HPIM 297 - Doenca Diverticular E Disturbios Anorectais Comuns Flashcards Preview

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Flashcards in HPIM 297 - Doenca Diverticular E Disturbios Anorectais Comuns Deck (30):
0

Doença diverticular, sexo predominante?

Homens = mulheres
A única diferença e que tende a ocorrer mais cedo nos homens

1

% das pessoas exibem diverticulite pancolónica

Apenas 5%

2

causa mais comum de hematoquézia nos pacientes com >60 anos:

Doença diverticular

contudo apenas 20% dos pacientes com diverticulose terão hemorragia GI

3

Elevado risco hemorrágico na doença diverticular associado a:

HTA
Aterosclerose
Uso de AINEs regularmente

4

O risco de recorrência da hemorragia da doença diverticular durante a vida é de:

25%

5

Paciente HD estável + hemorragia maciça com suspeita de doença diverticular, avaliação e tratamento?

a angiografia mesentérica pode localizar o local da hemorragia e ocluir com sucesso o vaso sangrante com uma espiral em 80% dos casos

6

V/F
A hemorragia como resultado de diverticulose do cólon é mais frequentemente observada no CÓLON DIREITO

Verdadeiro

7

Pacientes com hemorragia presumível por diverticulose do cólon que requerem cirurgia emergente sem que tenha sido localizado o local da hemorragia, devem ser submetidos a:

COLECTOMIA ABDOMINAL TOTAL

8

Diverticulite aguda não complicada (75%) – caracteristicamente apresenta-se com:

febre,
anorexia,
Leucocitose
dor no QIE e
obstipação.

"FALDO"

9

Manifestações e % da doença diverticular complicada (25%)

Fístula (2%)
Estreitamento (5%)
Perfuração (10%)
Abcesso (16%)

"FEPA (por ordem de prevalência)"

10

Melhor método de diagnostico da diverticulite:

O diagnóstico de diverticulite é melhor realizado por TC:
•Divertículos no sigmóide
•Parede do cólon espessada >4mm
•Inflamação da gordura pericólica ± coleção de contraste ou fluido •16% abcesso abdominal

11

Uma neoplasia maligna no sigmoide pode ser mascarada por uma doença diverticular. Como descartar o dx?

deve realizar-se colonoscopia 6 semanas após uma diverticulite aguda.

12

Na doença diverticular complicada com formação de FÍSTULA, estas formam-se comummente para:

pele
vagina
bexiga.

13

DOENÇA DIVERTICULAR ASSINTOMÁTICA descoberta em estudos imagiológicos ou na altura da colonoscopia é melhor abordada por alterações dietéticas:

•Dieta enriquecida em fibras (30g/dia)
•Suplementos alimentares de fibras
•Cessação tabágica ( a incidência de doença diverticular complicada parece estar aumentada nos fumadores)
•(Evitar nozes) --> baseada em dados anedóticos

14

DOENÇA DIVERTICULAR NÃO COMPLICADA – ATB TX A LONGO PRAZO:

A rifaximina (ATB de largo espectro pouco absorvida), quando comparada às fibras, associa-se a menos 30% de frequência de sintomas recorrentes.

15

risco de perfuração durante episódios agudos de doença diverticular maior em doentes com:
Quantas vezes maior?

os pacientes imunodeprimidos, com insuficiência renal cronica ou com uma doença vascular do colagénio

recorrentes 5x maior

16

Tratamento HINCHEY I E II:

Drenagem percutânea seguida de resseção com anastomose cerca de 6 semanas depois

17

HINCHEY III tratamento:

•Procedimento de Hartmann ou anastomose primária com diversão proximal.

18

Hinchey tipo IV, tratamento:

•Procedimento de Hartmann

•Não deve ser realizada anastomose primária de nenhum tipo .

•Uma abordagem limitada associa-se a taxa de mortalidade menor.

19

Prolapso rectal, em que sexo e mais comum?

6x mais comum nas MULHERES que nos homens

Incidência com pico nas MULHERES >60 ANOS

20

Patologia muito associada a prolapso rectal nas crianças?

Fibrose cística
(20% das crianças com prolapso têm FC)

Todas as crianças que se apresentam com prolapso devem fazer um teste de cloro no suor

21

Característica imptt que distingue prolapso rectal de prolapso mucosa retal isolado (Doença hemorroidária):

Prolapso Rectal tem sulcos circunferenciais

Doença hemorroidadia tem sulcos radiais

22

Localização dos Abcessos anoretais:

40-50% perianais
20-25% isquioretais
2-5% interesfinctéricos
2,5% supraelevadores

23

A drenagem de abcessos deve ser realizada no bloco operatório sob anestesia, em doentes com:

ABCESSO COMPLICADO OU DIABÉTICO/IMUNOCOMPROMETIDO

Estes tem risco maior de desenvolver fasceíte necrotizante

24

% dos abcessos originarão uma fístula anal:

30 a 40%

25

Localização das fístulas anais (em relação com os esfíncteres anais):

70% interesfinctéricas
23% transesfinctéricas
5% supraesfinctéricas
2%extraesfinctéricas

26

REGRA DE GOODSALL:

uma fistula posterior externa entrará no canal anal na linha media posterior enquanto que uma fistula anterior entrará no canal anal na cripta mais próxima.
Uma fístula a >3cm da margem anal poderá ter um extensão complexa e não obedecer a esta regra

27

causa mais comum de hemorragia retal na infância:

Fissura anal

28

Fissura anal, sexo e idades:

H=M

Ocorre em todas as idades mas é mais comum entre a 3ª e 5ª década
(Idade e Como o abcesso)

29

Uma fissura que não se localiza em posição posterior (+++) ou anterior deve levantar suspeita de outras causas como:

Tuberculose,
Sífilis,
Doença de Crohn e
Malignidade