HCI Flashcards

1
Q

Qual o nome das sondas nasogástricas?

A

Tipo Levin

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2
Q

Como escolher o tamanho de uma sonda nasogástrica?

A

16 - 18 F para adulto (preferência 16)
criança: idade + 16/2

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3
Q

Indicações para uma sonda nasogástrica

A
  1. Avaliação de sangramentos gastro-intestinais
  2. Administração de medicamentos ou contrastes para TC em pacientes que não podem ou tem algum comprometimento neurológico
  3. Descompressão de estômago em caso de íleo paralítico e obstrução intestinal
  4. Lavagem gástrica
  5. Aspiração de conteúdo gástrico
  6. Nutrição enteral
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4
Q

Contra indicação para uma sonda nasogástrica

A
  1. Fratura do terço medial da face ou de base de crânio
  2. Cirurgia nasal recente
  3. Estenose esofágica
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5
Q

Como realizamos a inserção da sonda nasogástrica?

A

Orientar o paciente -> higienização simples das mãos e luvas de procedimento -> posição de Fowler (45 graus com pernas semifletidas) -> medição -> lubrificação com lidocaína gel na sonda -> flexionar a cabeça do paciente em direção ao esterno -> introduzir e avançar horizontalmente -> pedir para realizar movimentos de deglutição -> injetar 20 mL de ar e auscultar epigástrio -> fixação (esparadrapo em forma de calça - uma porção em uma narina e a outra na sonda) -> radiografia de tórax e abdome superior

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6
Q

Qual o tipo de sonda que usamos na sondagem orogástrica?

A

Fouché

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7
Q

Indicações para sonda orogástrica

A
  1. Usada em paciente inconsciente
  2. Lavagem/aspiração de conteúdo gástrico
  3. Contraindicação para sonda nasogástrica
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8
Q

Na sonda orogástrica aplicamos a anestesia em gel

A

F (usamos anestesia em spay)

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9
Q

Qual o diâmetro e comprimento das sondas nasoenterais?

A

Diâmetro: 3,5 - 12 F
Comprimento: 15 - 170 cm

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10
Q

Características das sondas nasoenterais

A

Leves
Feitas de silicone, poliuretano e outros polímeros
Resistentes a secreções digestivas
Fio guia de aço inoxidável

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11
Q

Indicação para sonda nasoenteral

A

Empregada em pacientes com desnutrição ou risco nutricional para realizar nutrição pós pilórica

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12
Q

Qual a diferença da colação da sonda nasoenteral para as outras?

A
  1. Na medição, acrescentamos 10 cm
  2. A sonda é lubrificada com água (injeta dentro da sonda e molha a ponta)
  3. Fio guia só sai após a primeira radiografia
  4. Segunda radiografia em 24h (para depois fazer liberação da dieta)
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13
Q

Quanto tempo leva para a sonda descer para o duodeno?

A

4h-24h

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14
Q

Quais indicações para uma sonda retal?

A
  1. Aliviar pressão provocada por líquidos e gases no cólon
  2. Administração de medicamentos
  3. Cirurgias anais
  4. Diarréias graves
  5. retirada de conteúdo fecal quando não é possível por meios naturais ( obstipação por tempo maior que 05 dias, mesmo diante do uso de laxativos, como óleo mineral e Lactulona)
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15
Q

Como o paciente é posicionado para a colocação de uma sonda retal?

A

Posição de sims: decúbito lateral
esquerdo, perna direita flexionada e esquerda
estendida.

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16
Q

Quais as indicações para uma sonda vesical?

A
  1. Obtenção de urina asséptica para exame
  2. Monitorização do DU para manejo de fluidos e processos diagnósticos
  3. Monitoração do status volemico e prevenção de distensão vesical durante a cirurgia
  4. Durante ou após cirurgias do trato genitourinario ou estruturas adjacentes
  5. Manejo da retenção urinária aguda ou crônica, com ou sem obstrução vesical
  6. Manejo de paciente imobilizados
  7. Cateterismo vesical intermitente em pacientes com bexiga neurogênica
  8. Terapia farmacológica intravesical
  9. Manejo de pacientes com incontinência urinária após falha de tratamentos conservadores, comportamentais, farmacológicos e cirúrgicos.
  10. Conforto para pacientes em cuidados paliativos
  11. Manejo de feridas abertas localizadas em região sacral ou perineal em pacientes incontinentes
  12. Manejo de hematúria associada a coágulo
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17
Q

Qual as contraindicações para passagem de sonda vesical?

