HANSENÍASE Flashcards

1
Q

A HANSENIASE É UMA DOENÇA CRONICA, INFECTOCONTAGIOSA, SEU AGENTE ETIOLOGICO INFECTA OS NEVOS PERIFERICOS E ESPECIFICAMENTE AS CELULAS SCHWANN.

QUAL O AGENTE ETIOLOGICO DA HANSENIASE?

A

MYCOBACTERIUM LEPRAE

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2
Q

O AGENTE ETIOLOGICO DA HANSENIASE É O MYCOBACTERIUM LEPRAE, É UM BACI ALCOOL-ÁCIDO RESISTENTE GRAM POSITIVO QUE INFECTA , OS NERVOS PERIFERIOS MAIS ESPECIFICAMENTE AS CELULAS DE SCHWANN.

É UMA DOENÇA CRONICA, ISSO SIGNIFCA…

A

QUE SUA EVOLUÇÃO É LENTA E PROGRESSIVA

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3
Q

A DOENÇA ACONTECE PRINCIPALMENTE OS NERVOS SUPERFICIAIS DA PELE E OS TRONCOS NERVOSOS PERIFERICOS LOCALIZADOS NA FACE, PESCOÇO, TERÇO MEDIO DOS BRAÇOS, ABAIXO DO COTOVELO E JOELHOS.

EM RELAÇÃO A SEU AGENTE ETIOLOGICO, QUAIS SAO SUAS CARACTERISTICAS

A

MYCOBACTERIUM LEPRAE, ALCOOL-ACIDO RESISTENTE, PARASITA INTRACELULAR OBRIGATORIO

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4
Q

A HANSENIASE PODE AFETAS OS OLHOS,ORGÃOS INTERNOS, MUCOSAS, TESTICULOS, OSSOS, BAÇO E FIGADO. SE NAO FOR TRATADA LOGO NO INICIO A DOENÇA QUASE SEMPRE EVOLUI, TORNANDO-SE TRANSMISSIVEL PODENDO ASSIM CONTAMINAR PESSOAS DE QUALQUER IDADE.

A
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5
Q

AS PRINCIPAIS CARACTERISTICAS DA HANSENIASE SÃO:

ALTERAÇÕES DE SENSIBILIDADE

MANCHAS/PLACAS NA PELE COM ALTERAÇÕES DE SENSIBILIDADE TERMICA, DOLOROSA E TATIL

A
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6
Q

A HANSENIASE TEM UM PERIODO DE INCUBAÇÃO LONGO: GERALMENTE DE 2 A 7ANOS.

CONTUDO ALGUMAS REFERENCIAS CITAM UM PERIODO DE INCUBAÇÃO MAIS
CURTO : 7 MESES.

COMO MAIS LONGOS TAMBEM: 10 ANOS

A
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7
Q

CITE AS PRINCIPAIS CARACTERISTICAS DA HANSENIASE

A

ALTERAÇÕES DE SENSIBILIDADE
MANCHAS/PLACAS COM ALTERAÇÕES DE SENSIBILIDADE, TERMINCA, DOLOROSA E TATIL

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8
Q

EXPLANE SOBRE O PERIODO DE INCUBAÇÃO DA HANSENIASE

A

GERALMENTE DE 2 A 7 ANOS. POREM ALGUMAS LITERATURAS TRAZEM 7 MESES/10 ANOS

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9
Q

A HANSENIASE É UMA DOENÇA CRONICA INFECTOCONTAGIOSA, DE ALTA INFECTIVIDADE E BAIXA PATOGENICIDADE.

EXPLANE EM RELAÇÃO A SUA NOTIFICAÇÃO

A

NOTIFICAÇÃO COMPULSORIA DE INVESTIGAÇÃO OBRIGATORIA

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10
Q

RESERVATORIO É UM ANIMAL ONDE O AGENTE INFECCIOSO VIVE E CONSEGUE SE MULTIPLICAR

A
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11
Q

DEFINA RESERVAT ORIO

A

ANIMAL ONDE O AGENTE INFECCIOSO VIVE E CONSEGUE SE MULTIFICAR

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12
Q

O SER HUMANO É O UNICO RESERVATORIO DA HANSENIASE APESAR DO MYCOBACTERIUM LEPRAE JA TENHA SIDO IDENTIFICADO EM TATUS, MACACOS MANGABAI E CHIMPANZE

A
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13
Q

A HANSENIASE SÓ É TRANSMITIDA PELA FORMA MULTIBACILAR DA DOENÇA SEM TRATAMENTO.

