TRAUMA - RETROPÉ Flashcards

1
Q

EPIDEMIOLOGIA DA FRATURA DO PILÃO?

A

-HOMENS 35-40 ANOS
-EXPOSTA EM 5-6% (NOS TRAUMAS DE ALTA ENERGIA CHEGA A 12-56%)
-SCA É RARA
-LESÃO VASCULAR (0-5%): TA É A MAIS COMUM - ASSOCIAÇÃO OM FX EXPOSTA
-FRATURA NO TALUS É RARA, MAS LESÃO CONDRAL DO TALUS É COMUM

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2
Q

COMO ESTÃO OS LIGAMENTOS NA FX DO PILÃO?

A

GERALMENTE INTEGROS
O TALOFIBULAR PODE ROMPER NOS DESVIOS EM VAROCOM FIBULA INTEGRA

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3
Q

CLASSIFICAÇÃO DE FRATURAS DO PILÃO?

A

RUEDI E ALLGOWER
I-SEM DESVIO
II-DESVIADA
III-COMINUTA

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4
Q

CLASSIFICAÇÃO DE TCHERNE E GOETZEN PARA PARTES MOLES?

A

0-LESÃO INDIRETA COM LESÃO SIMPLES DAS PARTES MOLES
I-FRATURA SIMPLES OU MEDIA COM FRAGMENTO EXERCENDO PRESSÃO, CONTUÃO OU ABRASÃO SIMPLES
II-ABRSÃO PROFUNDA COM CONTAMINAÇÃO PROFUNDA; MAIOR CHANCE DE SCA
III-LESÃO EXTENSA, SCA, DESENLUVAMENTE, LESÃO VASCULAR OU FRATURAS SEVERAS

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5
Q

CLASSIFICAÇÃO DE TCHERNE E GOETZEN PARA PARTES MOLES?

A

0-LESÃO INDIRETA COM LESÃO SIMPLES DAS PARTES MOLES
I-FRATURA SIMPLES OU MEDIA COM FRAGMENTO EXERCENDO PRESSÃO, CONTUÃO OU ABRASÃO SIMPLES
II-ABRSÃO PROFUNDA COM CONTAMINAÇÃO PROFUNDA; MAIOR CHANCE DE SCA
III-LESÃO EXTENSA, SCA, DESENLUVAMENTE, LESÃO VASCULAR OU FRATURAS SEVERAS

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6
Q

FRAGMENTOS PRINCIPAIS NA FRATURA DO PILÃO?

A

POSTEROLATERAL(VOLKMAN)
ANTEROLATERAL(CHAPUT)
MALEOLO MEDIAL

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7
Q

QUANDO NÃO PRECISA ABORDAR A FIBULA NAS FRATURAS DO PILÃO?

A

-ENVELOPE DE TECIDOS MOLES LATERAL INSUFICIENTE
-COMINUIÇÃO DA FIBULA COM FX SIMPLES DA TIBIA
-PERDA OSSEA NA TIBIA QUE SERA TRATADA COM ENCURTAMENTO
-LESÕES EXTENSAS DE PARTES MOLES MEDIAIS EM QUE O ENCURTAMENTO DA FIBULA FACILITA O FECHAMENTO
-FX DA DIAFISE MEDIA OU PROXIMAL DA FIBULA

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8
Q

PRINCIPIOS DE RUEDI-ALLGOWER PARA TRAATAMENTO DO PILÃO?

A

-RESTAURAR COMPRIMIENTO DA FIBULA
-RECONTRUIR SUPERFICIE ARTICULAR DA TIBIA
-ENXERTO OSSEO PARA FALHAS METAFISÁRIAS
-FIXAÇÃO RIGIDA DO BLOCO ARTICULAR COM A DIAFISE (USUALMENTE PLACA MEDIAL)

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9
Q

TRATAMENTO NO PRIMEIRO MOMENTO DA FX DO PILÃO?

