior de penumbra isquêmica.

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18
Q
  1. Descreva os diferentes padrões de velocidade de trombólise.
A

R: A velocidade de trombólise pode ser classificada como:
Padrão súbito (normalização abrupta da velocidade de fluxo em poucos segundos após o início do bólus de tPA);
Padrão escalonado (melhoria progressiva da velocidade de fluxo com uma duração inferior a 30 min) e
Padrão lento (melhoria lenta da velocidade de fluxo com duração superior a 30 min).

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19
Q
  1. Como a recanalização espontânea se compara ao tratamento trombolítico em pacientes com AVC cardioembólico?a) A recanalização espontânea é mais eficaz.
    b) O tratamento trombolítico é mais eficaz.
    c) Ambos têm a mesma eficácia.
    d) A recanalização espontânea é mais rápida.
A
  1. Como a recanalização espontânea se compara ao tratamento trombolítico em pacientes com AVC cardioembólico?a) A recanalização espontânea é mais eficaz.
    b) O tratamento trombolítico é mais eficaz.
    c) Ambos têm a mesma eficácia.
    d) A recanalização espontânea é mais rápida.
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20
Q
  1. Por que a localização de uma oclusão arterial é importante na resposta ao tratamento trombolítico?a) Influencia o tipo de agente trombolítico usado.
    b) Indica o tamanho do trombo.
    c) Prediz de forma eficaz a resposta ao tratamento.
    d) Não tem impacto na eficácia do tratamento.
A
  1. Por que a localização de uma oclusão arterial é importante na resposta ao tratamento trombolítico?a) Influencia o tipo de agente trombolítico usado.
    b) Indica o tamanho do trombo.
    c) Prediz de forma eficaz a resposta ao tratamento.
    d) Não tem impacto na eficácia do tratamento.
21
Q
  1. Qual é a principal implicação do padrão de início súbito de recanalização?a) Indica embolia distal.
    b) Reflete uma melhoria gradual do fluxo.
    c) Sugere uma migração contínua do trombo.
    d) Representa um restabelecimento rápido e completo do fluxo arterial.
A
  1. Qual é a principal implicação do padrão de início súbito de recanalização?a) Indica embolia distal.
    b) Reflete uma melhoria gradual do fluxo.
    c) Sugere uma migração contínua do trombo.
    d) Representa um restabelecimento rápido e completo do fluxo arterial.
22
Q
  1. Como a velocidade de trombólise pode ser classificada?a) Padrão súbito, intermediária e lenta.
    b) Padrão súbito, escalonado e lento.
    c) Padrão súbito, gradual e intermitente.
    d) Padrão progressivo, rápido e estático.
A
  1. Como a velocidade de trombólise pode ser classificada?a) Padrão súbito, intermediária e lenta.
    b) Padrão súbito, escalonado e lento.
    c) Padrão súbito, gradual e intermitente.
    d) Padrão progressivo, rápido e estático.
23
Q
  1. O que é considerado fundamental em relação à recanalização no contexto do AVC isquêmico agudo?a) A velocidade de trombólise.
    b) A forma do vaso sanguíneo.
    c) O uso de contraste.
    d) O tamanho do trombo.
A
  1. O que é considerado fundamental em relação à recanalização no contexto do AVC isquêmico agudo?a) A velocidade de trombólise.
    b) A forma do vaso sanguíneo.
    c) O uso de contraste.
    d) O tamanho do trombo.
24
Q
  1. Discuta a importância do ajuste adequado entre frequência e intensidade do ultrassom na eficácia da sonotrombólise. Quais são os riscos associados a intensidades muito altas e muito baixas?
A

R: Quanto menor a frequência do US maior a penetração no crânio e maior a quantidade disponível de energia e quanto maior a intensidade maior o efeito trombolítico. Porém, altas intensidades se associam a vacuolização das células endoteliais, reoclusão arterial e lesões cutâneas relacionadas com o efeito térmico de altas intensidades (> 2 W/cm). Baixas frequências de US se associaram a um maior risco de hemorragia intracraniana sintomática. Assim, a recomendação atual é a utilização de alta frequência (1-2 MHz) e baixa intensidade de US (< 700 mW/cm2).