É TRANSMITIDO PELA VIAS AEREAS, SUA PRECAUÇÃO É PADRÃO

A
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14
Q

EXPLANE SOBRE A TRANSMISSÃO DA HANSENÍASE

A

MULTIBACILAR SEM TRATAMENTO

VIAS AÉREAS - PRECAUÇÃO PADRÃO

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15
Q

ESTIMA-SE QUE 90% DA POPULAÇÃO TENHA DEFESA NATURAL QUE CONFERE IMUNIDADE CONTRA O MYCOBACTERIUM LEPRAE

A
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16
Q

A HANSEANISE SO É TRANSMITIDA POR MEIO DE CONTATO PROXIMO E PROLONGADO, PROVENIENTE DE UM DOENTE MULTIBACIAR NAO TRATADO.

A
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17
Q

EXISTEM QUANTAS FORMAS E TIPOS DE HANSENIASE

A

4 FORMAS E 2 TIPOS

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18
Q

EXISTEM 2 TIPOS OPERACIONAIS DE HANSENIASE:

MULTIBACILAR - PAUCIBACILAR

A

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19
Q

QUAIS SÃO OS DOIS TIPOS DE HANSENIASE

A

MULTI/PAUCIBACILAR

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20
Q

EXISTEM 4 FORMAS DE HANSENIASE:

FORMA INDETERMINADA - FORMA TUBERCULOIDE - FORMA DIMORFA/BODERLINE - FORMA VIRCHOWIANA/LEPROMATOSA

A
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21
Q

A FORMA PAUCIBACILAR INDERTERMINA DE HANSENIASE, TEM COMO CARACTERISTICAS:

LESÕES DE PELE GERALMENTE NA COR CLARA - DISTUBIOS DE SENSIBILIDADE PODENDO SER ACOMPANHADA DE ALOPECIA/ANIDROSE

A
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22
Q

EXPLANE SOBRE O QUADRO CLINICO DA HANSENIASE PAUCIBACILAR NA FORMA INDETERMINADA.

A

LESOES DE PELE GERALMENTE NA COR CLARA, ALTERAÇÕES DE SENSIBILIDADE ACOMPANHADA DE ALOPECIA/ANIDROSE

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23
Q

A FORMA PAUCIBACILAR TUBERCULOIDE DE HANSENIA, TEM COMO CARACTERISTICAS:
É UMA FORMA BENIGNA QUANDO ACOMETE PESSOAS COM ALTA RESISTENCIA AO BACILO.

POUCAS/UNICAS LESÕES, COM BORDAS DEFINIDAS COM AUSENSIA DE SENSIBILIDADE, COMPROMETIMENTO SIMETRO DOS TRONCOS NERVOSOS QUE PODE CAUSAR DOR, FRAQUEZA E ATROFIA MUSCULAR

A
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24
Q

EXPLANE SOBRE O QUADRO CLINICO DA HANSENIASE PAUCIBACILAR NA SUA FORMA TUBERCULOIDE.

A

FORMA BENIGNA QUANDO ACOMETE PESSOAS COM ALTA RESISTENCIA AO BACILO.

POUCAS/UNICA LESÕES COM BORDA BEM DEFINIDA SEM SENSIBILIDADE.

ACOMETIMENTO SIMETRO DO TRONCO NERVOSO CAUSANDO DOR, FRAQUEZA E ATROFIA MUSCULAR

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25
Q

A FORMA MULTIBACILAR DIMORFA/BODERLINE DA HANSENIA, TEM COMO CARACTERISTICAS:

É UMA MISTURA DA HAN VIRCHOWIANA E TUBERCULOIDE.
INSTABILIDADE IMUNOLOGICA - ACOMETIMENTO EXTENSO DOS NERVOS PODENDO CAUSAR NEURITE AGUDA.

