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Flashcards in Raiva Deck (20):
1

Sinonímia p/ "Raiva"

A Raiva tbm é conhecida como:

  • Hidrofobia ou
  • Encefalite Rábica

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Descrição geral da Raiva

Antropozoonose transmitida ao homem pela inoculação do vírus na saliva e secreções de animais infectados, principalmente pela mordedura e lambedura. Caracteriza-se como uma encefalite progressiva e aguda que apresenta letalidade próxima de 100%.

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O agente etiológico da Raiva

O VÍRUS RÁBICO

  • Família: Rhabdoviridae
  • Gênero: Lyssavirus

 

AS VARIAÇÕES ANTIGÊNICAS

  • O gênero Lyssavírus apresenta 8 genótipos sendo que o Genótipo 1 (Rabies vírus) é o único presente na América Latina. Esse genótipo ainda possui 12 variantes antigênicas, mas no Brasil encontramos apenas 7:
    • As var. 1 e 2 são isoladas dos cães;
    • A 3, no morcego hematófago.
    • As var. 4 e 6, no morcego incetífero.
    • As var. 5 e 7 no Cachorro do mato + Sagui de tufos brancos 
      • Apenas os mamíferos transmitem o vírus da Raiva!
        • Na área urbana os principais transmissores são os cães e gatos...

 

MORFOLOGIA

  • Possui aspecto de projétil

 

MATERIAL GENÉTICO

  • É um RNA vírus

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Julge em Certo ou Errado:

Apenas os mamíferos transmitem o vírus da Raiva.

CERTO !

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Sobre o Reservatório do Vírus da Raiva: que animais comumente são reservatórios do vírus da Raiva?

Importante!

  • Apenas os mamíferos transmitem e são acometidos pelo vírus da Raiva.

 

Os quirópteros (morcegos) são os responsáveis pela manutenção da cadeia silvestre, entretanto, outros mamíferos, como canídeos silvestres (raposas e cachorro do mato), felídeos silvestres (gatos do mato), outros carnívoros silvestres (jaritatacas, mão pelada), marsupiais (gambás e saruês) e primatas (saguis), também apresentam importância epidemiológica nos ciclos enzoóticos da raiva. Na zona rural, a doença afeta animais de produção, como bovinos, equinos e outros.

 

PRINCIPAIS NA ZONA URBANA

  • Cães e Gatos (variações antigênicas 1 e 2)
    • OBS: Ratos ñ sao reserv. import.

 

PRINCIPAIS NA ZONA RURAL

  • Equinos e Bovinos

 

ATENÇÃO!

Os roedores Urbanos ou de Criação são considerados reservatórios de BAIXO RISCO!

  1. ratazana de esgoto (Rattus norvegicus);
  2. rato de telhado (Rattus rattus);
  3. camundongo (Mus musculus);
  4. cobaia ou porquinho-da-índia (Cavea porcellus);
  5. hamster (Mesocricetus auratus);
  6. coelho (Oryetolagus cuniculus).

6

Transmissão do vírus da Raiva? Após a inoculação do vírus qual a sua fisiopatogenia?

A transmissão ocorre geralmente do animal (mamífero) p/ o homem (raramente ocorre de homem p/ homem). Ocorre pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura e, mais raramente, pela arranhadura e lambedura de mucosas ou pele NÃO-Íntegra.

 

O vírus penetra no organismo, multiplica-se no ponto de inoculação, atinge o sistema nervoso periférico e, posteriormente, o sistema nervoso central. A partir daí, dissemina-se para vários órgãos e glândulas salivares, onde também se replica, sendo eliminado pela saliva das pessoas ou animais enfermos.
 

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7

Qual o período de incubação do vírus da Raiva?

É extremamente variável, desde dias até anos, com uma média de 45 dias no homem. Em crianças, o período de incubação tende a ser menor que no indivíduo adulto. Está diretamente relacionado à localização, extensão e profundidade da mordedura, arranhadura, lambedura ou contato com a saliva de animais infectados; distância entre o local do ferimento, do cérebro e troncos nervosos; concentração de partículas virais inoculadas e cepa viral. Para cada espécie animal, o período de incubação é diferente, variando de 15 dias a 4 meses, exceto para os quirópteros, cujo período pode ser maior.

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8

Sobre a transmissão da Raiva:

Cães e gatos são conhecidos como os principais reservatórios da Raiva em área urbana. 

Julgue em certo ou errado:

  • Os cães e gatos transmitem o vírus da raiva apenas após o início dos sintomas.

Errado!