25
Q
  1. Explique os possíveis mecanismos pelos quais o ultrassom aprimora a trombólise.
A

R: Aumenta o transporte de tPA para o interior do trombo, cria um movimento de fluidos e forças de radiação que promovem uma maior circulação de tPA, aumentam a superfície de contato do trombo com a enzima. Pode aumentar a penetração do tPA no interior da rede de fibrina, melhorando a afinidade da droga, levando a maiores chances de ocorrer uma dissolução mais rápida e completa do trombo. A cavitação acústica, pode afetar diretamente a superfície do coágulo e aumentar a penetração de tPA no seu interior.

26
Q
  1. Qual é a recomendação atual em relação à frequência e intensidade do US para sonotrombólise?a) Frequência baixa e intensidade alta.
    b) Frequência alta e intensidade baixa.
    c) Frequência média e intensidade média.
    d) Não há recomendação específica.
A
  1. Qual é a recomendação atual em relação à frequência e intensidade do US para sonotrombólise?a) Frequência baixa e intensidade alta.
    b) Frequência alta e intensidade baixa.
    c) Frequência média e intensidade média.
    d) Não há recomendação específica.Alta frequência (1-2 MHz) e baixa intensidade de US (< 700 mW/cm2).
27
Q
  1. O que é a cavitação acústica e como ela pode afetar a sonotrombólise?a) Geração de ondas de pressão por ultrassom, sem impacto na trombólise.
    b) Criação de bolhas de gás que não afetam o coágulo.
    c) Formação de bolhas de gás que podem aumentar a penetração de tPA no coágulo.
    d) Mantendo a estrutura do polímero de fibrina.
A
  1. O que é a cavitação acústica e como ela pode afetar a sonotrombólise?a) Geração de ondas de pressão por ultrassom, sem impacto na trombólise.
    b) Criação de bolhas de gás que não afetam o coágulo.
    c) Formação de bolhas de gás que podem aumentar a penetração de tPA no coágulo.
    d) Mantendo a estrutura do polímero de fibrina.
28
Q
  1. Quais são os mecanismos relacionados ao aumento da trombólise pela sonotrombólise, de acordo com o texto?a) Efeitos térmicos do US.
    b) Maior resistência do trombo à tPA.
    c) Efeitos mecânicos do US.
    d) Lesão das células endoteliais.
A
  1. Quais são os mecanismos relacionados ao aumento da trombólise pela sonotrombólise, de acordo com o texto?a) Efeitos térmicos do US.
    b) Maior resistência do trombo à tPA.
    c) Efeitos mecânicos do US.
    d) Lesão das células endoteliais.
29
Q
  1. Quais características específicas da placa aterosclerótica intracraniana NÃO estão associadas a um risco mais elevado de eventos isquêmicos, conforme mencionado no texto?a) Conteúdo lipídico.
    b) Neovascularização.
    c) Calcificações na placa.
    d) Hemorragia intraplaca.
A
  1. Quais características específicas da placa aterosclerótica intracraniana NÃO estão associadas a um risco mais elevado de eventos isquêmicos, conforme mencionado no texto?a) Conteúdo lipídico.
    b) Neovascularização.
    c) Calcificações na placa.
    d) Hemorragia intraplaca.
30
Q
  1. Qual artéria intracraniana é a mais frequentemente envolvida na estenose intracraniana aterosclerótica?a) Artéria basilar.
    b) Artéria carótida interna.
    c) Artéria cerebral média.
    d) Artéria vertebral.
A
  1. Qual artéria intracraniana é a mais frequentemente envolvida na estenose intracraniana aterosclerótica?a) Artéria basilar.
    b) Artéria carótida interna.
    c) Artéria cerebral média.
    d) Artéria vertebral.
31
Q
    1. Por que a ultrassoanografia é uma escolha preferida para o diagnóstico de estenoses intracranianas em situações dinâmicas?a) Devido à sua alta acurácia.b) Por sua capacidade de avaliar vasos maiores.c) Pela produção de informações exclusivas, como a avaliação da reserva vasomotora cerebral.d) Devido à ausência de irradiação e baixo custo.
A
    1. Por que a ultrassoanografia é uma escolha preferida para o diagnóstico de estenoses intracranianas em situações dinâmicas?a) Devido à sua alta acurácia.b) Por sua capacidade de avaliar vasos maiores.c) Pela produção de informações exclusivas, como a avaliação da reserva vasomotora cerebral.d) Devido à ausência de irradiação e baixo custo.
32
Q

Explique por que a ultrassonografia é uma escolha valiosa para o diagnóstico de estenoses intracranianas em situações dinâmicas. Descreva os benefícios da ultrassonografia em comparação com outros métodos.

