Complicações Pulmonares Supurativas Flashcards Preview

Infectologia > Complicações Pulmonares Supurativas > Flashcards

Flashcards in Complicações Pulmonares Supurativas Deck (24):
1

Abscesso pulmonar: agudo se...

< 1 mês

2

Abscesso pulmonar: ocorre por...

NECROSE PARENQUIMATOSA pós infecção bacteriana piogênica

3

Abscesso pulmonar: necrose

NÃO caseosa, CAVITÁRIA >2 cm, PURULENTA ± NÍVEL hidroaéreo

4

Abscesso pulmonar: etiologia

1) ANAERÓBIO


2) POLIMICROBIANA (AERÓBIOS)


3) ACTINOMICOSES

5

Abscesso pulmonar: etiologia ANAERÓBIA

Dça PERIODONTAL, BRONCOASPIRAÇÃO, ALCOOLISMO, DIST. DA DEGLUTIÇÃO

6

Abscesso pulmonar: etiologia POLIMICROBIANA/AERÓBIA

S. aureus: DROGAS EV, ENDOCARDITE TRICÚSPIDE


Klebsiella: ALCOOLISMO (sem alteração dentária), FRIEDLANDER ("pnm de lobo pesado)

7

Abscesso pulmonar: etiologia ACTINOMICÓTICA

Pnm que NÃO respeita os limites anatômicos.


FÍSTULA com a pele, EXPECTORAÇÃO de pequenos GRÃOS < 2mm

8

Abscesso pulmonar: clínica- ANAERÓBIO

Sintomas CRÔNICOS (>1 mês), febre VESPERTINA, expectoração de PUS FÉTIDO, dentes podres, etc


SEM critérios de gravidade imediata

9

Abscesso pulmonar: clínica- AERÓBIO

Evolui de uma PNM TÍPICA


Há critérios de GRAVIDADE e INTERNAÇÃO

10

Abscesso pulmonar: diagnóstico diferencial

TB cavitária, carcinoma, bronquiectasia, granulomatose de wegener, infarto pulmonar.

11

Abscesso pulmonar: diagn.

CLÍNICA + Labs (VHS) + RX TÓRAX ± TC de tórax

12

Abscesso pulmonar: tto clínico

CLINDA 600mg EV de 8 em 8 horas. Após defervescência, passar para 300mg VO de 6 em 6 horas por 4 a 6 semanas.

13

Abscesso pulmonar: tto cirúrgico

CX (lobectomia ou pneumectomia) se sem resposta ao tto ( sem defervescência pós 10 dias, sem melhora do rx em 3 meses, abscesso>6 cm, com empiema ou se suspeita de neo)

14

Empiema pleural: conceito

Líquido pleural PURULENTO em seu aspecto macroscópico ou quando são observadas BACTÉRIAS no gram

15

Empiema pleural: quase sempre associado à...

formação de SEPTOS e ao ESPESSAMENTO DA PLEURA

16

Empiema pleural: geralmente secundário a...

PNM bacteriana (65%)


outras: cx torácica, trauma, perfuração esofágica, etc

17

Empiema pleural: etiologia bacteriana

35-75% por ANAERÓBIOS com maioria POLImicrobiana


S. pneumoniae, klebsiella, s. aureus, s. pyogenes...

18

Empiema pleural: evolução clínica (3 fases)

1) EXSUDATIVA: acúmulo de neutrófilo e bactéria (PUS)


2) FIBROPURULENTA: empiema livre passa a ser SEPTADO


3) ORGANIZANTE: "carapaça fibrosa" faz ESPESSAMENTO da pleura

19

Empiema pleural: clinica geral

Redução do estado geral, febre persistente, leucocitose NEUTROFÍLICA (com desvio e não responsiva à atbo)

20

Empiema pleural: imagem

TC CONTRASTADA: melhor acurácia


"SPLIT SIGN": densidade líquida que capta contraste venoso entre duas pleuras

21

Empiema pleural: tto farmacológico

ATBO: amoxi+clavulanato, meropenem, cefalo de 3ª + clinda, cefalo de 3ª+metro+oxa, etc


* Manter até resposta clínica, radiológica e laboratorial. Pode ser necessário mais de 3 meses...

22

Empiema pleural: drenar se...

Líquido PURULENTO


+ no GRAM ou CULTURA


pH<7,2 ou Glicose <60


Derrame LOCULADO


Derrame>1/2 hemitórax


Espessamento da PARIETAL

23

Empiema pleural: método de drenagem

- Se empiema LIVRE, TORACOSTOMIA FECHADA EM SELO D'ÁGUA.


- Se LOCULADO, avaliar com TC. ESTREPTOQUINASE INTRAPLEURAL ou VIDEOTORACOSCOPIA ou TORACOTOMIA

24

Empiema pleural: se após drenagem, mantiver cavidade empiemática...

- DECORTICAÇÃO CX: se sinais de INFECÇÃO REFRATÁRIA ou DISPNÉIA caso o pulmão NÃO esteja destruído pelo processo infeccioso.


- DRENAGEM ABERTA PROLONGADA: escolha se ALTO risco cx ou se DESTRUIÇÃO parenquimatosa importante.