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Flashcards in Estudos Epidemiologicos Deck (58):
1

Estudo analitico

Testam hipoteses

2

Estudos descritivos

Fornecem informacoes sobre distribuicao das doencas, geram hipoteses mas nao testam (=baixo poder analitico)

3

Estudo ecologico

Descritivo agregado, observacional, transversal ("foto")
Vantagens: facil, barato, rapido,simples, gera hipoteses, usa dados que ja existem
Desvantagens: baixo poder analitico, vulneravel a falacia ecologica (vies ecologico), nao mostra incidencia, so prevalencia, gera suspeitas mas nao confirma
Medida de associacao: razao das prevalencias

4

Estudo de prevalencia ou corte transversal ou seccional ou transversal ou inquerito

Descritivo individuado, observacional, transversal
Vantagem: rapido, facil, barato, simples, gera hipoteses, mais desenvolvido na coleta dados
Desvantagens: baixo poder analitico, nao mostra incidencia, so prevalencia
Medida de associacao: razao de prevalencias

5

Estudo de coorte

Analitico individuado, observacional, longitudinal prospectivo parte do risco para desfecho
Vantagens: define riscos, confirma suspeitas, menos conclusoes falsas, incidencia, uteis doencas fatais, pode analisar varias doencas, pode ter fator de risco raro
Desvantagens: caro, longo, vulneravel a perdas, ruim dcas raras e longas, complexo
Medidas de associacao: risco relativo, risco absoluto, risco atribuivel populacional

6

Estudo de coorte retrospectivo ou historica

Selecao do grupos de estudos em algum lugar do passado

7

Estudo de caso controle

Analitico indivuduado, observacional, longitudinal retrospectivo, parte do desfecho para risco
Vantagens: facil, barato, rapido, avalia doencas raras e longas, analise de varios fatores de risco
Desvantagens: dificuldade formar grupo controle, estuda unica dca, ruim para fator risco raro, vulneravel erros (afericao, vies memoria: doente lembra melhor)
Medida de associacao: razao riscos ou razao dos produtos cruzados ou odds ratio ("peixinho")

8

Ensaio clinico

Analitico individuado, intervencao, longitudinal ("mithbusters")
Vantagens: controla fatores, testa med, prova relacao causal
Desvantagen: etica, complexo, caro, longo, ruim dcas raras, vulneravel perdas
Medida associacao: risco relativo, reducao absoluta risco, reducao do risco relativo, numero necessario tratar

9

Tecnica para ensaio clinico

Randomizacao: distribui grupos aleatoriamente- evita erro selecao/confusao + homogenio
Controlado: possui grupo controle
Pareamento: para cada individuo grupo, seleciona individuo com as mesmas caracteriscas no controle
Mascaramento: evita erro afericao, simples cego: participantes nao sabem
Duplo-cego: participantes e investigadores nao sabem
Triplo-cego: part, invest e analista de dados nao sabem
Efeito hawthorne (how u torn): mudanca comportamento qdo observado

10

Meta-analise ou revisao sistematica quantitativa

Avalia resultados de estudos originais sobre um tema, e uma revisao de estudos
Vies de publicacao: tendencia ter estudos com resultados positivos
Capacidade sintese, barato, rapido, facil

11

Medida associacao caso controle

Odds ratio: quantas vezes mais chance os expostos tem da doenca que n expostos
Calculo peixinho axd/bxc

12

Medida associacao estudo ecologico

Razao de prevalencias: qtas vezes mais provavel q expostos tenham dca q n expostos
Calculo: P exp/p n exp

13

Medidas de associacao coorte e ensaio clinico

Risco relativo (rr), risco atribuivel fator (raf), risco atribuivel na populacao (rap), reducao do risco relativo (rrr), reducao absoluta do risco (rar) e numero necessario a ttm (nnt)

14

Risco relativo (rr)

Qtas vezes mais provavel q exposto virem ter dca que n exposto
Calculo: I exp/ i n exp ou a/a+b / c/c+d

15

Reducao do risco relativo (rrr)