A

R: A US tem sua aquisição em tempo real, baixo custo, ausência de irradiação ou uso de contraste nefrotóxico e sua portabilidade. Essas características facilitam a repetição do exame em casos de patologias dinâmicas (p. ex., trombos frescos e vasoconstrição). Soma-se o fato de produzir informações de relevância clínica exclusivas, por meio do diagnóstico de embolia espontânea e da avaliação da resposta vascular no acoplamento fluxo-metabólico pela reserva vasomotora cerebral.

33
Q
  1. O que é o “fenômeno de Robin Hood reverso” em relação à vasorreatividade cerebral?a) Um aumento anormal da velocidade sanguínea no lado afetado de um vaso
    b) Uma diminuição paradoxal da velocidade sanguínea no lado afetado de um vaso
    c) Uma resposta normal à vasodilatação cerebral
    d) Uma condição de roubo intracraniano que ocorre na ausência de estenoses
A
  1. O que é o “fenômeno de Robin Hood reverso” em relação à vasorreatividade cerebral?a) Um aumento anormal da velocidade sanguínea no lado afetado de um vaso
    b) Uma diminuição paradoxal da velocidade sanguínea no lado afetado de um vaso
    c) Uma resposta normal à vasodilatação cerebral
    d) Uma condição de roubo intracraniano que ocorre na ausência de estenosesA forma mais prática de testar a vasorreatividade cerebral (teste de apneia) por vezes revela achados paradoxais, quando o lado afetado exibe diminuição da velocidade (em vez da resposta fisiológica de aumento) apesar de aumento em outros territórios vasculares próximos, caracterizando roubo intracraniano, conhecido como fenômeno de Robin Hood reverso, ou se associado a sintomas, síndrome de Robin Hood reversa.
34
Q

Além das alterações de velocidade, quais outras observações presentes nas estenoses, principalmente nas maiores que 70% são observadas em estenoses intracranianas.

A

R: Murmúrios musicais (se originam das vibrações regulares das paredes dos vasos [vórtices de von Kármán Street) vistsos no espectrograma, com distância equivalente acima e abaixo da linha de base, geralmente na sístole, mas podendo até ter uma linha contínua [sinal da corda paralela em espelho] unindo ciclos e apresentando tons musicais [choro do cisne, da gaivota, arrulhar de pombo], Aliasing (quando há imagem colorida associado ao exame de fluxo demonstrando encontro de cores não contíguas na escala de cores devido a elevada velocidade), Covibrações (sinais de baixa frequência e alta intensidade, não harmônicos, junto à linha de base, concentrados na sístole), Buracos Negros (visto no modo M como ausência de sinal, a cada sístole, devido à presença dos sinais de baixa intensidade (covibrações) no espectrograma.

35
Q
  1. Como a energia cinética é convertida na presença de estenose intracraniana, de acordo com a equação de Bernoulli?a) Em pressão sanguínea
    b) Em som e calor
    c) Em expansão da parede vascular
    d) Em fluxo turbulento
A
  1. Como a energia cinética é convertida na presença de estenose intracraniana, de acordo com a equação de Bernoulli?a) Em pressão sanguínea
    b) Em som e calor
    c) Em expansão da parede vascular
    d) Em fluxo turbulento
36
Q
  1. Qual é a função da curva de Spencer-Reid na avaliação das estenoses intracranianas?a) Medir a viscosidade do sangue
    b) Representar o fluxo de sangue no vaso sanguíneo
    c) Demonstrar a relação entre o diâmetro da luz do vaso e a velocidade do fluxo
    d) Avaliar a pressão sanguínea na região estenótica
A
  1. Qual é a função da curva de Spencer-Reid na avaliação das estenoses intracranianas?a) Medir a viscosidade do sangue
    b) Representar o fluxo de sangue no vaso sanguíneo
    c) Demonstrar a relação entre o diâmetro da luz do vaso e a velocidade do fluxo
    d) Avaliar a pressão sanguínea na região estenótica
37
Q
  1. Qual é o principal fator que determina a diferença de velocidades nos segmentos pré-estenótico, estenótico e pós-estenótico de um vaso insonado, de acordo com a equação de Bernoulli?a) Diferença de viscosidade do sangue
    b) Mudança no comprimento do vaso
    c) Variação na pressão sanguínea
    d) Alteração do raio do lúmen do vaso
A
  1. Qual é o principal fator que determina a diferença de velocidades nos segmentos pré-estenótico, estenótico e pós-estenótico de um vaso insonado, de acordo com a equação de Bernoulli?a) Diferença de viscosidade do sangue
    b) Mudança no comprimento do vaso
    c) Variação na pressão sanguínea
    d) Alteração do raio do lúmen do vaso

