ESPIROMETRIA Flashcards

(53 cards)

1
Q

ESPIROMETRIA OCORRE APÓS UMA GRANDE INSPIRAÇÃO DO PACIENTE E UMA INSPIRAÇÃO FORÇADA QUE DEVE DURAR PELO MENOS 6 SEGUNDOS. O QUE É O VOLUME RESIDUAL ?

A

AR QUE SOBRA APÓS UMA EXPIRAÇÃO FORÇADA

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2
Q

O QUE É VOLUME CORRENTE?

A

VOLUME QUE VOÇÊ NÃO PERCEBE QUE ESTÁ MANIPULANDO

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3
Q

AR QUE EU CONSIGO INSPIRAR ALÉM DO VOLUME CORRENTE

A

VOLUME DE RESERVA INSPIRATÓRIO

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4
Q

SOMA DO VOLUME CORRENTE(VC) COM O VOLUME DE RESERVA INSPIRATÓRIO(VRI)

A

VC + VRI = CI
CAPACIDADE INSPIRATÓRIA

CI : CAPACIDADE INSPIRATÓRIA

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5
Q

QUERO SOLTAR O AR ESPONTANEAMENTE( EXPIRAR )

A

VOLUME DE RESERVA EXPIRATÓRIO

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6
Q

AR QUE SOBRA NO PULMÃO DEPOIS DE UMA RESPIRAÇÃO NORMAL

A

CAPACIDADE RESIDUAL FUNCIONAL
( VOLUME DE RESERVA EXPIRATÓRIO + VOLUME RESIDUAL )

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7
Q

MÁXIMO DE AR QUE EU CONSIGO MOBILIZAR NA INSPIRAÇÃO E NA EXPIRAÇÃO

A

CAPACIDADE VITAL

É A QUE É MEDIDA NA ESPIROMETRIA

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8
Q

QUAL É A MEDIDA AVALIADA NA EXPIROMETRIA ?

A

CAPACIDADE VITAL FORÇADA

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9
Q

CAPACIDADE VITAL ( MÁXIMO DE AR QUE ENTRA E SAI ) + O AR QUE EU NÃO CONSIGO MEXER ( VOLUME RESIDUAL )

A

CAPACIDADE PULMONAR TOTAL

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10
Q

O QUE EU NÃO CONSIGO MEDIR NA ESPIROMETRIA ?

A

VOLUME RESIDUAL(O QUE NÃO ENTRA E O QUE NÃO SAI DO PULMÃO ) , CAPACIDADE PULMONAR TOTAL (CPT)

CAPACIDADE PULMONAR TOTAL ( CV + VR) DEPENDE DO VOLUME RESIDUAL

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11
Q

DEPENDE DO VOLUME RESIDUAL PORÉM ASSIM COMO ELE NÃO É PASSÍVEL DE SER MENSURADA NA ESPIROMETRIA :

A

CAPACIDADE PULMONAR TOTAL ( CV + VR) DEPENDE DO VOLUME RESIDUAL

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12
Q

TANTO QUE EU INSPIRO NORMALMENTE + O VOLUME DE RESERVA INSPIRATÓRIO ( PODERIA PUXAR , MAS NÃO PUXO NA REPSPIRAÇÃO NORMAL ).