A

-FIXADOR EXTERNO COM OU SEM FIXAÇÃO INTERNA DA FIBULA( AUMENTA INFECÇÃO E COLAPSO TARDIO EM VARO)
-SE PARTES MOLES EM BOAS CONDIÇÕES PODE FAZER DEFINITIVO NUM PRIMEIRO MOMENTO, CASO CONTRARIO FAZ ESTAGIADO EM 2 TEMPOS

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10
Q

QUAL A DIFERENÇA EM FLICTENAS SEROSOS E HEMATICOS?

A

SEROSOS: TEM CELULAS EPIDERMCIAS, CICATRIZA MAIS RAPIDO
HEMATICOS: SEM CELULA SEPIDERMICAS
*AMBOS SAO DESCOLAMENTO DERMO-EPIDERMICO

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11
Q

A PARTIR DE QUAL CLASSIFICAÇÃO AO CONSIDERAMOS UMA FRATURA DO PILÃO DE FATO?

A

A PARTIR DE B2: SPLIT-DEPRESSÃO OU B3: DEPRESSÃO

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12
Q

COMO É FEITO A VIA ANTEROMEDIAL PARA PILÃO?

A

-MAIS UTILIZADA
-1CM LATERAL A CRISTA TIBIAL E NOTORNOZELO A INCISÃO SEGUE O TIBIAL ANTERIOR ATÉ O APICE DO MALEOLO MEDIAL
-NA VIA ANTEROMEDIAL MODIFICADA A DIFERENÇA É QUE NO TORNOZELO O ANGULO DA INCISÃO É MAIS AGUDA :105-110°(MAIOR RISCO DE NECROSE CUTANEA)
-MAIS RELACIONADA A NECROSE DE PELE (GAP VASCULAR ENTRE TA,TP E FIBULARES)

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13
Q

COMO E A VIA ANTEROLATERAL PARA PILÃO?

A

-EM LINHA COM O 4°RAIO
-RODANDO O FRAGMENTO DE CHAPUT PERMITE BOA VISUALIZAÇÃO DA PORÇÃO CENTRAL E POSTERIOR
-NÃO PODE ESTENDER MAIS DO QUE 7 CM PROXIMAL
-ENTRE O ELD E O FIBULAR TERCEIRO

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14
Q

COMO É A VIA POSTEROLATERAL PARA PILÃO?

A

-INCISÃO ENTRE O T. CALCANEO E A FIBULA
-VAI ENTRE O FLH E OS FIBULARES
-USADO EM FRATURAS COM DISSOCIAÇÃO DO FRAGMENTO DE VOLKMANN
-NÃO É BOM PARA FRATURAS MUITO COMINUTAS

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15
Q

COMO É A VIA POSTERO-MEDIAL PARA PILÃO?

A

-INCISÃO ENTRE A TIBIA E O T.CALCANEO
-NECESSÁRIO INCISAR A FASCIA DO FLH
-A VIA VAI ENTRE O FLD E FLH
-SE MOBILIZAR O FLH A PARTIR DO FEIXE, VAI EXPOR A AREA MAIS MEDIAL DA ARTICULAÇÃO

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16
Q

COMPLICAÇÕES DA FRATURA DO PILÃO?

A

-INFECÇÃO/NECROSE SUPERFICIAL DA PELE (+COMUM POS RAFI: 5-17%)
-INFECÇÃO PROFUNDA: MAIS RELACIONADO A LESÃO DE PARTES MOLES QUE AO TRAÇO DE FRATURA
-OSTEOMIELITE
-NÃO UNÃO
-CONSOLIDAÇÃO VICIOSA: VARO E EXTENSÃO
-ARTRITE POS TRAUMATICA: TARDIA (>5 ANOS)

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17
Q

NO DESVIO POSTERO-MEDIAL QUAL O RISCO DE LESÃO NEUROLOGICA?

A

NERVO FIBULAR SUPERFIIAL E PROFUNDO

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18
Q

EPIDEMIOLOGIA DA FRATURA DO TALUS?