Equação de Bernouilli que trata sobre a conservação da energia, considerando que a soma de todas as formas de energia envolvidas deve permanecer constante.

38
Q
  1. Qual é o principal parâmetro relacionado a estenoses intracranianas que é destacado pelo princípio de Hagen-Poiseuille?a) Comprimento da lesão
    b) Viscosidade do sangue
    c) Variação pressórica
    d) Raio do lúmen
A
  1. Qual é o principal parâmetro relacionado a estenoses intracranianas que é destacado pelo princípio de Hagen-Poiseuille?a) Comprimento da lesão
    b) Viscosidade do sangue
    c) Variação pressórica
    d) Raio do lúmen
39
Q

Descreva a fórmula de Hagen-Poiseuille.

A

FS = π ⋅ (P1-P2) ⋅ R(4) / 8 ⋅ C ⋅ V

FS é o fluxo sanguíneo
P é a pressão
R é o raio
C é o comprimento
V é a viscosidade.

40
Q

Qual dos critérios secundários é particularmente relevante para identificar uma estenose de 50%-70% nas artérias intracranianas, de acordo com os princípios da curva de Spencer-Reid?

a) Assimetria da velocidade de fluxo sanguíneo

b) Elevação da VFSC segmentar

c) Quebra da hierarquia fisiológica

d) Presença de murmúrios musicais e turbulência do fluxo

A

Qual dos critérios secundários é particularmente relevante para identificar uma estenose de 50%-70% nas artérias intracranianas, de acordo com os princípios da curva de Spencer-Reid?

a) Assimetria da velocidade de fluxo sanguíneo

b) Elevação da VFSC segmentar

c) Quebra da hierarquia fisiológica

d) Presença de murmúrios musicais e turbulência do fluxo

41
Q

Descreva o que é a “curva de Spencer-Reid” e como ela pode ser usada na avaliação de estenoses intracranianas.

A

R: Os principais parâmetros avaliados na estenose intracraniana são relacionados com o fluxo, variação pressórica, raio da luz do vaso, comprimento da lesão, viscosidade sanguínea e com a resistência periférica. A curva de Spencer-Reid permite o melhor entendimento desta relação, e demonstra que com a redução de 50% da luz, a velocidade de pico sistólico é duplicada. Este aumento de velocidade compensa a dificuldade de entrega do mesmo volume de sangue até aproximadamente reduzir o diâmetro em 60% a 80%, quando, então, não é mais possível aumentar a velocidade e, com redução adicional da luz, esta velocidade começa a diminuir.

42
Q

Descreva os critérios secundários usados no diagnóstico de estenoses intracranianas.

A

R:

  1. Quebra da hierarquia fisiológica de velocidades (ACM ≥ ACA ≥ SIF ≥ ACP ≥ AB ≥ AV)
  2. Assimetria da velocidade de fluxo sanguíneo cerebral (VFSC) acima de 30% entre segmetos homólogos
  3. Duplicação da VFSC média com relação ao segmento proximal está associada a estenoses de 50%-70% e a triplicação da VFSC média com estenoses acima de 70%, de acordo com princípios da curva de Spencer-Reid.
  4. Sinais mecânicos do fluxo confinado (covibrações, murmúrios musicais e turbulência do fluxo).
  5. À montante (pré-estenose) com alterações do formato de onda (alta resistência), com a redução do VDf e elevação de IP.
  6. À jusante (pós-estenose) com reduções da aceleração sistólica (achatamento) e da velocidade de fluxo.
43
Q

O que é uma estenose funcional em relação às estenoses intracranianas?

a) Uma estenose causada por alterações anatômicas nos vasos
b) Uma estenose associada a covibrações e murmúrios musicais
c) Uma estenose que envolve o estreitamento progressivo dos vasos
d) Uma estenose em que um segmento é usado como colateral sem alterações anatômicas associadas