GRANDE VARIEDADE DE LESÕES CUTANEAS, COM CARACTERISTICA PRÉ-FOVEOLARES OU FOVEOLARES

A
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26
Q

EXPLANE SOBRE O QUADRO CLINICO DA HANSENIASE MULTIBACILAR NA FORMA DIMORFE/BODERLINE

A

É UMA MISTURA DAS HAN PAUCIBACILAR, DECORRENTE DE UMA INSTABILIDADE IMUNOLOGICA.

ACOMETIMENTO EXTENSO DOS NERVOS PODENDO LEVAR A NEURITE AGUDA.

GRANDE VARIEDADE DE LESOES, COM CARACTERISTICAS, PRE FOVEOLARES OU FOVEOLARES

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27
Q

DEFINA NEURITE

A

INFLAMAÇÃO DO NERVO OPTICO

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28
Q

A FORMA MULTIBACILAR VIRCHOWIANA/LEPROMATOSE É A FORMA MAIS GRA VE DA HANSENIASE

A
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29
Q

A FORMA MULTIBACILAR VIRCHOWIANA/LEPROMATOSE, TEM COMO CARACTERISTICAS.

ALTO COMPROMETIMENTO DOS TRONCOS NERVOSOS, LESÕES EM PLACAS INFILTRADAS, INFILTRAÇÃO FACIAL COM MADAROSE, HANSENOMA NOS PAVILHOES AURICULARES.

PODE OCORRER ACOMETIMENTO DE LARINGE, COM QUADRO DE ROUQUIDÃO E DE ORGÃOS INTERNOS

A
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30
Q

DEFINA O QUADRO CLINICO DA HANSENIASE MULTIBACILAR NA FORMA VIRCHOWIANA/LEPROMATOSA

A

FORMA GRAVE.

ALTO ACOMEDIMENTO DOS TRONCOS NEROVOSOS.

LESSOES EM PLACAS INFILTRADAS, INFILTRAÇÃO FACIAL COM MADAROSE, HANSENOMA EM PAVILHOES AURICULARES.

ACOMETIMENTO DE LARINGE E ORGAOS INTERNOS

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31
Q

MADAROSE É A PERDA DE CILIOS E SOBRANCELHAS

A
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32
Q

DEFINA MADAROSE

A

PERDA DE CILIOS E SOBRANCELHAS

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33
Q

ALTO COMPROMETIMENTO DOS TRONCOS NERVOSOS, LESÕES EM PLACAS INFILTRADAS, INFILTRAÇÃO FACIAL COM MADAROSE, HANSENOMA NOS PAVILHOES AURICULARES.

PODE OCORRER ACOMETIMENTO DE LARINGE, COM QUADRO DE ROUQUIDÃO E DE ORGÃOS INTERNOS.

QUAL FORMA E TIPO DE HANSENIASE

A

HANSENIASE MULTIBACILAR NA FORMA WIRCHOWIANA /LEPROMATOSA

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34
Q

É UMA MISTURA DA HANSENIASE INDETERMINA E TUBERCULOIDE.
INSTABILIDADE IMUNOLOGICA - ACOMETIMENTO EXTENSO DOS NERVOS PODENDO CAUSAR NEURITE AGUDA.

GRANDE VARIEDADE DE LESÕES CUTANEAS, COM CARACTERISTICA PRÉ-FOVEOLARES OU FOVEOLARES

QUAL FORMA E TIPO DE HANSENIASE

A

HANSENIASE MULTIBACILAR NA FOMA DIMORFA/BODERLINE

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35
Q

É UMA FORMA BENIGNA QUANDO ACOMETE PESSOAS COM ALTA RESISTENCIA AO BACILO.

POUCAS/UNICAS LESÕES, COM BORDAS DEFINIDAS COM AUSENSIA DE SENSIBILIDADE, COMPROMETIMENTO SIMETRO DOS TRONCOS NERVOSOS QUE PODE CAUSAR DOR, FRAQUEZA E ATROFIA MUSCULAR.