A
  • 2% DAS FX DOS MMII
  • 2 MAIS COMUM DO RETROPÉ (PERDE PARA O CALCANEO)
    -59% TEM LESÕES ASSOCIADAS IPSILATERAIS
    -CURVA TIPO C (HOMENS JOVENS)
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19
Q

QUAL O MECANISMO DE TRAUMA DA FRATURA DO COLO DO TALUS?

A

-HIPERDORSIFLEXÃO + CARGA AXIAL:
1-ROMPE CAPSULA POSTERIOR DA SUBTALAR
2-O TALUS IMPACTA DA NA FACE ANTERIOR DA TIBIA (FX GRAU 1)
3- COM A CONTINUIÇÃO DA CARGA A SUBTALAR LUXA E O CALCANEO VAI PARA ANTERIOR (FX GRAU 2)
4- SE O PÉ INVERTER OCORRE LUXAÇÃO MEDIAL
5- SE A FORÇA CONTINUA A O TALUS SAI DA PINÇA E VAI PARA POSTERO-MEDIAL (FX GRAU III)
*FX GERALMENTE OCORRE ENTRE A FACETA MEDIA E A POSTERIOR DA SUBTALAR

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20
Q

MECANISMO DE TRAUMA DA FX DO CORPO DO TALUS?

A
  • CARGA AXIAL ENTRE O PILÃOE O CALCANEO
    -CARGA AXIAL QUANDO O TALUS TA SUBLUXADO PARA ANTERIOR
    -ASSOCIAÇÃO COM FX DO COLO EM 40%
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21
Q

MECANISMO DE TRAUMA DA FX DA CABEÇA DO TALUS?

A

FORÇAS COMPRESSIVAS NA ARTICULAÇÃO TALONAVICULAR (EVERSÃO +DORSIFLEXÃO OU INVERSÃO +FLEXÃO PLANTAR)

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22
Q

MECANISMO DE TRAUMA PARA FX DO PROCESSO LATERAL DO TALUX? (FX DO SNOWBOARDER)

A

-AXIAL + DORSIFLEXÃO + EVERSÃO
-AXIAL + DORSIFLEXÃO + ROTAÇÃO EXTERNA + INVERSÃ DO PÉ

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23
Q

CLASSIFICAÇÃO PARA FX DO PROCESSO LATERAL DO TALUS?

A

HAWKINS:
1- SIMPLES
2-COMINUTA
3-AVULSÃO

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24
Q

MECANISMO DE TRAUMA DA FX DOS PROCESSOS POSTERIORES DO TALUS?

A

AXIAL + FLEXÃO PLANTAR ACENTUADA
-LATERAL (SHEPHERD):EVERSÃO CAUSA TRAÇÃO DO LTFP
-MEDIAL (CEDELL): DORSIFLEXÃO + PRONAÇÃO CAUSANDO AVULSÃO PELO LTTP
-FX POR ESTRESSE: ESPORTES DE CHUTES OU DANÇA

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25
Q

PRINCIPAL DIAGNOSTICO DIFERENCIAL DA FX DO PROCESSO POSTERIOR DO TALUS?

A

OS TRIGONUN: FALHA NA FUSÃO DO TUBERCULO LATERAL
-PRESENTE EM 50% DOS PÉS NORMAIS
-QUANDO FUNDIDO CHAMA-SE PROCESSO DE STIEDA

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26
Q

FX ASSOCIADA MAIS COMUM COM A FX DO TALUS?

A

MALEOLARES (MEDIAL É MAIS COMUM PELO DESVIO POSTEROMEDIAL DO TALUS)
-CALCANEO É 2 MAIS COMUM

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27
Q

COMO É FEITA A INCIDÊNCIA DE CANALE KELLY

A

VISUALIZAÇÃO DO COLO:
-PRONAÇÃO 15° + RAIOS A 75°COM A HORIZONTAL

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28
Q

O QUA É O SINAL DE HAWKINS?