A

Lesão uretral

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18
Q

Quais os sinais de lesão uretral?

A

Sangue em meato uretral
Hematuria
Equimose perineal

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19
Q

Qual o tipo da sonda em uma sondagem vesical?

A

Uma sonda de foley com 2-3 vias
Nelaton para sondagem de alívio

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20
Q

Quais características de uma sonda de Foley?

A

Feita de látex ou silicone
Em adultos geralmente 16-18 F (20-24 F em drenagem hematúria com coágulos)

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21
Q

Como realizar o procedimento de sondagem vesical?

A
  1. Orientar o paciente
  2. Posicionar o paciente: mulher em posição ginecológica e homem em decúbito dorsal
  3. Fazer a lavagem simples das mãos e calçar luva de procedimento
  4. Fazer a degermação (esponja em tudo menos na mucosa e escola em tudo menos na genitália) - toda região pélvica é perineal
  5. Retirar o excesso
  6. Repousar o penis cobrindo a glande e o local com gaze
  7. Fazer lavagem cirúrgica das mãos e colocar luvas estéreis
  8. Testar a sonda insuflando o balonete com 10 mL de ar e conectar ao coletor
  9. Pintar a região com PVPI alcoólico na maior parte (de medial para lateral) e PVPI tópico de forma radial na mucosa. Retirar a gaze de apoio e colocar o campo.
  10. Aplicar 20 mL de anestesia no meato uretral
  11. Inserir a sonda segurando o penis entre o 2-3 quirodáctilo, retificado
  12. Quando encontrar resistência, horizontaliza
  13. Insufla o balão com água destilada de acordo com a indicação da sonda
  14. Abre o coletor e espera refluir toda a urina
  15. Fecha o coletor, retira o campo e conecta o coletor abrindo de novo
  16. Fixa a sonda na face anterior da coxa do paciente
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22
Q

Quais são as forças que atuam na expulsão dos líquidos?

A

Capilaridade
Gravidade
Pressão dos tecidos vizinhos sobre a coleção líquida

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23
Q

Quais os tipos de drenagem?

A

Curativa: coleções purulentas em paredes delimitadas
Sentinela: quando há possibilidade de deiscência de uma anostomose
Profilática: quando há possibilidade do acúmulo de secreções d

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24
Q

Quais as complicações de um dreno?

A
  1. Infecções exógenas ascendentes
  2. Lesão de vísceras por drenos de maior consistência
  3. Perna do dreno dentro da cavidade
  4. Lesão de algum vaso levando a hemorragia
  5. Fístulas residuais
  6. Evisceração
  7. Eventração (hérnia)
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25
Q

Qual a utilidade do dreno de Penrose?

A

Drenar substâncias com baixo débito

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26
Q

Quais cuidados devemos ter com o dreno de Penrose?

A
  1. Trocar a gaze sempre que encharcar
  2. Puxar externamente o dreno (1-2 cm) por dia
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27
Q

Quais são as zonas do centro cirúrgico

A
  1. Zona irrestrita ou zona de proteção
  2. Zona semi-restrita ou zona limpa
  3. Zona restrita ou zona estéril
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28
Q

Do que é composta a zona irrestrita/proteção?

A
  1. Vestiários
  2. Sala de espera
  3. Corredor periférico
  4. Área de transferência
  5. Expurgo
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29
Q

Do que consiste a área semi-restrita/limpa?

A
  1. Sala de recepção dos pacientes
  2. Secretária e área de prescrição médica
  3. Área de enfermagem
  4. Farmácia
  5. Conforto-médico
  6. Sala de recuperação pós-anestésica
  7. Serviços auxiliares
  8. Acondicionamento de material esterilizado
  9. Lavabos
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30
Q

Do que consiste a área restrita/ estéril

A

Salas cirúrgicas

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31
Q

Como caracteriza-se a vestimenta para cada zona do centro cirúrgico?

A
  1. Proteção: pegar roupas para a próxima etapa
  2. Limpa: pijama cirúrgico, touca, propé
  3. Estéril: máscara, pijama, touca, propé, LAP antes de entrar na cirurgia
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32
Q

O que é assepsia?