A

O que é uma estenose funcional em relação às estenoses intracranianas?

a) Uma estenose causada por alterações anatômicas nos vasos
b) Uma estenose associada a covibrações e murmúrios musicais
c) Uma estenose que envolve o estreitamento progressivo dos vasos
d) Uma estenose em que um segmento é usado como colateral sem alterações anatômicas associadas

44
Q

Explique a importância da análise dos segmentos pré-estenose e pós-estenose no diagnóstico de estenoses intracranianas. Quais são as alterações que podem ser observadas nesses segmentos?

A

R: Nos segmentos a montante (pré-estenose) são observadas alterações do formato de onda, sugerindo espectro de alta resistência, com a redução da VDf e elevação de IP. A jusante (pós-estenose) haverá reduções da aceleração sistólica (achatamento) e da VF. As alterações nos segmentos pré- e pós-estenóticos podem ser mínimas, não ocorrendo até 5 mm antes ou 10-15 mm após a estenose.

45
Q

Quais são alguns dos sinais mecânicos do fluxo confinado que podem ser observados em estenoses intracranianas?

a) Quebra da hierarquia fisiológica
b) Turbulência do fluxo e covibrações
c) Velocidade média de fluxo reduzida
d) Assimetria da velocidade de fluxo sanguíneo

A

Quais são alguns dos sinais mecânicos do fluxo confinado que podem ser observados em estenoses intracranianas?

a) Quebra da hierarquia fisiológica
b) Turbulência do fluxo e covibrações
c) Velocidade média de fluxo reduzida
d) Assimetria da velocidade de fluxo sanguíneo

46
Q

Qual critério sugere uma estenose de 50%-70% nas artérias intracranianas?

a) Duplicação da velocidade média de fluxo
b) Presença de covibrações e murmúrios musicais
c) Quebra da hierarquia fisiológica
d) Assimetria da velocidade de fluxo sanguíneo

A

Qual critério sugere uma estenose de 50%-70% nas artérias intracranianas?

a) Duplicação da velocidade média de fluxo
b) Presença de covibrações e murmúrios musicais
c) Quebra da hierarquia fisiológica
d) Assimetria da velocidade de fluxo sanguíneo

Elevação da VFSC segmentar em relação a segmento proximal do mesmo vaso, semelhante ao estudo de estenose extracraniana.
Todavia a duplicação da VMF com relação ao segmento proximal está associada a estenoses de 50%-70% e a triplicação da VMF com estenoses acima de 70%, de acordo com princípios da curva de Spencer-Reid.

47
Q

No contexto das estenoses intracranianas, qual é a hierarquia fisiológica das velocidades intracranianas, o que significa a quebra desta hierarguia?

A

R: ACM ≥ ACA ≥ SIF ≥ ACP ≥ AB ≥ AV. Significa que há estenose no vaso em que houve aumento de velocidade.

48
Q

No contexto das estenoses intracranianas, o que significa “quebra da hierarquia fisiológica” em relação aos segmentos usualmente insonados das artérias intracranianas?

a) A elevação da velocidade de fluxo sanguíneo em todos os segmentos
b) Uma variação de velocidade igual em todos os segmentos
c) Uma mudança na ordem de maiores velocidades entre os segmentos
d) Um aumento da viscosidade do sangue nos segmentos insonados

A

No contexto das estenoses intracranianas, o que significa “quebra da hierarquia fisiológica” em relação aos segmentos usualmente insonados das artérias intracranianas?

a) A elevação da velocidade de fluxo sanguíneo em todos os segmentos
b) Uma variação de velocidade igual em todos os segmentos
c) Uma mudança na ordem de maiores velocidades entre os segmentos
d) Um aumento da viscosidade do sangue nos segmentos insonados

49
Q

Qual é o principal parâmetro considerado no diagnóstico de estenoses intracranianas?

a) Velocidade de pico sistólica
b) Assimetria da velocidade de fluxo
c) Curva de Spencer-Reid
d) Velocidade média de fluxo

A

Qual é o principal parâmetro considerado no diagnóstico de estenoses intracranianas?

a) Velocidade de pico sistólica
b) Assimetria da velocidade de fluxo
c) Curva de Spencer-Reid
d) Velocidade média de fluxo