A

OSTEOPENIA SUBCONDRAL QUE SURGE ENTRE 6-8 SEMANAS NO DOMUS TALAR E INDICA BOM PROGNOSTICO

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29
Q

O QUE É O SINAL DO V NO RX PERFIL DO PÉ?

A

SUGESTIVO DE FX DO PROCESSO LATERAL DO TALUS

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30
Q

CLASSIFICAÇÃO AO PARA FX DO TALUS?

A

81:
.1: CORPO (A:AVULSÃO /B: PARCIAL / C:COMPLETA)
.2:COLO (A:SEM DESVIO /B: LX SUBTALAR / C: LX TORNOZELO / D: LX TALONAVICULAR)
.3: CABEÇA (A:AVULSÃO /B: PARCIAL / C:COMPLETA)

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31
Q

CLASSIFICAÇÃO DE HAWKINS PARA FX DO COLO DO TALUS?

A

I-SEM DESVIO
II- LX DA SUBTALAR (A-SUBLUXADA / B:LUXADA)
III-INCONGRUENCIA SUBTALAR + TIBIOTALAR
IV-INCONGRUENCIA SUBTALAR + TIBIOTALAR + TALONAVICULAR (50% SÃO FX-LX EXPOSTAS)

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32
Q

INDICAÇÃO DE CIRURGIA NAS FX DO TALUS?

A

-DESVIADAS >2MM
-INCONGRUENCIA OU INSTABILIDADE
-FRAGMENTO >1-2 CM DO PROCESSO LATERAL DO TALUS

33
Q

COMO É FEITA A REDUÇÃO FECHADA DO TALUS?

A

JOELHO + QUADRIL FLETIDO + FLEXÃO PLANTAR + CORRIGIR VARO OU VALGO

34
Q

TRATAMENTO CIRURGICO DO PROCESSO LATERAL DO TALUS?

A

-FRAGMENTO PEQUENOS: CARGA ZERO POR 6 SEMANAS + CARGA PROTEGIDA COM EXERCICIOS DE ADM
-FRAGMENTO GRANDES SEM COMINUIÇÃO: PARAFUSOS MINI-MICRO
-FRAGMENTO GRANDES E COMINUTOS: EXCISÃO OU PLACA MINI-MICRO PELA VIA DO SEIO DO TARSO (PONTA DO ML EM LINHA COM 4 RAIO)

35
Q

TRATAMENTO CIRURGICO DA CEBÇA DO TALUS?

A

SEM DESVIO: CONSERVA COM CARGA ZERO POR 12 SEMANAS
-FRAGMENTOS PEQUENOS:EXCISÃO
-FRAGMENTOS GRANDES: 2 INCISÕES - MEDIAL (ENTRE O TA E O TP INDO COLO DO TALUS ATE O NAVICULAR) E LATERAL (EM LINHA COM A DIAFISE DO 4 MTT E DISTAL AO SEIO DO TARSO) E FAZ PLACA OU PARAFUSO DE MINI-MICRO A DEPENDER DA COMINUIÇÃO

36
Q

TRATAMENTO DO COLO DO TALUS?

A

I - CARGA ZERO POR 10-12 SEMANAS
II/III/IV: REDUÇÃO FECHADA COM URGENCIA COM PACIENTE SEDADO + IMOBILIZAÇÃO EM FLEXÃO PLANTAR
*CHECAR REDUÇÃO COM CANALE
-SE NÃO REDUZIU FECHADO USA DISTRATOR OU FIXADOR EXTERNO PARA FAZER DISTRAÇÃO
-SE NÃO REDUZIU COM DISTRATOR: REDUÇÃO ABERTA (2 INCISÕES COM DISTANCIA DE 5-7CM ENTRE ELAS)
-VIA MEDIAL:DA PONTA DO MM(MEDIAL AO TA) ATÉ ARTICULAÇÃO NAVICULO-CUNEIFORME
-VIA LATERAL: CANTO ANTERO-LATERAL DO TORNOZELO ATÉ 4 MTT

37
Q

PRINCIPICAL CONSOLIDAÇÃO VICIOSA DA FX DO COLO DO TALUS?