A

conjunto de medidas utilizadas para impedir a penetração de agentes infecciosos em locais que não os contém. (campo, EPI…)

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33
Q

O que é antissepsia?

A

Conjunto de medidas utilizadas para inibir a colonização por microorganismos patogênicos, por um determinado período de tempo.

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34
Q

Qual a diferença entre antissepsia, desinfecção e esterilização?

A
  1. Antissepsia: inibe a colonização por microorganismos patogênicos por um tempo (antissépticos e germicidas) - Tecidos vivos
  2. Desinfecção: destrói os germes patogênicos, inativa a toxina ou inibe o desenvolvimento em superfícies inanimadas.
  3. Esterilização: destrói todas as formas de vida de um objeto por agente físico ou químico
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35
Q

Quanto tempo dura a lavagem SIMPLES das maõs?

A

40-60 s

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36
Q

O que significa Desinquinação?

A

lavagem básica e rápida das mãos feita com sabão comum, sem critério de ordem e realizada antes da lavagem cirúrgica das mãos

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37
Q

Quanto tempo dura a lavagem CIRÚRGICA das mãos?

A

3-5 min na primeira cirurgia e 2-3 min para as subsequentes

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38
Q

Preceitos básicos da lavagem cirúrgica das mãos

A
  1. remover adereços
  2. alternar a mão a cada passo da lavagem
  3. não é necessário escovar em apenas um sentido
  4. o enxague deve ser feito em um sentido (mão-cotovelo)
  5. mãos devem ser mantidas elevadas (acima dos cotovelos e abaixo dos ombros)
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39
Q

Qual a duração da lavagem cirúrgica com preparação alcoólica?

A

1,5-2 min

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40
Q

Como fazemos a secagem das mãos com a compressa?

A
  1. Compressa aberta, enxugar uma mão com um lado da compressa e a outra mão
    com outro lado da compressa.
  2. Deslizar a compressa de uma mão para o antebraço em movimento rotatório.
  3. Dobrar a compressa, utilizando apenas uma mão, deixando a porção que foi
    utilizada noprimeiro antebraço para dentro.
  4. Trocar de mão e deslizar a compressa pelo outro antebraço em movimento rotatório.
  5. Desprezar as compressas com as mãos erguidas.
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41
Q

Quantas compressas precisamos para degermação do paciente em uma cirurgia xifoumbilical?

A
  1. medial
    2-3. lateral
  2. genitália
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42
Q

Quando devemos fazer a troca das luvas estéreis?

A
  1. A cada 6h
  2. Em caso de contaminação
  3. Em caso de rompimento
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43
Q

Na pintura do paciente em caso de ilhas remanescente podemos utilizar a mesma gaze em ilhas do mesmo lado.

A

V

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44
Q

Configuração da cirurgia supramesocólica

A

Cirurgião a D do paciente
Primeiro auxiliar a frente do cirurgião
Segundo auxiliar do lado direito do cirurgião. Instrumentador do lado E do 1 auxiliar

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45
Q

O que é necessário para uma boa cicatrização?

A
  1. Ferida limpa
  2. Ausência de corpo estranho e tecidos desvitalizados
  3. Vascularização
  4. Ausência de infecções
  5. Níveis benéficos de umidade
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46
Q

Por que não usamos agentes antissépticos na região interna da ferida?

A

Pois a sua ação citotóxica é maior do que a antisséptica e prejudicam a formação do tecido de granulação cicatricial, retardando a cicatrização da ferida

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47
Q

Passo a passo antes da sutura

A

Explorar a ferida
Lavagem com soro
Debridamento se precisar,tricotomia
Degermação
Tintura
Campa
Anestesia

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48
Q

Como são divididos os tipos de anestésico?

A

curta duração:procaína e clorprocaína
duração intermediária: lidocaína, mepivacaína e prilocaína
longa duração: tetracaína, ropivacaína, bupivacaína e etidocaína.

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49
Q

Qual a finalidade de uma sutura?

A

Hemostasia
Aproximação
Sustentação
Estética
Restabelece integridade anatômica e funcional

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50
Q

O que é uma cicatrização harmoniosa?

A

Bordas regulares e aproximáveis
Local livre de infecção
Sem espaço morto ou tecido desvitalizado
Execução perfeita

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51
Q

Em face, podemos suturar até 18h

A

F (24h)

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52
Q

Qual a margem de tempo para sintetizar uma ferida?