A

CAPACIDADE INSPIRATÓRIA

VOLUME DE RESERVA INSPIRATÓRIO + VOLUME CORRENTE = CAPACIDADE INPIRATÓRIA

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13
Q

CAPACIDADE VITAL =

A

CV : VRI + VRE + VC

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14
Q

CAPACIDADE VITAL =

A

VOLUME DE RESERVA INSPIRATÓRIO + VOLUME DE RESERVA EXPIRATÓRIO + VOLUME CORRENTE

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15
Q

CAPACIDADE PULMONAR TOTAL=

A

CAPACIDADE VITAL + VOLUME RESIDUAL

CAPACIDADE VITAL : O QUE ENTRA E SAI

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16
Q

CAPACIDADE RESIDUAL FUNCIONAL

A

TANTO DE AR QUE SOBRA NO PULMÃO AO FINAL DE UMA EXPIRAÇÃO NORMAL

CRF : VOLUME RESIDUAL + VOLUME DE RESERVA EXPIRATÓRIO

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17
Q

CAPACIDADE RESIDUAL FUNCIONAL =

A

VOLUME RESIDUAL + VOLUME DE RESERVA EXPIRATÓRIO

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18
Q

QUAIS SÃO OS PARÂMETROS AVALIADOS PELA ESPIROMETRIA ?

A

CVF ( CAPACIDADE VITAL FORÇADA ) - O TANTO DE AR QUE ENTRA E SAI DO PULMÃO
VEF1 ( DISTÚRBIO VENTILATÓRIO OBSTRUTIVO DIMINUI)
VEF1/CVF
FEF INTERMEDIÁRIO 25-75%
PFE ( IMPORTANTE PARA AVALIAR ATÉ A QUALIDADE DA ESPIROMETRIA)

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19
Q

O QUE A ESPIROMETRIA NÃO MEDE ?

A

FLUXOS QUE NÃO SÃO TOTALMENTE MOBILIZADOS NA RESPIRAÇÃO=
VOLUME RESIDUAL E CAPACIDADE PULMONAR TOTAL

CPT = CAPACIDADE VITAL + VOLUME RESIDUAL

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20
Q

PLETISMOGRAFIA CONFIRMA OS DISTÚBIOS VENTILATÓRIOS RESTRITIVOS . ELA AVALIA QUAIS PARÂMETROS ?

A

CAPACIDADE PULMONAR TOTAL E VOLUME RESIDUAL (CPT E VR)

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21
Q

VEF1 / CVF REDUZIDO( < 0,7) :

A

VEF1 / CVF REDUZIDO( < 0,7)➜ DVO

DVO: DISTÚRBIO VENTILATÓRIO OBSTRUTIVO

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22
Q

VEF1 / CVF NORMAL OU AUMENTADO( > 0,7)➜

A

ESTÁ NORMAL OU HOUVE REDUÇÃO PROPORCIONAL( ACONTECE NO DVR)

DVR : DISTÚRBIOS VENTILATÓRIOS RESTRITIVOS

23
Q

VEF1 / CVF NORMAL OU AUMENTADO( > 0,7)➜

A

CVF NORMAL = TUDO NORMAL
CVF REDUZIDO( PODE SER DVR OU DVI)

FAZ PLETISMOGRAFIA PARA CONFIRMAR SE É DISTÚRBIO VENTILATÓRIO RESTRITIVO PARA OBTER A CAPACIDADE PULMONAR TOTAL DO PACIENTE