A

-DORSIFLEXÃO + VARO + ADUÇÃO DO ANTEPÉ QUE SE NÃO CORRIGIDO LEVA A UM CAVO RIGIDO DO RETROPÉ

38
Q

QUAIS AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DE FAZER O PARAFUSO DE ANTERIOR PARA POSTERIOR NO COLO DO TALUS?

A

VANTAGENS:MENOS DANO A CARTILAGEM, PERMITE VISUALIZAÇÃO DIRETA, PERMITE PARAFUSO DE TRAÇÃO
DESVANTAGENS:DIFICIL POSICIONAR PERPENDICULAR A FX, MENOS FORÇA, COMPRESSÃO INAPROPRIADA PODE CAUSAR VARO

39
Q

QUAL PECULIARIDADE NA VIA PARA FIXAÇÃO DO CORPO DO TALUS?

A

PODE SER NECESSÁRIO OSTEOTOMIA DO MALEOLO MEDIAL

40
Q

CUIDADOS POS OP NAS FX DO TALUS?

A

GESSO EM NEUTRO COM CARGA ZERO POR 2 SEMANAS DEPOIS TROCA POR ROBOFOOT E INCIIAR EXERCICIOS DE ADM E MANTEM CARGA ZERO ATÉ COMPLETAR 10-12 SEMANAS

41
Q

QUAL RISCO DE NAV NAS FX DO COLO DO TALUS?

A

GERALMENTE OCORREM APÓS 12 SEMANAS:
I - 0%
II - 50%
IIA - 0%
IIB:25%
III:91% (75% NO RW)
IV:75% NO RW

42
Q

COMPLICAÇÕES DA FX DO TALUS?

A

-PSEUDOARTROSE: APÓS 6 MESES (0-4%)
-CONSOLIDAÇÃO VICIOSA (MAIORES TAXAS NOS TRATAMENTOS CONSERVADORES)
VARO: + COMUM, ANTEPÉ SUPINADO E SOBRECARGA NA FACE LATERAL
-ARTRITE POS TRAUMARTICA(46-97% POS FX DO COLO) - MELHOR TTM É O ENXERTO COM CABEÇA FEMORAL E HASTE DE FUSÃO DO RETROPE

43
Q

QUAL O PROCEDIMENTO E QUANDO É USADO?

A

ARTRODESE DE BLAIR( RESSECÇÃO DA PARTE AVASCULAR + ENXERTO CORTICO ESPONJOSO + ARTRODESE TIBIOTALAR)
OSTEOARTROSE COM COLAPSO DO CORPO DO TALUS

44
Q

QUAL A LUXAÇÃO SUBTALAR + COMUM?

A

MEDIAL(75%) - AXIAL + INVERSÃO (TRAUMAS DE BAIXA ENERGIA)

LATERAL:TRAUMA AXIAL + EVERSÃO CAUSANDO LESÃO DOS LIGAMENTOS TALOCALCANEO E TALONAVICULAR; CALCANEONAVICULAR INTACTO (TRAUMAS DE ALTA ENERGIA)

45
Q

QUAIS ESTRUTURAS PODEM INTERPOR E DIFICULTAREM A REDUÇÃO DAS LX SUBTALARES?

A

MEDIAL: FIBULARES;RETINACULOS DOS EXTENSORES; ECD
LATERAL:TP,FLH E FLD

46
Q

COMO ESTÁ O RX NAS LX SUBTALARES?

A

LATERAIS:CABEÇA INFERIOR AO NAVICULAR E NAVICULAR LATERALIZADO NO PERFIL
MEDIAL:CABEÇA DO TALUS SUPERIOR AO NAVICULAR

47
Q

COMO É A CLINICA DA LUXAÇÃO SUBTALAR?