A

18h, sem sinais de infecção

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53
Q

Comorbidades que dificultam a formação de tecido de granulação

A

Doença arterial periférica
Feridas crônicas
Diabetes

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54
Q

Pacientes com algumas comorbidades devem evitar suturas em extremidades e não devem suturar quando passado 6h

A

V

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55
Q

Quais as características de uma sutura descontínua?

A

Fios fixados separadamente
Varia a tensão a cada ponto
Ferida mais permeável
Demanda maior tempo de execução
Menos isquemiante

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56
Q

Características da sutura contínua

A

Execução mais rápida
Mais isquemiante

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57
Q

Qual a distância entre as 4 entradas no ponto simples?

A

1cm aproximadamente

58
Q

Qual a utilidade do ponto em U?

A

Maior aproximação das bordas e maior cicatrização
Usado em suturas com tensão
Usado em mãos e pés (pele grossa), aponeurose

59
Q

Qual a utilidade do Donatti?

A

Muito usado em cirurgia geral em bordas de feridas que tendem a invaginar ou que possuem tensão.

60
Q

Para que usamos o ponto em X?

A

Hemostasia e aproximação
Fechamento de paredes e suturas em aponeuroses,musculares, principalmente quando os músculos são secionados transversalmente
Usados em tecidos vascularizados como couro cabeludo
Usado em ligadura em massa e vaso sangrante oculto.

61
Q

Qual o tempo de retirada dos pontos descontínuos?

A

Face: 5 dias
Couro cabeludo: 7-14 dias
MMSS e tronco: 7 dias
MMII: 8-10 dias

62
Q

Quais são os fios mais escolhidos para suturas contínuas?

A

Fios absorvíveis ou não absorvíveis sintéticos monofilamentares (pequena reação tecidual e menor capilaridade)

63
Q

Princípios da sutura contínua

A

No preferencialmente na borda distal
Movimento de distal para proximal e da direita para esquerda

64
Q

Qual a utilidade do chuleio ancorado?

A

Mais hemostática e isquemiante
Aplicabilidade em cirurgia gastroenterológica

65
Q

Em quanto tempo retiramos a sutura intradérmica?

A

1-2 semanas

66
Q

como escolhemos o tamanho da máscara laríngea?

A

N1: RN e lactentes de até 5kg
N1,5: lactentes de 5-10 Kg
N2: crianças de 10-20 Kg
N2,5: crianças de 20-30 kg
N3: crianças/adolescentes de 30-50 kg
N4: adolescentes/adultos de 50-70 kg
N5: adultos/idosos de 70-100 kg
N6: adultos grandes acima de 100 kg

67
Q

De que é composta a cânula nasal de alto fluxo?

A

Fonte de gás + umidificador aquecido + circuito inspiratório único + prong nasal largo

68
Q

Quais as características de um cânula nasal de alto fluxo?

A

Fornece concentração controlada de oxigênio de fluxo alto aquecida e umidificada. Fluxo de oxigênio de 60 mL/min e FiO2 de 21-100%

69
Q

Indicações para Cânula nasal de alto fluxo:

A

Pacientes críticos:
1. Insuf. respiratória hipoxêmica e hipercápnica
2. Pós extubação
3. Pré oxigenação para intubação orotraqueal
4. Evitar IOT me pacientes imunossuprimidos

70
Q

Qual uma possível complicação para cânula nasal de alto fluxo?

A

aumento do risco de sangramento nasal

71
Q

Indicações para IOT:

A
  1. Insuf. Respiratória aguda na falha de manutenção com ventilação não-invasiva
  2. Oxigenação ou ventilação inadequada
  3. Proteção das VA em pacientes com rebaixamento do nível de consciência
  4. Instabilidade hemodinâmica grave
  5. Doença neuromuscular
  6. TCE com necessidade de hiperventilação
  7. Incapacidade de manter oxigenação adequada com máscara
  8. Condições potencialmente ameaçadoras ás VA ( queimadura em face e pescoço, edema cervical, lesões por inalação, estado de mal convulsivo, risco de aspiração de sangue ou vômitos)
72
Q

Contraindicação para IOT:

A
  1. patologias glóticas ou supraglóticas que impeçam a correta inserção do tubo ou que possam piorar as lesões com a laringoscopia/ inserção do tubo
  2. Trauma contuso de laringe
  3. Trauma penetrante das VAS
73
Q

Complicações de uma IOT

A
  1. Lacerações em boca, esôfago, traqueia
  2. Lesões dentárias e de partes moles
  3. Edema de laringe e paralisia de cordas vocais
  4. Sangramento em VAS
  5. Hipotensão, bradicardia, arritmias
  6. Pneumotórax
  7. Regurgitação de conteúdo gástrico
  8. Alterações hemodinâmicas
  9. Broncoespasmo
74
Q

Quais são as lâminas mais utilizadas na realização da laringoscopia?