QUAL FORMA E TIPO DE HANSENIASE

A

HANSENIASE PAUCILACILAR NA FORMA TUBERCULOIDE

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36
Q

LESÕES DE PELE GERALMENTE NA COR CLARA - DISTUBIOS DE SENSIBILIDADE PODENDO SER ACOMPANHADA DE ALOPECIA/ANIDROSE

QUAL FORMA E TIPO DE HANSENIASE

A

HANSENIASE PAUCIBACILAR NA FORMA INDETERMINADA

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37
Q

A PRIMEIRA SENSIBILIDADE PERDIDA NA HANSENIASE É A DAS FIBRAS FINAS, FIBRAS RESPONSAVEIS PELA SENSIBILIDADE AO CALOR E A DOR

A
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38
Q

QUAL A PRIMEIRA SENSIBILIDADE PERDIDA NA HANSENIASE E QUAL SUA FUNÇÃO

A

FIBRAS FINAS RESPONSABEL PELA SENSIBILIDADE AO CALOR E DOR

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39
Q

HANSENIASE DIMORFE/BODERLINE. QUAL SEU TIPO

A

MULTIBACILAR

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40
Q

HANSENIASE VIRCHOWIANA/LEPROMATOSA. QUAL SEU TIPO

A

MULTIBACILAR

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41
Q

HANSEANISE INDETERMINADA. QUAL SEU TIPO

A

PAUCIBACILAR

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42
Q

HANSENIASE TUBERCULOIDE. QUAL SEU TIPO

A

PAUCIBACILAR

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43
Q

PARA O DIAGNOSTICO E CLASSIFICAÇÃO OPERACIONAL DA HANSENIASE PODEM SER FEITOS 3 TIPOS DE EXAMES:

CRITERIO-CLINICO EPIDEMIOLOGICO.
LABORATORIAL
ELETROFISIOLOGICO

A
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44
Q

PARA O DIAGNOSTICO E CLASSIFICAÇÃO OPERACIONAL DA HANSENIASE PODEM SER FEITOS 3 TIPOS DE EXAMES:

O CRITERIO- CLINICO EPIDEMIOLOGICO É ESSENCIAL PARA O DIAGNOSTICO DA HANSENIASE, NELE SERÃO FEITOS:

ANAMNESE, EXAME DERMATONEUROLOGICO E EXAME FISICO GERAL.

A
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45
Q

PARA O DIAGNOSTICO E CLASSIFICAÇÃO OPERACIONAL DA HANSENIASE PODEM SER FEITOS 3 TIPOS DE EXAMES;

EXPLANE SOBRE O CRITERIO-CLINICO EPIDEMIOLOGICO PARA DIAGNOSTICO

A

É ESSENCIAL PARA O DIAGNOSTICO
SERA FEITO ANAMNESE, EXAME DERMATONEUROLOGICO E EXAME FISICO GERAL

46
Q

PARA O DIAGNOSTICO E CLASSIFICAÇÃO OPERACIONAL DA HANSENIASE PODEM SER FEITOS 3 TIPOS DE EXAMES:

NOS EXAMES LABORATORIAIS É FEITO A BACILOSCOPIA DA PELE POR MEIO DE ESFREGAÇO INTRADEMICO E HISTOLOGIA

A
47
Q

PARA O DIAGNOSTICO E CLASSIFICAÇÃO OPERACIONAL DA HANSENIASE PODEM SER FEITOS 3 TIPOS DE EXAMES:

EXPLANE SOBRE OS EXAMES LABORATORIAIS

A

BACILOSCOPIA DE PELE POR MEIO DO ESFREGAÇO INTRADERMICO
E HISTOLOGIA

48
Q

PARA O DIAGNOSTICO E CLASSIFICAÇÃO OPERACIONAL DA HANSENIASE PODEM SER FEITOS 3 TIPOS DE EXAMES:

O EXAME ELETROFISIOLOGICO É FEITO AFIM DE DIAGNOSTICO E PROGNOSTICO DE LESOES DO SN PERIFERICO

A
49
Q

PARA O DIAGNOSTICO E CLASSIFICAÇÃO OPERACIONAL DA HANSENIASE PODEM SER FEITOS 3 TIPOS DE EXAMES:

EXPLANE SOBRE O EXAME ELETROFISIOLOGICO

A

UTILIZADO PARA DIAGNOSTICO E PROGNOSTICO DE LESOES DO SN PERIFERICO

50
Q

É POR MEIO DA BACILOSCOPIA DE PELE QUE É FEITO A CLASSIFICAÇÃO OPERACIONAL DA HANSENIASE

A
51
Q

BACILOSCOPIA DE PELE POSITIVA INDEPENDENTE DO NUMERO DE LESÕES, SIGNIFICA

A

HANSENIASE MULTIBACILAR

52
Q

ATÉ 5 LESOES COM BACILOSCOPIA NEGATIVA, SIGNIFICA

A

HANSENIA PAUCIBACILAR

53
Q

BACILOSCOPIA DE PELE POSITIVA, COM >5 LESÕES, SIGNIFICA

A

HANSENIASE MULTIBACILAR

54
Q

O EXAME DERMATONEUROLOGICO AVALIA 3 TIPOS DE SENSIBILIDADE: TERMICA, DOLOROSA E TATIL.

A
55
Q

QUAIS TIPOS DE SENSIBILIDADE O EXAME DERMATONEUROLOGICO AVALIA

A

TERMICA, DOLORSA E TATIL

56
Q

A AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO NEURAL DEVE SER FEITA NO INICO DO TRATAMENTO ATÉ A ALTA POSS CURA.

A CADA 3 MESES DURANTE O TRATAMENTO SE NAO HOUVER QUEIXA, E SEMPRE QUE HOUIVER QUEIXA

A
57
Q

EM RELAÇÃO A AVALIAÇÃO NEURAL DO PACIENTE COM HANSENIASE, COMO DEVE SER FEITA?

A

NO INICIO DO TARTAMENTO ATE A ALTA POS CURA.

A CADA 3 MESES SE SEM QUIXAS, E IMEDIATAMENTE APOS A QUEIXA

58
Q

NA AVALIAÇÃO NEURAL DO PACIENTE COM HANSENIASE,

NOS MEMBROS SUPERIORES AVALIA-SE: NERVOS RADIAL, ULNAR E MEDIANO.

NOS MEMBROS INFERIORES: NERVOS FIBULAR COMUM E TIBIAL POSTERIOR

A
59
Q

NA AVALIAÇÃO DO GRAU DE INCAPACIDADE FISICA, DEVE-SE REALIÇAR OS TESTES DE FORÇA MUSCULAR E DE SENSIBILIDADE DOS OLHOS, PES E MÃOS.

GRAU DE INPACIDADE FISICA SCORE 0: SEM ALTERAÇÕES

GRAU DE INCAPACIDADE FISICA SCORE 1 : DIMINUIÇÃO

GRAU DE INCAPACIDADE FISICA SCORE 2: DEFICIENCIA

A
60
Q

GRAU DE INPACIDADE FISICA SCORE 0, SIGNIFICA

A

SEM ALTERAÇÕES

61
Q

GRAU DE INPACIDADE FISICA SCORE 1, SIGNIFICA

A

DIMINUIÇÃO

62
Q

GRAU DE INPACIDADE FISICA SCORE 2, SIGNIFICA

A

DEFICIENCIA

63
Q

O TRATAMENTO DA HANSENIASE, INDEPENDE DA FORMA É FEITO COM:

R - RIFAMPCINA
D - DAPSONA
C- CLOFAZIMINA

A
64
Q

INDEPENDENTE DA FORMA DA HANSENIASE, QUAIS ANTIBIOTICOS SAO UTILIZADOS NO TRATAMENTO?

A

RIFAMPICINA, DAPSONA E CLOFAZIMINA

65
Q

O TRATAMENTO DA HANSENIASE É FEITO, COM DOSES MENSAIS SUPERVIOSINADAS, DOSES DIARIAS AUTOADMINISTRADAS, E DOSES EM DIAS ALTERNADOS PARA CRIANÇAS

A
66
Q

EM RELAÇÃO AO TRATAMENTO DA HANSENIASE, SEM LEVAR EM COSIDERAÇÃO CONCENTRAÇÃO, FARMACO. COMO DEVEM SER ADMINISTRADAS AS DOSES