A

MEDIAL:CALCANEO E RESTANTE DO PÉ MEDIALIZAM E CABEÇA DORSOLATERAL (PÉ TORTO ADQUIRIDO)

LATERAL:CALCANEO E ORESTO DO PÉ PARA LATERAL E CABEÇA DO TALUS DORSOMEDIAL (PÉ PLANO ADQUIRIDO)

48
Q

TRATAMENTO DA LX SUBTALAR?

A

-REDUÇÃO FECHADA COM SEDAÇÃO + IMOBILIZAÇÃO POR 2 SEMANAS
-SE IRREDUTIVEL TEM QUE REDUZIR FECHADO (LATERAIS)

49
Q

EPIDEMIOLOGIA DA FRATURA DO CALCANEO?

A

-OSSO + FRATURADO DO TARSO
-HOMENS ENTRE A 3 E 5 DECADA DE VIDA
-3-8% BLT E 3-10% EXPOSTAS (EXOPOSIÇÃO MEDIAL)
-20-50% TEM LESÃO ASSOCIADA (MEMBRO IPSILATERAL > COLUNA)
-20% ALCOOLIZADOS
-10-50% ASSOCIADO A SCA
-70% INTRA-ARTICULAR E DESVIADA

50
Q

ETIOLOGIA DAS LINHAS DE FRATURAS DO CALCANEO?

A

-O PRIMEIRO TRAÇO COMEÇA NA PAREDE LATERAL E DIVIDE O CALCANEO EM ANTEROMEDIAL E POSTEROLATERAL
-SE OTRAÇO INVADE O ANGULO DE GISSANE: FRATURA EM LINGUA (15%)
-SE O TRAÇO DE FRATURA SAI SUPERIOR E DIRETAMENTE POSTERIOR A FACE ARTICULAR POSTERIOR CRIANDO UM FRAGMENTO ANTERO-LATERAL: DEPRESSÃO ARTICULAR

51
Q

O QUE É O SINAL DE MONDOR?

A

EQUIMOSE PLANTAR NA FX DO CALCANEO

52
Q

COMO É FEITA A INCIDÊNCIA DE BRODEN E PRA QUE SERVE?

A

PÉ EM FLEXÃO NEUTRA + ROTAÇÃO INTERNA DE 45° O RAIO VAI INCLINANDO CRANIALMENTE DE 10°(FACETA POSTERIOR) A 40° (FACETA ANTERIOR)
É UMA INCIDÊNCIA BOA PARA VER A FACETA POSTERIOR

53
Q

QUAL O ANGULO? COMO MEDE? O VALOR NORMAL? E QUANDO ALTERA?

A

ANGULO DE BOHLER (25-40°):
PROCESSO ANTERIOR A FACETA POSTERIOR E DA FACETA POSTERIOR E AO PONTO MAIS ALTO DA TUBEROSIDADE . ELE DIMINUI NA SFRATURAS INTRA-ARTICULARES DO CALCANEO (NAS FRATURAS PARCIAIS DA FACETA POSTERIOR NÃO DIMINUI - SINAL DA DUPLA DENSIDADE)

54
Q

QUAL O ANGULO? COMO MEDE? O VALOR NORMAL? E QUANDO ALTERA?

A

ANGULO DE GISSANE
MEDIDO DA FACETA POSTERIOR AO PROCESSO ANTERIOR (VR:130-145). NAS FRATURAS INTRA-ARTICULARES ELE AUMENTA

55
Q

QUAL O SINAL?

A

SINAL DO DUPLO CONTORNO NA FACETA POSTERIOR (DEPRESSÃO ARTICULAR APENAS LATERAL)

56
Q

COMO É FEITO O AXIAL DE HARRIS?

A

45° CEFALICO

57
Q

CLASSIFICAÇÃO DE ESSEX-LOPRESTI ARA FX DO CALCANEO?