24
Q

VEF1 / CVF NORMAL OU AUMENTADDO( > 0,7)➜

A

CVF REDUZIDO( PODE SER DVR OU DVI) ➜DVR OU DVI ➜ PLETISMOGRAFIA ➜CPT NORMAL ➜ DVI

DVR : DISTÚRBIO VENTILATÓRIO RESTRITIVO
DVI : DISTÚRBIO VRNTILATÓRIO INESPECÍFICO
CPT : CAPACIDADE PULMONAR TOTAL

25
VEF1 / CVF REDUZIDO( < 0,7)➜ DVO➔ VEF1
VEF 1 NORMAL ➔DVO LEVE VEF 1 REDUZIDO ➔ PROSSEGUIR A CVF ## Footnote DVO : DISTÚRBIO VENTILATÓRIO OBSTRUTIVO
26
VEF1 / CVF REDUZIDO( < 0,7)➜ DVO➔ VEF1 REDUZIDO ➔ CVF ## Footnote CVF : CAPACIDADE VITAL FORÇADA
CVF ➔ NORMAL ➔ DVO CVF➔ REDUZIDA ➔ DVO COM CVF BAIXA ## Footnote DVO : DISTÚRBIO VENTILATÓRIO OBSTRUTIVO CVF : CAPACIDADE VITAL FORÇADA
27
O que seria uma resposta broncodilatadora positiva ?
Variação absoluta: aumento ≥ 200 mL E Percentagem do basal: aumento ≥ 12%. ## Footnote (presença de ambos os critérios) A resposta broncodilatadora é pelo VEF1 DIRETRIZ BRASILEIRA : 7%
28
UMA PROVA BRONCODILATADORA POSITIVA . O MAIS COMUM É QUE APAREÇA NA ASMA BRÔNQUICA , MAS É PATOGNOMÔNICO ?
NÃO . NA DPOC , NA MAIORIA DAS VEZES É UM DISTÚRBIO VRNTILATÓRIO OBSTRUTIVO FIXO E TERÃO UMA PROVA BRONCODILATADORA NEGATIVA .
29
PACIENTE COM SÍNDROME VENTILATÓRIA RESTRITIVA :
DIMINUIÇÃO DA CAPACIDADE PULMONAR TOTAL ( PULMÃO VENTILA POUCO , FICA PEQUENO ) VOLUME RESIDUAL E CAPACIDADE VITAL DIMINUÍDOS ( OBERVADO NA PLETISMOGRAFIA )
30
DISTÚRBIO VENTILATÓRIO OBSTRUTIVO:
VOLUME RESIDUAL AUMENTADO CAPACIDADE VITAL DIMINUÍDA
31
DPOC
FASE EXPIRATÓRIA MUITO LONGA E COM UM FLUXO MUITO LENTO CLASSIFICA A GRAVIDADE PELO VEF1 ## Footnote CURVA NA ESPIROMETRIA EM FORMATO DE ESPREGUIÇADEIRA
32
CLASSIFICAÇÃO DO DISTÚRBIO VENTILATÓRIO OBSTRUTIVO PELA ESPIROMETRIA :
LEVE ≥60 % MODERADO :41 % - 59 % GRAVE ≤40% ## Footnote VALOR AVALIADO É O VEF 1
33
CLASSIFICAÇÃO DO DISTÚRBIO VENTILATÓRIO OBSTRUTIVO DPOC:
LEVE ≥ 80 % MODERADO 79% - 50 % GRAVE 49% -30% MUITO GRAVE < 30%
34
CURVA DO DISTÚRBIO VENTILATÓRIO RESTRITIVO É O CHAPÉU DA BRUXA . COMO SE DEFINE A GRAVIDADE ?
>60%➜ Leve 51-59%➜ Moderado ≤ 50% ➜Acentuado ## Footnote GRAVIDADE É DEFINIDA PELA CAPACIDADE VITAL FORÇADA
35
DISTÚRBIO OBSTRUTIVO
* CAI VEF1, CVF NORMAL OU REDUZIDO , VEF1/CVF BAIXA * LEMBRAR : VEF1/CVF < 0,7 ## Footnote ASMA , DPOC , FIBROSE CÍSTICA E BRONQUIECTASIAS
36
DISTÚRBIO RESTRITIVO:
* VEF 1 CAI , CVF CAI , VEF1/CVF NORMAL * LEMBRAR--- REDUÇÃO PROPORCIONAL VEF1 E CVF ## Footnote EXEMPLOS : DOENÇAS FIBROSANTES , DEFORMIDADES DE CAIXA TORÁCICA GRAVES
37
DISTÚRBIO VENTILATÓRIO MISTO :
VEF1 CAI , CVF CAI , VEF1/CVF CAI , LEMBRAR : VEF1/CVF < 0,7 COM CVF MUITO REDUZIDA ## Footnote EXEMPLOS : FORMAS AVANÇADAS DE FIBROSE CÍSTICA; ASSOCIAÇÃO DE DOENÇAS .
38
Distúrbio ventilatório inespecífico :
Há uma redução proporcional de VEF1 e CVF, com relação VEF1/CVF normal, sem alteração da CPT . ## Footnote PLETISMOGRAFIA ➔ A CAPACIDADE PULMONAR TOTAL (CPT) ➔ NORMAL
39
QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS DE BAQUETEAMENTO DIGITAL ?
CANCER DE PULMÃO FIBROSE PULMONAR CARDIOPATIAS CIANOGÊNICAS