A

DOSES MENSAIS SUPERIVIONADAS
DOSES DIARIAS AUTOADMINISTRAS
DOSES EM DIAS ALTERNADOS PARA CRIANÇAS

67
Q

RIFAMPICINA
DOSE SUPERVISIONADA MENSAL
600MG ADULTO
450MG CRIANÇA

A
68
Q

RIFAMPICINA DOSE SUPERVISIONADA MENSAL, CONCENTRAÇÃO ADULTO E CRIANÇA

A

ADULTO 600 MG
CRIANÇA 450 MG

69
Q

DAPSONA
DOSE SUPERVISONADA MENSAL
100 MG ADULTO
50 MG CRIANÇA

A
70
Q

DAPSONA DOSE SUPERVISIONADA MENSAL, CONCENTRAÇÃO ADULTO E CRIANÇA

A

ADULTO 100MG
CRIANÇA 50 MG

71
Q

DAPSONA
DOSE AUTOADMINISTRADA
100MG ADULTO
50 MG CRIANÇA

A
72
Q

DAPSONA DOSE AUTOADMINISTRADA, CONCENTRAÇÃO ADULTO E CRIANÇA

A

ADULTO 100MG
CRIANÇA 50MG

73
Q

CLOFAZIMINA
DOSE SUPERVISIONADA MENSAL
300MG ADULTO
150MG CRIANÇA

A
74
Q

CLOFAZIMINA, DOSE SUPERVISIONADA MENSAL; CONCENTRAÇÃO ADULTO E CRIANÇA

A

ADULTO 300MG
CRIANÇA 150 MG

75
Q

CLOFAZIMINA
DOSE AUTOADMINISTRADA
50 MG ADULTO
50 MG CRIANÇA EM DIAS ALTERNADOS

A
76
Q

CLOFAMINA, DOSE AUTOADMINISTRADA, CONCENTRAÇÃO ADULTO E CRIANÇA

A

ADULTO 50 MG
CRIANÇA 50 MG EM DIAS ALTERNADOS

77
Q

QUAL O ANTIBIOTICO, CUJA SUA ADMINISTRAÇÃO É APENAS MENSAL NO PACIENTE COM HANSEANISE

A

RIFAMPICINA

78
Q

QUAIS OS ANTIBIOTICOS, CUJA SUA ADMNISTRAÇÃO É MENSAL E DIARIA NO PACIENTE COM HANSENIASE

A

DAPSONA E CLOFAZIMINA

79
Q

VALE RESSALTAR QUE PARA MULTIBACILAR E PAUCIBACILAR, SÃO UTILIZADOS OS MESMOS MEDICAMENTOS, A DIFERENÇA É O TEMPO DE TRAMENTO.

PAUCIBACILAR: 6 DOSES SUPERVISIONADAS EM ATÉ 9 MESES
MULTIBACILAR: 12 DOSES SUPERVIONADAS EM ATÉ 18 MESES

A
80
Q

EXPLANE SOBRE O NUMERO DE DOSES SUPERVISONADAS E TEMPO DE TRATAMENTO DO PACIENTE COM HANSENIASE NA FORMA OPERACIONAL, PAUCIBACILAR E MULTIBACILAR RESPECTIVAMENTE;

A

PAUCIBACILAR 6 DOSES EM 9 MESES
MULTIBACILAR 12 DOSES EM 18 MESES

81
Q

OS ESQUEMAS ALTERNATIVOS PARA TRATAMENTO DA HANSENIASE INCLUEM O USO DE:
OFLOXACINA E MIONOCICLINA.

ESTES MEDICAMENTOS SÃO CONTRAINDICADOS PARA GESTANTES

A
82
Q

EM RELAÇÃO A ESQUEMAS ALTERNATIVOS PARA TRATAMENTO DA HANSENIASE.
EXPLANE SOBRE

A

PODEM SER USADOS OFLOXACINA E MIONOCICLINA. CONTRAIND GESTANTES

83
Q

ANTES DE RECEBER ALTA POS CURA OS PACIENTES PAUCI E MULTIBACILAR DEVEM SER SUBMETIDOS AOS, EXAMES DERMATOLOGICOS, AVALIAÇÃO NEUROLOGICA SIMPLIFICADA E GRAU DE INCAPACIDADE FISICA, APÓS SUA ULTIMA DOSE SUPERFISIONADA.

PAUCIBACILAR: 6° DOSE
MULTIBACILAR: 12° DOSE

A
84
Q

RIFAMPICINA PODE INTERAGIR COM ANTICONCEPCIONAIS ORAISM DIMINUINDO A AÇÃO DESDE. ENTÃO DEVE-SE ORIENTAR OUTRAS MEDIDAS DE PLANEJAMENTO FAMILIAR.