A

-LINGUA: FACETA ARTICULAR UNIDA NA TUBEROSIDADE
-DEPRESSÃO:TRAÇO DE FX ENTRE A FACETA E A TUBEROSIDADE

58
Q

CLASSIFICAÇÃO DE SANDERS PARA FX DO CALCANEO?

A

FEITA COM O PÉ EM POSIÇÃO SEMICORONAL:
I-SEM DESVIO
II-1 TRAÇO COM 2 FRAGMENTOS
III-2 TRAÇOS COM 3 FRAGMENTOS
IV-3 TRAÇOS COM 4 FRAGMENTOS OU MAIS
A-LATERAL
B-CENTRAL
C-MEDIAL(SUSTENTACULO)

59
Q

PELA CLASSIFICAÇÃO DE SANDERS COMO CLASSIFICA A FX EM LINGUA VERDADEIRA E A LINGUA INTRA-ARTICULAR?

A

VERDADEIRA:2C
INTRA-ARTICULAR:2B

60
Q
A

2C

61
Q
A

2A

62
Q
A

2B

63
Q
A

2AC

64
Q
A

2AB

65
Q
A

2BC

66
Q

CLASSIFICAÇÃO PARA FX EXTRA-ARTICULARES DO CALCANEO?

A

BEAVIS:
I-AVULSÃO DA CASCA DA TUBEROSIDADE(INSERÇÃO T.CALCANEO)
II-FX EM LINGUA
III-AVULSÃO VERDADEIRA DO T.CALCANEO(RELACIONADAS A CHARCOT - 3B)

67
Q

CLASSIFICAÇÃO DE SOEUR E REMY PARA FX DO CALCANEO?

A

RADIOGRAFICA LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO O TRAÇO NA FACETA POSTERIOR:
I-CISALHAMENTO DO SEIO DO TARSO ATE A FACE PLANTAR DO CALCANEO
II-CISALHAMENTO E COMPRESSÃO COM 2 TRAÇOS DE FX - FRAGMENTO SEMILUNAR
III-COMINUTA (MENOS COMUM)

68
Q

COMO É FEITO A CLASSIFICAÇÃO DE ZWIPP PARA FX DO CALCANEO?

A

SISTEMA DE PONTOS QUE VAI DE 0-12 E AVALIA RX AP,PERFIL, BRODEN E AXIAL; AVALIA CORTE AXIAL E CORONAL DA TC.
VAI PONTUAR COM BASE NA QUANTIDADE DE FRAGMENTOS, FACETAS ACOMETIDAS E SE TEM OU NAO FX EXPOSTA

69
Q

QUAIS OS FRAGMENTOS CLASSICOS NA FX DO CALCANEO?

A

-ANTEROLATERAL: ARTICULAÇÃO CALCANEO CUBOIDEA
-ANTERIOR PRINCIPAL: PROCESSO ANTERIOR E PORÇAO ANTERIOR DO SUSTENTACULO
-POSTERIOR PRINCIPAL:TUBEROSIDADE POSTERIOR
-SUPERIOR MEDIAL:FRAGMENTO CONSTANTE DO SUSTENTACULO E PERMANECE LIGADO AO TALUS PELO LIG.DELTOIDE
-SUPERIOR LATERAL:POSRÇÃO LATERAL DA FACETA POSTERIOR
-FRAGMENTO LINGUA:SUPEROLATERAL CONECTADO A TUBEROSIDADE JUNTO COM A INSERÇÃO DO T.CALCANEO

70
Q

PECULIARIDADE DA FX DO PROCESSO ANTERIOR DO CALCANEO?

A

-MAIS COMUM EM MULHERES
-DORSIFLEXÃO + EVERSÃO OU AVULSÃO DO LIGAMENTO BIFURCADO
-FORTE ASSOCIAÇÃO COM COALIZÃO NÃO DX (CALCANEO NAVICULAR)

71
Q

CLASSIFICAÇÃO PARA FX DO PROCESSO ANTERIOR DO CALCANEO?