A

Reta - Miller ( utilizadas em crianças já que a imaturidade do ligamento glosso-epiglótico pode predispor a lesões)
Curvas - Macintosh (ponta romba deve ser posicionada na valécula, deprimindo o ligamento glosso-faríngeo) - melhor controle da língua

75
Q

Como manusear um laringoscópio?

A

Mãe esquerda manuseia o cabo e a direita pode elevar e inclinar a cabeça ou realizar mobilização da cartilagem tireoide

76
Q

No que consiste o LEMON?

A
  1. Look Externally
  2. Evaluate
  3. Mallampati
  4. Obstruction
  5. Neck Mobility
77
Q

Como avaliamos uma bolsa-válvula-máscara difícil?

A

Restriction/Radiation
Obstruction/Obesity
Mask seal,Mallampati,Male
Age > 55
No teeth

78
Q

Indicadores de uma cricotireoidostomia difícil

A

Surgery: alteração da anatomia ou tecido fibrótico de cirurgias prévias, além de manipulações recentes.
Mass: Tumores sólidos, hematomas e abcessos
Anatomy: Pescoço curto, excesso de tecido subcutâneo, enfisema subcutâneo, infecção.
Radiation: radiação local
Tumor

79
Q

Como é dividida a classificação de Mallampati?

A

Classe I: Visualização de palato mole, úvula e pilares das tonsilas;
Classe II: Visualização de palato mole e úvula;
Classe III: Visualização de palato mole e base da úvula;
Classe IV: Não se observam nem o palato mole e nem os pilares das tonsilas

80
Q

Qual é o índice de Cormack-Lehane?

A

Grau I: Visualização das cordas vocais e epiglote;
Grau II: Visualização somente da parte posterior da glote;
Grau III: Visualização da glote ou epiglote;
Grau IV: Não há visualização da glote ou epiglote

81
Q

Qual a manobra mais importante para otimização da Laringoscopia?

A

B.U.R.P
Backward
Upward
Right
Position

82
Q

Em que consiste a manobra de Sellick?

A

Leve pressão ao pescoço anterior ao nível da cartilagem cricóide. Promove obstrução externa do esôfago e previne refluxo do conteúdo gastrico (pode ser feita com o dedo médio e polegar)

83
Q

Quais as complicações da Manobra de Sellick?

A
  • Náuseas, vômitos, dor
  • Alterações hemodinâmicas
  • Fechamento das cordas vocais
  • Dificuldade de ventilação
84
Q

No que consiste a intubação de sequência rápida?

A

Administração praticamente simultânea de um sedativo e um bloqueador neuromuscular

85
Q

Na ISR a pré oxigenação deve ser feita preferencialmente sem ventilações

A

V

86
Q

Qual a diferença da ISR para Sequência prolongada de intubação?

A

Na sequência prolongada, o sedativo é feito previamente a pré oxigenação

87
Q

O que é o Cash Airway?

A

Conceito em que, na iminência de uma PCR, desconsideramos a ISR (segue para pré oxigenação e passagem do tubo)

88
Q

Qual a técnica para intubação de sequência rápida?

A

Preparação
Pré-oxigenação
Pré-tratamento
Paralisia com indução
Proteção e posicionamento
Posicionamento da cânula
Pós intubação

89
Q

O que fazemos na fase de preparação da ISR?

A
  1. Avaliação da VA do paciente, ver risco de hipercalemia, alergias; esvaziar estômago se preciso.
  2. Monitorização cardíaca e da PA
  3. Oximetria de pulso e acesso venoso calibroso
  4. Posicionar paciente
  5. Escolha e colocação das drogas em seringas identificadas
  6. Checar materiais (importante ter mais de um de cada tipo)
90
Q

Como posicionar o paciente para a IOT?