Qual foi a reducao de mortes nos pacientes
"Calculo de cór"


1-rr

16

Risco atribuivel ao fator (raf)

De todos os casos da doenca nos expostos, quais foram exclusivamente relacionados ao fator estudado
Calculo: Iexp - I n exp ou a/a+b - c/c+d

17

Risco atribuivel na populacao (rap)

De todos casos doenca na populacao, quais foram os casos exclusivamente relacionados ao fator estudado, representa a proporcao da doenca que poderia ser eliminada se fator fosse removido "e o raf pra pop"
Calculo: i exp - i n exp/ pop

18

Reducao absoluta do risco (rar)

De cada 100 pacientes tratados, o que recebeu novo ttm teve qtos eventos a menos do que o do placebo
("Rar" R-r)
Calculo: I maior-i menor

19

Numero necessario a tratar (nnt)

Necessario ttm de qtos doentes pra evitar um evento
"Numero contrario ttm" - contrario do rar
Calculo: 1/rar

20

Interpretacao das medidas de associacao

RR, OR ou RP: =1 sem associacao
>1: fator de risco
<1: fator de protecao

21

Erros sistematicos

De selecao: qdo grupos de comparacao sao diferentes
De afericao: qdo variaveis sao medidas de forma diferente
De confundimento: uma terceira variavel esta associada a exposicao e independente da exposicao e é fator de risco para dca

Sem erros: valido, acurado

22

Erros do tipo I e II

Tipo I ou erro alfa: conclusao falso-positiva
Tipo II ou beta: falso-negativa

23

Hipotese nula

Qdo nao ha relacao entre fator de risco e defecho
Qdo se faz um trabalho q encontra associacao (ex RR>ou<1) e é estatisticamente significativo (intervalo de confianca 95%), pode dizer que a hipotese nula foi rejeitada

24

Variaveis independente e dependente

Idenpendente: é o risco, fator causal
Dependente: consequencia, desfecho, dca

25

Variavel quantitativa e qualitativa

Qualitativa (ou categorica) caracteristicas, divididas em: ordinais: existe uma ordem ex estadiamento dca, escolaridade, classe social
Nominal: nao existe ordem, se sao 2 e binomial, >2 e multinomial ex: sexo (binomial), tipo sg, etnia, local de residencia (multi)

Quantitativa (ou numerica) numeros, se divide em:
Continua: tem valores fracionados ex temperatura
Descontinua (ou discreta, contagens): numeros inteiros ex bat cardiaco

26

Nivel de evidencia cientifica estudos

Nivel I: ensaio clinico randomizado e revisao sistematica
Nivel II: coorte
Nivel III: caso controle
Nivel IV: tranversal, ecologico
Nivel V: opiniao especialista

27

Principios eticos para pesquisa humanos

Autonomia
Beneficencia
Nao maleficencia
Justica

28

Medidas de tendencia central

Mediana: que esta no centro, menos sensivel a valores extremos, dificil de ser determinada para grandes qtd de dados
Media: reflete todos valores, e influenciadw valores extremos
Moda: valor q mais aparece, nao tem funcao em termo de calculo

29

Sensibilidade e especificidade

Sensibilidade: capacidade achar verdadeiros positivos, bom rastrear (coluna 1: a/a+c)
Aum sens, dim falso-
Exclui dca, bom triagem, ex doadores sg/dca letal

Especificidade: achar verdadeiro neg (coluna 2: d/b+d), bom dca letal, incuravel, estigmatizante
Aum esp, dim falso+
Fecha dg, confirma dca, ex situacoes em que + causa traumatismos psicologico/iatrogenia

30

Valor preditivo neg e pos (probabilidade pos teste)

Vp pos: proporcao de verdadeiros pos em relacao aos que com dg pos (linha 1:a/a+b)
Vp neg: proporcao de verdadeiros neg em relacao aos que com dg neg (linha 2:d/c+d

31

Acuracia

Proporcao de acetos teste (verdadeiros pos e neg) a+d/total

32

Relacao prevalencia (probabilidade pre teste) e valor preditivo pos e neg (probabilidade pos teste)