A

DEGAN E MORRAY:
I-SEM DESVIO
II-DESVIO,POREM SEM ACOMETER CALCANEOCUBOIDEA
III-DESVIO E ACOMOTE CALCANEOCUBOIDEA

72
Q

CLASSIFICAÇÃO PARA FX DO PROCESSO ANTERIOR DO CALCANEO?

A

DEGAN E MORRAY:
I-SEM DESVIO
II-DESVIO,POREM SEM ACOMETER CALCANEOCUBOIDEA
III-DESVIO E ACOMOTE CALCANEOCUBOIDEA

73
Q

CRITÉRIOS PARA TRATAMENTO CONSERVADOR DA FX DO CALCANEO?

A

-<2MM INRA-ARTICULAR
-<1CM DE DESVIO NAS EXTRA-ARTICULARES
-PROCESSO ANTERIOR COM ACOMETIMENTO <25% DA CALCANEO CUBOIDEA
-MULTIPLAS COMORBIDADES
-DEAMBULADOR DOMESTICO (RELATIVO)

*6 SEMANAS SEM CARGA E ADM APÓS 2-3 SEMANAS
-TABAGISMO (RELATIVO)

74
Q

OBJETIVOS NO TRATAMENTO CIRURGICO DA FX DO CALCANEO?

A

-RESTAURAR CONGRUENCIA DA FACETA POSTERIOR DA SUBTALAR
-RESTAURAR ALTURA DO CALCANEO
-REDUÇÃO DA LARGURA DO CALCANEO
-DESCOMPRESSÃO DO TUNEL DOS FIBULARES
-REALINHAR TUBEROSIDADE POSTERIOR EM 5°DE VALGO
-REDUÇÃO DA CALCANEO CUBOIDE

75
Q

INDICAÇÕES DE FIXAÇÃO PERCUTÂNEA DO CALCANEO?

A

-FX LINGUA
-FX DESCLOCADAS DA TUBEROSIDADE
-COMPROMETIMENTO IMPORTANTE DE PARTES MOLES

76
Q

COMO É FEITA A VIA LATERAL ESTENDIDA PARA FX DO CALCANEO?

A

BASE DO 5° MTT NA DIVISÃO ENTRE A PELE DORSAL E PLANTAR ATÉ 2 CM ACIM DA PONTA DO ML. LEVANTAR FLAP SUBPERIOSTEAL UNICO
ESTRTURAS EM RISCO:NERVO SURAL E A.CALCANEA LATERAL

77
Q

INDICAÇÃO DE ARTRODESE PRIMARIA?

A

SANDERS IV
IMPOSSIBILIDADE DE REDUÇÃO

78
Q

COMPLICAÇÕES DA FX DO CALCANEO?

A

-DESCENCIA DA FO (+COMUM - 25%)
-OSTEOMIELITE
-TENDINITE FIBULARES
-LX FIBULARES
-LESÃO NERVOSA INTRA-OP (VIA MEDIAL E MAIS COMUM: LESAO N.CALCANEO MEDIAL)
-ARTROSE POS TRAUAMRTICA (SUBTALAR É MAIS COMUM E MAIS SINTOMATICA)
-CONSOLIDAÇÃO VICIOSA: VARO É A MAIS COMUM

79
Q

CLASSIFICAÇÃO PARA CONSOLIDAÇÃO VICIOSA EM VARO DO CALCANEO?

A

STEPHEN E SANDERS:
I-EXOSTOSE LATERAL :EXOSTECTOMIA LATERAL + TENOLISE DOS FIBULARES

II-EXOSTOSE LATERAL + ARTROSE SUBTALAR: EXOSTECTOMIA LATERAL + TENOLISE DOS FIBULARES + ARTRODESE

II-EXOSTOSE LATERAL + ARTROSE SUBTALAR + DEFORMIDADE ANGULAR: EXOSTECTOMIA LATERAL + TENOLISE DOS FIBULARES + ARTRODESE + OSTEOTOMIA CORRETIVA