A

Posição de sniffing: Hiperextensão da cabeça e coxim na região occipital. (alinhamento no plano horizontal do lobo da orelha e o esterno)

91
Q

No que consiste a pré-oxigenação do paciente durante a ISR?

A

Oferta de O2 a 100%, sem ventilação, por 3-5 min. (AMBU ou máscara não reinalante)

92
Q

Qual o drive respiratório promovido pela pré-oxigenação?

A

8 min, exceto em crianças, idosos e obesos que pode cair para 4min.

93
Q

Qual a função da etapa de pré-tratamento da IOT?

A

Reduzir efeitos adversos associados a IOT através de medicações antes da fase de indução

94
Q

Quais as drogas mais utilizadas na fase de pré-tratamento em uma IOT?

A

Lidocaína: 1-5mg/kg (pacientes com HIC)
Fentanil: 1-3 mcg/kg (Risco de rigidez, bloqueio adrenérgico)

95
Q

Quando devem ser administradas as drogas do pré-tratamento?

A

3min antes da intubação

96
Q

A paralisia deve ser realizada antes da indução na IOT.

A

F (a indução deve ser realizada primeiro)

97
Q

Como é realizada a fase de paralisia com indução?

A

Administração de uma droga hipnótica seguida de um bloqueador neuromuscular, em bolus e de forma rápida (paciente capaz de realizar IOT em cerca de 60s)

98
Q

Quais são as principais drogas usadas como agentes indutores?

A

Etomidato
Quetamina
Midazolam
Propofol
Tiopental* (convulsão)

99
Q

Qual a utilidade do etomidato?

A

Agente indutor
0,2-0,3 mg/kg
Ação em 15-45s
Droga de escolha em instabilidade hemodinâmica ou disfunção miocárdica.
Pacientes com HIC.
Melhor droga indutora no geral

100
Q

Qual a utilidade do midazolam?

A

Agente indutor
Droga de escolha para mal epiléptico
Evitar uso em choque (causa depressão miocárdica e respiratória)
0,1-0,3mg/kg
Ação em 30-60s

101
Q

Utilidade da quetamina

A

Agente indutor
Promove analgesia significativa
Droga de escolha para hipotensão e choque
Faz broncodilatação
Evitar em cardiopatia isquemica, hipertensão e HIC.
1-2mg/kg
Ação em menos de 60s

102
Q

Utilidade do propofol

A

Agente indutor
Diminui a resistência das VA
Diminui consumo cerebral de O2
Propriedade anticonvulsivante
Poder inotrópico negativo (evitar em choque)
Ação 15-45 s
1-3mg/kg

103
Q

Utilidade do Tiopental

A

Inotrópico negativo
Causa hipotensão
3-5 mg/kg
Início de ação em 5-30s

104
Q

Quais os bloqueadores musculares utilizados na IOT

A

Succinilcolina e Rocurônio

105
Q

Qual a utilidade da succinilcolina?

A

Bloqueador neuromuscular
1-2 mg/kg
Produz hipercalcemia
Efeitos colaterais: rabdomiólise, hipertermia maligna, doença neuromuscular, AVC
Ação 30-60s

106
Q

Qual a utilidade do rocurônio?

A

Agente adespolarizante
Menos efeitos colaterais
Reversor: sugammadex (2-3 mg/kg)
1-2 mg/kg
Ação em menos de 120s

107
Q

No que consiste a fase de proteção da ISR?

A

Proteger e manipular a via aérea contra aspiração durante o posicionamento do tubo endotraqueal

108
Q

Como realizamos o posicionamento da cânula endotraqueal?

A

Realizar a laringoscopia com a mão esquerda introduzindo a lâmina do laringoscópio ao longo da borda direita da linha do paciente até que se insira na valécula ou ultrapasse e sobreponha a epiglote

109
Q

Como manuseamos a cânula endotraqueal?

A

realiza-se a laringoscopia com a mão esquerda introduzindo a lâmina do laringoscópio ao longo da borda direita da língua do paciente até que ela se insira na valécula ultrapasse e se sobreponha à epiglote. Em movimento para cima e para frente perpendicular a mandíbula; até encontrar as cordas vocais e inserir o tubo.

110
Q

Qual a função da lâmina de McCoy?

A

Permite,através da tração da epiglote, a exposição das cordas vocais em paciente cormack grau 2-3

111
Q

Qual a função do GEB?