A
85
Q

O TRATAMENTO DE HANSENIASE PARA CRIANÇAS APRESENTA ALGUMA ESPECIFIDADES:
<30KG: DOSE DE ACORDO COM O PESO
DE 30 A 50KG: ESQUEMA PADRÃO
>50KG: MESMA DOSAGEM DO ADULTO

A
86
Q

DEFINA POLIQUIMIOTERAPIA

A

USO DE VARIAS DROGAS PARA O TRATAMENTO DE UMA DOENÇA

87
Q

EM RELAÇÃO A APLICAÇÃO DA VACINA BCG COMO PROFILAXIA A HANSENIASE.
NÃO SE FAZ EM PESSOAS EM TRATAMENTO OU QUE JA TRATOU TUBERCULOSE

A
88
Q

EM RELAÇÃO A APLICAÇÃO DA VACINA BCG COMO PROFILAXIA A HANSENIASE.
SÓ RECEBE PACIENTE CONTACTANTE ASSINTOMATICO

A
89
Q

EM RELAÇÃO A APLICAÇÃO DA VACINA BCG COMO PROFILAXIA A HANSENIASE.
PACIENTE < 1 ANO

1 DOSE: EM NÃO VACIADOS E EM VACINADOS SEM CRICATRIZ ( 6 MESES DE INTERVALO DA DOSE ANTERIOR)

A
90
Q

EM RELAÇÃO A APLICAÇÃO DA VACINA BCG COMO PROFILAXIA A HANSENIASE.
< 1 ANOS: COM COMPROVANTE DE VACINAÇÃO - NÃO SE REVACINA

A
91
Q

EM RELAÇÃO A APLICAÇÃO DA VACINA BCG COMO PROFILAXIA A HANSENIASE.
> 1 ANO
1 DOSE: SEM CICATRIZ E EM VACINADOS (6 MESES DE INTERVALO DA DOSE ANTERIOR)

A
92
Q

EM RELAÇÃO A APLICAÇÃO DA VACINA BCG COMO PROFILAXIA A HANSENIASE.
> 1 ANO: COM DUAS DOSES = NAO SE REVACINA

A
93
Q

EM RELAÇÃO A APLICAÇÃO DA VACINA BCG COMO PROFILAXIA A HANSENIASE.
PACIENTE < 1 ANO
EXPLANE SOBRE

A

COMPROVADO VACINAL: NAO VACINA
NAO VACINADOS. VACINADOS SEM CRICATRIZ: 1 DOSE

94
Q

EM RELAÇÃO A APLICAÇÃO DA VACINA BCG COMO PROFILAXIA A HANSENIASE.
> 1 ANO
EXPLANE SOBRE

A

VACINADOS, E VACINADOS SEM CRICATRIZ : 1 DOSE
VACINADOS COM 2 DOSES: NAO VACINA

95
Q

AS REAÇÕES HANSENICAS OU ESTADOS REACIONAIS: SAO AS PRINCIPAIS CAUSAS DE LESOES DOS NERVOS E INCAPACIDADES, MAIS FREQUENTES NOS CASOS MULTIBACILAR, PODEM ACONCETER ANTES, DURANTE OU DEPOIS DO TRATAMENTO.

ELAS SÃO DECORRENTES DE UMA RESPOSTA IMUNE AOS FRAGMENTOS DE PARTICULAS ANTIGENICAS DO MYCO BACTERIUM LEPRAE MORTO

A BOA CONDIÇÃO DE SAUDE BUCAL REDUZ O RISCO DE REAÇÃO HANSENICA

A
96
Q

EM RELAÇÃO A REAÇÕES HANSENICAS OU ESTADOS REACIONAIS.

REAÇÃO TIPO 1: REVERSA.

RELACIONADA A IMUNIDADE CELULAR.

APARECIMENTO DE NOVAS LESOES DERMATOLOGICAS, INFILTRAÇÕES, ALTERAÇÕES DE COR E EDEMA NAS LESOES ANTIGAS COM OU SEM ESPESSAMENTO

A
97
Q

EM RELAÇÃO A REAÇÕES HANSENICAS OU ESTADOS REACIONAIS

REAÇÃO TIPO 2: ERITEMA NODOSO HANSENICO.