40
definição de tosse persistente:
Tosse por pelo menos 3 semanas
41
Benefícios dos opiódies em um contexo de cuidados paliativos:
Sedação, redução da ansiedade, redução da sensibilidade à hipercapnia, redução da sensibilidade à hipoxemia, melhoria da função cardíaca.
42
Estertor em velcro
Estertor mais fino ao final da inspiração , sem variação com a tosse ( não ocorre por causa de secreção nas vias áereas ) ## Footnote -comum na fibrose pulmonar ➔ perco a arquietura do pulmão ➔ brônquios colabam -Estrutura ao redor dos brônquios que não cause sustentação faz com que os brônquios se fechem e quando abrem surge o estertor .
43
Grasnido ou piado de gaivota
Surge quando as broncoectasias sem abrem
44
Estertor grosseiro
Consolidações , hiperssecreções brônquicas ➔ movimentação do líquidos nas vias áereas➔ some com a tosse
45
RONCO OCORRE DEVIDO À DIMINUIÇÃO DO CALIBRE DOS BRÔNQUIOS
Distúrbios ventilatórios obstrutivos podem causar roncos
46
Particularidades da oxigenioterapia :
Suplementação com vitamina E ➔ viável ➔ redução da toxicidade do oxigênio. Estímulo ➔ vasoconstrição periférica. ## Footnote Fio2 maior que 60 % em um período maior de 12 horas e 24 horas ➔ efeitos nocivos da oxigenioterapia
47
Platipneia
Dispneia quando em ortostatismo e se alivia em decúbito | -Sugestivas de síndrome hepatopulmonar e cardiopatia congênita ## Footnote Platipenia + queda de saturação = ortodeóxia
48
Ultrassonografia protocolo blue , o que significa linhas B verticais :
linhas B verticais : líquido dentro dos álveolos ## Footnote Pneumonia bacteriana : padrão C localizado ou B Localizado asma : padrão a normal infarto pulomonar : padrão b localizado ou padrão c
49
À ultrassonografia pulmonar , o que são as linhas A ?
São artefatos horizontais hiperecogênicos que aparecem em situações normais e no pneumotórax, representa a presença de ar. ## Footnote Ponto pulmonar: É o local onde o deslizamento pleural é visualizado no pulmão colapsado, mas não na área de pneumotórax.
50
À ultrassonografia pulmonar , o que é o sinal da areia da praia ?
Sinal da areia da praia (deslizamento pleural normal) ## Footnote código de barras - deslizamento pleural ausente
51
O que significa o sinal de código de barras na ultrassonografia pulmonar ?
Deslizamento pleural ausente
52
À ultrassonografia pulmonar , o que é o ponto pulmonar ?
O ponto pulmonar é um achado típico de pneumotórax parcial, representando o limite entre a área onde a pleura visceral está aderida à parietal e a área de separação das pleuras pelo ar.
53
O efeito shunt (V/Q baixa) ocorre quando há perfusão sem ventilação adequada, como em casos de pneumonia grave ou atelectasia . O sangue atravessa o pulmão sem oxigenação. E no efeito espaço morto ?
Efeito espaço morto (V/Q alta): ocorre quando há ventilação sem perfusão, como no tromboembolismo pulmonar. O ar inspirado não participa da troca gasosa por ausência de fluxo sanguíneo no alvéolo.