A

permite a passagem do tubo orotraqueal em cormacks altos (sua ponta angulada bate nos anéis da traqueia e transmite essa sensação ao profissional)

112
Q

Quais são as manobras de obtenção de VA?

A

Head tilt
Chin-lift
Jaw-thrust

113
Q

Como realizamos a manobra head tilt?

A

Devemos alinhar os eixos oral, laríngeo e faríngeo,reduzindo a queda da base de língua deixando a cabeça hiperextendida ao nível da articulação atlanto-occipital, juntamente com a flexão anterior da coluna cervical. Para isso,posicionamos a mão na região frontal da cabeça do paciente,empurrando com a palma. Importante colocar um coxim na região occipital

114
Q

Indicação é contraindicação para head tilt:

A

Contraindicação: deve ser evitada em pacientes com suspeita de TRM de região cervical para não agravar a lesão.

115
Q

Como é realizada a manobra de chin lift?

A

Devemos posicionar os dedos de uma mão sob a mandíbula que é tracionada para cima de modo a anteriorizar o mento. O polegar da mesma mão afasta levemente o lábio inferior, para abrir a boca. Não deve causar hiperextensão do pescoço

116
Q

Como realizamos a manobra jaw-thrust?

A

Ela é realizada posicionando-se atrás da cabeça do paciente e apoiando as mãos em ambos os lados da face,com o dedo indicador,medio e anelar abaixo do ângulo da mandíbula. Diante disso, empurramos para anterior e superior. Os polegares são usados para abrir a boca.

117
Q

Quais são as características de uma máscara de Venturi?

A

Permite titulação da FiO2
Possui válvulas plásticas com fluxo de oxigênio pré determinado. O seu fluxo pode ir de 24%-50%

118
Q

Quais as indicações e contraindicações para máscara de Venturi?

A

Indicação: Insuficiência respiratória de pacientes que necessitem de titulação precisa da FiO2. (Asma,DPOC, desmame de intubação)

Contraindicação: Pacientes que necessitem de alta taxa de FiO2. Pacientes que não têm ventilação espontânea, que necessitam de oxigenação sob pressão positiva. Pacientes que estejam vomitando.

119
Q

Como devemos colocar a máscara de venturi?

A

Procedimento:
1. Realizar a lavagem simples das mãos e calçar luvas de procedimento.
2. Checar qual válvula será utilizada, conforme o fluxo de O2 necessário, em L/min.
3. Conectar máscara, traqueia, válvula, suporte de diluidor e extensão. E estes ao cilindro de O2.
4. Posicionar paciente com cabeceira a 45o em leito.
5. Regule o fluxo de O2 em litros por minuto no fluxômetro de acordo com indicação da válvula escolhida.
6. Acoplar máscara ao paciente, atentando-se a melhor adaptação da máscara à face dele

120
Q

Quais são as características da máscara não reinalante?

A

Possui um sistema de válvulas unidirecionais
Permite oferecer FiO2 de até 100% com um fluxo de oxigênio de até 15L/min

121
Q

Quais as indicações e contraindicações do uso de uma máscara reinalante?

A

Indicação: Condições que levem a insuficiência respiratória aguda, em pacientes conscientes, que ventilam espontaneamente e sem indicação precisa de via aérea avançada.

Contraindicação: Pacientes que não têm ventilação espontânea, que necessitam de oxigenação sob pressão positiva.

122
Q

Como colocamos a máscara não reinalante?

A
  1. Realizar a lavagem simples das mãos e calçar luvas de procedimento.
  2. Checar se a máscara, o reservatório e a conexão com o oxigênio estão funcionantes.
  3. Realizar a manobra de obtenção de via aérea, se houver indicação.
  4. Escolher o tamanho adequado da máscara, conforme tamanho do paciente, colocando a porção mais afinada da máscara voltada para cima.
  5. Adaptar máscara: cobrir boca e nariz de forma que não haja escape de ar.
  6. Ligar a fonte de oxigênio.
123
Q

Quais são as características do AMBU?

A

Permite que o paciente seja oxigenado com ou sem pressão positiva. Podemos fornecer uma FiO2 de até 100%

124
Q

Como seguramos o AMBU?

A

Manobra de C e E: mãos em “C” com o dedo indicador e o polegar; e um “E” com os demais dedos, mantendo o mento e mandíbula elevados. A porção nasal é colocada primeiramente, seguido do corpo.