RELACIONADO A RESPOSTA IMUNOLOGICA HUMORAL

NODULOS SUBCUTANEOS DOLOROOS, ACOMPANHADOS OU NAO DE FEBRE, DORES ARTICULARES E MAL ESTAR GENERALIZADO, COM OU SEM ESPESSAMENTO, NEURITE, ORQUITE, IRICOCICLITE, ENTRE OUTROS

A
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EM RELAÇÃO A REAÇÕES HANSENICAS OU ESTADOS REACIONAIS

REAÇÃO CRONICA OU SUB-INTRANTE

É A REAÇÃO INTERMITENTE CUJO SURTOS SAO TAO FREQUENTES QUE, ANTES DE TERMINAR UM, SURGE OUTRO.

OS DOENTES RESPONDEM AO TRATAMENTO COM MEDICAMENTOS UTILIZADOS PARA REAÇÃO. MAS A MEDIDA QUE A DOSE É REDUZIDA OU RETIRADA, A FASE AGUDA RECRUDESCE

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HANSENIASE NEURAL PURA / NEURITICA PRIMARIA

APRESENTAÇÃO CLINICA EXCLUSIVAMENTE NEURAL, SEM LESOES CUTANEAS COM BACILOSCOPIA NEGATIVA

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HANSENIASE NEURAL PURA / NEURITICA PRIMARIA

O DIAGNOSTICO CLINICO É CONFIRMADO A APARTIR DO ESPESSAMENTO DE NERVO PEFIFERICOS, E ALTEAÇÕES SENSITIVAS, E MOTORAS E AUTONOMICS NO TERRITORIO DO NERVO

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HANSENIASE NEURAL PURA / NEURITICA PRIMARIA

EXAMES COMPLEMENTARES COMO ELETRONEUROMIOGRAMA, BIOPSIA DE NERVO, SOROLOGIA E BIOLOGIA MOLECULAR PODEM AUXILIAR NA DEFINIÇÃO ETIOLOGIA, EMBORA NAO ESTEJAM FACILMENTE DISPONIVEIS NA REDE DE ATENÇÃO A SAUDE DO SUS

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102
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HANSENIASE NEURAL PURA / NEURITICA PRIMARIA

ESSES CASOS DEVEM SER PREFERENCIALMENTE AVALIADOS POR NEUROLOGISTAS COM ESPERIENCIQA EM HANSENIASE

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103
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Recomenda-se a avaliação dermatoneurológica pelo menos uma vez ao ano, por pelo menos (5) anos, de todos os contatos domiciliares e sociais que não foram identificados como casos de hanseníase na avaliação inicial

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É CONSIDERADO CONTACTANTE INTRADOMICILAR DE HANSENIASE
pessoas que residam ou tenha residido, convivam ou tenham convivido com a paciente, no âmbito domiciliar, nos últimos 5 (cinco) anos anteriores ao diagnóstico da doença, podendo ser familiar ou não.

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A Dapsona é uma droga utilizada para o tratamento de hanseníase que requer maior atenção dos profissionais de saúde porque

pode(m) ocorrer reações alérgicas, como avermelhamento da pele, coceira e descamação, principalmente na face e nos antebraços.

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106
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a gravidez, especialmente o período pós-parto, parasitoses intestinais e focos de infecção dentária, entre outras condições, constituem fatores desencadeantes de reações hansênicas.

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107
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A FORMA MAIS GRAVE DA HANSENIASE É A VIRCHOWIANA
A FORMA MAIS INCAPACITANTE DA HANSENIASE É A DIMORFA

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A investigação epidemiológica de contatos consiste em: anamnese dirigida aos sinais e sintomas da hanseníase, exame dermatoneurológico e vacinação BCG para os contatos sem presença de sinais e sintoma de hanseníase no momento da avaliação, não importando se são contatos de casos paucibacilar ou multibacilar.

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Considera-se como recidiva na hanseníase todos os casos da doença, tratados regularmente com esquemas oficiais padronizados e corretamente indicados, que receberam alta por cura. São características da recidiva:

surgimento lento, poucas lesões recentes e resposta medicamentosa não pronunciada

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