Maior prevalencia: maior vpp e menor vpn ex: prostituta e aids
Menor prevalencia: menor vpp e maior vpn ex: freira e aids

Especificidade e sensibilidade nunca variam

33

Receiver operator characteristic ou curva roc

Qto mais esq- mais especifico
Qdo mais sup- mais sensivel
Teste ideal: esq e sup
Eixo x: 1-especificidade=falso+
Eixo y: sensibilidade
Acuracia teste= maior area abaixo da curva

34

Razao de verossimilhanca

Expressam qtas vezes mais provavel de encontra um resultado em doentes comparado saudaveis
Razao de verossimilhanca de um teste positivo: sensibilidade/ 1-especificidade
De um teste neg: 1-sensibilidade/especificidade

35

Testes em paralelo e em serie

Paralelo: mtos ao mesmo tempo. + em qualquer um da dg. Aumenta sensibilidade e diminui especificidade. Bom para quem tem dificuldade acesso saude, dca letal

Em serie: consecutivos, um de cada vez, todos precisam dar pos para dg. Aumenta espeficidade e dim sensibilidade. + barato, -agressivo

36

Fases ensaio clinico

Fase pre-clinica: teste em animais
Fase I: testa seguranca droga
Fase II: teste dose correta
Fase III: compara droga com placebo e ttm convencional (nao pode ser inferior)
Fase IV: vigilancia pos-comercializacao: mostra efeitos colaterais raros e a longo prazo

37

Eficacia e efetividade (validade int e ext)

Validade int ou eficacia: resultado para pessoas que chegaram ate final do estudo (situacao ideal)

Validade ext ou efetiviDADE "realiDADE": resultado para todos que teve intencao de ttm (situacao real)

38

Medida de frequencia estudos

Tranversal: prevalencia
Coorte/ensaio: incidencia

39

Calculo eficacia ou efetividade e da eficiencia

Eficacia ou efetividade=RRR
eficiencia=relacao custo-beneficio=NNT

40

Erro aleatorio

Acaso
p<0,05 (5%)=estastisticamente significativo, preciso, confiavel
Ex: rr 5/ IC 95 (2,7-7,6) confiavel pois sempre>1
5/ ic 95 (0,9-8,5) nao confiavel
Os estudos com intervalos mais estreitos trabalharam com mais gente (ex ic 95 (1-2))
Para ter diferenca estastistica o intervalo nao pode ter sobreposicao
Ex (2,3-4,1) e (3,8-6,0) houve sobreposicao
(2,3-4,1) e (4,2-9,9) o segundo sempre foi superior

41

Criterios de causalidade de hill

Sequencia cronologica (+ importante, fator de risco vem antes dca)
forca de associacao (incidencia maior expostos),
relacao dose-resposta (maior exposicao, mais dca), consistencia da associacao (varios estudos com resultados iguais),
plausabilidade (mecanismo dca e coerent exposicao),
analogia com outras situacoes (ex virus pode dar ca? A literatura confirma com hpv)
espeficidade (se tirar fator nao ocorre dca), coerencia (nao entra conflita hist dca),
evidencia experimental

42

Variaveis independente e dependente

Idenpendente: é o risco, fator causal
Dependente: consequencia, desfecho, dca

43

Variavel quantitativa e qualitativa

Qualitativa (ou categorica) caracteristicas, divididas em: ordinais: existe uma ordem ex estadiamento dca, escolaridade, classe social
Nominal: nao existe ordem, se sao 2 e binomial, >2 e multinomial ex: sexo (binomial), tipo sg, etnia, local de residencia (multi)

Quantitativa (ou numerica) numeros, se divide em:
Continua: tem valores fracionados ex temperatura
Descontinua (ou discreta, contagens): numeros inteiros ex bat cardiaco

44

Nivel de evidencia cientifica estudos

Nivel I: ensaio clinico randomizado e revisao sistematica
Nivel II: coorte
Nivel III: caso controle
Nivel IV: tranversal, ecologico
Nivel V: opiniao especialista