125
Q

Quais são as indicações e contraindicações para o uso do AMBU?

A

Indicação:
Para oxigenação: Mesmas indicações da máscara não-reinalante.
Para ventilação: Apneia (paciente sem drive respiratório).

Contraindicação: Não é uma contraindicação formal, mas deve-se evitar o uso de ventilação quando houver desejo importante de evitar barotrauma ou hiperinsuflação gástrica e o refluxo de seu conteúdo.

126
Q

Qual a função das canulas?

A

Vão impedir a oclusão da VA pela língua e fornecer um meio para passagem de ar

127
Q

Como a cavidade nasal tem inclinação entre 10 e 15o inferiormente devemos inclinar a cabeça do paciente levemente para baixo, com o intuito de evitar lesões de estruturas superiores durante a passagem dos dispositivos.

A

V

128
Q

Quais são as cânulas orofaringeas?

A

Guedel e Berman

129
Q

Contraindicação para cânula orofaringea:

A

Pacientes conscientes

130
Q

Qual a distância de medição da cânula orofaringea?

A

Comissura labial ou lóbulo da orelha

131
Q

Qual as contraindicações de uma cânula nasofaringea?

A

Suspeita de trauma de base de crânio

132
Q

Quais complicações podem estar presentes após a colocação de uma cânula nasofaríngea?

A

Distensão gástrica e ventilação ineficaz em casos de escolha errônea do tamanho da cânula promovendo o seu deslocamento para o esôfago; e lesão da mucosa nasal podendo gerar epistaxe.

133
Q

Qual a distância adequada na medição de uma cânula nasofaríngea?

A

Entre a asa do nariz e o lóbulo da orelha

134
Q

Quais são as características da máscara laringea?

A

Dispositivo supra-glótico para ventilação pulmonar, dispensa a laringoscopia, além de proporcionar rapidez no acesso e controle da via aérea. Ao fim de sua inserção, a ML acomoda-se na hipofaringe,sobrepondo a laringe com uma câmara inflável, de forma que sua ponta se aloje sobre o esfíncter esofagiano superior.

135
Q

Qual a indicação para máscara laringea?

A

Quando a intubação endotraqueal falhar ou estiver contraindicada e a ventilação com máscara não for suficiente para manter a oxigenação. Indicada para pacientes inconscientes ou gravemente obnubilados.

136
Q

Quais as contraindicações para máscara laringea?

A
  • Pacientes com maior risco de regurgitação do conteúdo gástrico (pacientes que não estejam em jejum, portadores de hérnia de hiato ou obstrução intestinal, obesidade mórbida, gestantes com mais de 14 semanas e politraumatizados).

-Pacientes com baixa complacência pulmonar ou alta resistência à ventilação (fibrose, DPOC, trauma torácico, edema pulmonar, broncoespasmo e grandes tumores cervicais);

  • Pacientes com alterações anatômicas, seja devido a impossibilidade de extensão cervical ou abertura da boca (instabilidade de coluna cervical), por afecções faríngeas e orais (abscesso, hematoma e tumor), ou por obstrução ventilatória abaixo ou da própria laringe
137
Q

Por quanto tempo podemos manter um acesso por dissecção venosa?

A

12-24h

138
Q

Quais as indicações para dissecação venosa?

A

Impossibilidade de acesso venoso periférico ou central em adultos

Impossibilidade de acesso venoso periférico ou intraósseo em crianças

Impossibilidade de acesso venoso periférico,em trauma grave, para ressuscitação volêmica

Grandes queimados com acometimento de MMSS,pescoço e tórax

139
Q

Quais as contraindicações para dissecção venosa?

A

Trombose da veia a ser dissecada
Celulite sobrejacente ao local da infecção
Descontinuidade anatômica
Suspeita de perda de integridade das veias ilíacas

140
Q

Quais as possíveis complicações de uma dissecção venosa?

A

Celulite
Hemorragia
Infecção
Hematoma
Flebite
trombose venosa
Lesão arterial ou venosa
Embolia gasosa

141
Q

Quais são os locais de escolha para dissecção venosa?

A
  1. Veia safena magna (1-2cm superior e anteriormente ao maleolo medial)
  2. Veia basílica medial antecubtal (2,5-3cm lateralmente ao epicôndilo medial)