45

Principios eticos para pesquisa humanos

Autonomia
Beneficencia
Nao maleficencia
Justica

46

Medidas de tendencia central

Mediana: que esta no centro, menos sensivel a valores extremos, dificil de ser determinada para grandes qtd de dados
Media: reflete todos valores, e influenciadw valores extremos
Moda: valor q mais aparece, nao tem funcao em termo de calculo

47

Sensibilidade e especificidade

Sensibilidade: capacidade achar verdadeiros positivos, bom rastrear (coluna 1: a/a+c)
Aum sens, dim falso-
Exclui dca, bom triagem, ex doadores sg/dca letal

Especificidade: achar verdadeiro neg (coluna 2: d/b+d), bom dca letal, incuravel, estigmatizante
Aum esp, dim falso+
Fecha dg, confirma dca, ex situacoes em que + causa traumatismos psicologico/iatrogenia

48

Valor preditivo neg e pos (probabilidade pos teste)

Vp pos: proporcao de verdadeiros pos em relacao aos que com dg pos (linha 1:a/a+b)
Vp neg: proporcao de verdadeiros neg em relacao aos que com dg neg (linha 2:d/c+d

49

Acuracia

Proporcao de acetos teste (verdadeiros pos e neg) a+d/total

50

Relacao prevalencia (probabilidade pre teste) e valor preditivo pos e neg (probabilidade pos teste)

Maior prevalencia: maior vpp e menor vpn ex: prostituta e aids
Menor prevalencia: menor vpp e maior vpn ex: freira e aids

Especificidade e sensibilidade nunca variam

51

Receiver operator characteristic ou curva roc

Qto mais esq- mais especifico
Qdo mais sup- mais sensivel
Teste ideal: esq e sup
Eixo x: 1-especificidade=falso+
Eixo y: sensibilidade
Acuracia teste= maior area abaixo da curva

52

Razao de verossimilhanca

Expressam qtas vezes mais provavel de encontra um resultado em doentes comparado saudaveis
Razao de verossimilhanca de um teste positivo: sensibilidade/ 1-especificidade
De um teste neg: 1-sensibilidade/especificidade

53

Testes em paralelo e em serie

Paralelo: mtos ao mesmo tempo. + em qualquer um da dg. Aumenta sensibilidade e diminui especificidade. Bom para quem tem dificuldade acesso saude, dca letal

Em serie: consecutivos, um de cada vez, todos precisam dar pos para dg. Aumenta espeficidade e dim sensibilidade. + barato, -agressivo

54

Fases ensaio clinico

Fase pre-clinica: teste em animais
Fase I: testa seguranca droga
Fase II: teste dose correta
Fase III: compara droga com placebo e ttm convencional (nao pode ser inferior)
Fase IV: vigilancia pos-comercializacao: mostra efeitos colaterais raros e a longo prazo

55

Eficacia e efetividade (validade int e ext)

Validade int ou eficacia: resultado para pessoas que chegaram ate final do estudo (situacao ideal)

Validade ext ou efetiviDADE "realiDADE": resultado para todos que teve intencao de ttm (situacao real)

56

Medida de frequencia estudos

Tranversal: prevalencia
Coorte/ensaio: incidencia

57

Calculo eficacia ou efetividade e da eficiencia

Eficacia ou efetividade=RRR
eficiencia=relacao custo-beneficio=NNT

58

Erro aleatorio

Acaso
p<0,05 (5%)=estastisticamente significativo, preciso, confiavel
Ex: rr 5/ IC 95 (2,7-7,6) confiavel pois sempre>1
5/ ic 95 (0,9-8,5) nao confiavel
Os estudos com intervalos mais estreitos trabalharam com mais gente (ex ic 95 (1-2))
Para ter diferenca estastistica o intervalo nao pode ter sobreposicao
Ex (2,3-4,1) e (3,8-6,0) houve sobreposicao
(2,3-4,1) e (4,2-9,9) o segundo sempre foi superior