 

Nos cães e gatos, a eliminação de vírus pela saliva ocorre de 2 a 5 dias antes do aparecimento dos sinais clínicos e persiste durante toda a evolução da doença. A morte do animal acontece, em média, entre 5 e 7 dias após a apresentação dos sintomas.

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Quais pacientes devem receber a profilaxia para a Raiva?

A imunidade é conferida por meio de vacinação, acompanhada ou não por soro. Dessa maneira, pessoas que se expuseram a animais suspeitos de raiva devem receber o esquema profilático, inclusive indivíduos com profissões que favorecem a exposição.
 

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Qual a clínica clássica da Raiva?

#OBS: O quadro clínico típico da Raiva acontece em 80% dos casos.

 

PERÍODO DE INCUBAÇÃO

  • Bastante variado.

 

PRÓDROMOS

Após o período de incubação, surgem os pródromos, que duram em média 2 a 10 dias, c/ sinais clínicos inespecíficos:

  • Mal-estar geral, pequeno aumento de temperatura, anorexia, cefaleia, náuseas, dor de garganta, entorpecimento, irritabilidade, inquietude e sensação de angústia.
  • Podem ocorrer linfoadenopatia, por vezes dolorosa à palpação, hiperestesia e parestesia no trajeto de nervos periféricos, próximos ao local da mordedura, bem como alterações de comportamento.

 

EVOLUÇÃO DO QUADRO CLÍNICO

  • A infecção progride, surgindo manifestações de ansiedade e hiperexcitabilidade crescentes, febre, delírios, espasmos musculares involuntários, generalizados, e/ou convulsões.
  • Espasmos dos músculos da laringe, faringe e língua ocorrem quando o paciente vê ou tenta ingerir líquido, apresentando sialorreia intensa. Os espasmos musculares evoluem para um quadro de paralisia, levando a alterações cardiorrespiratórias, retenção urinária e obstipação intestinal. Observa-se, ainda, a presença de disfagia, aerofobia, hiperacusia, fotofobia.
  • O paciente se mantém consciente, com período de alucinações, até a instalação de quadro comatoso c/ conseguinte evolução para óbito.
  • ATENÇÃO! O período de evolução do quadro clínico, depois de instalados os sinais e sintomas até o óbito, é, em geral, de 2 a 7 dias.

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Todos os pctes c/ Raiva devem ser internados em área de Isolamento?

O paciente com raiva furiosa e/ou paralítica deve ser isolado e a equipe médica do hospital deverá usar Equipamentos de Proteção Individual (EPI).

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Diagnóstico de Raiva.

DIAGNÓSTICO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO

  • Não existem dificuldades para estabelecer o diagnóstico quando o quadro clínico vier
    acompanhado de sinais e sintomas característicos da raiva, precedidos por mordedura, arranhadura ou lambedura de mucosas provocadas por animal raivoso.
  • O quadro clínico típico ocorre em 80% dos pctes.

 

DIAGNÓSTICO LABORATORIAL

  • Imunofluorescência direta (IFD) nas amostras de tecidos de impressão de córnea, raspado de mucosa lingual (swab) ou tecido bulbar de folículos pilosos, obtidos por biópsia de pele da região cervical. A sensibilidade dessas provas é limitada e, quando negativas, não se pode excluir a possibilidade de infecção;
  • Prova biológica (PB) – isolamento do vírus, através da inoculação em camundongos ou cultura de células;
  • Detecção de anticorpos específicos no soro ou líquido cefalorraquidiano, pela técnica de soroneutralização em cultura celular, em pacientes sem antecedentes de vacinação antirrábica;
  • Reação em cadeia da polimerase (PCR) – detecção e identificação de RNA do vírus da raiva.

 

CASO SUSPEITO

  • [Ministério da Saúde] Todo paciente com quadro clínico sugestivo de encefalite, com antecedentes ou não de
    exposição à infecção pelo vírus rábico.
  • [VERONESI] Todo paciente que apresente quadro clínico sugestivo (sinais e sintomas) de encefalite com hidrofobia, aerofobia e fotofobia ou com parestesia, paresia e paralisia, que tenha histórico, com antecedentes ou não, de exposição ao vírus da raiva. Mesmo que não tenha histórico de agressão ou acidente (manuseio ou contato) com qualquer tipo de mamífero, seu organismo (órgãos e vísceras) ou suas secreções. Em geral, a parestesia, a paresia e a paralisia iniciam-se no local da agressão.

 

CASO CONFIRMADO

  • Critério Laboratorial
    • Caso suspeito com sintomatologia compatível, para a qual a IFD, ou PB, ou PCR, foi positiva para raiva.
  • Critério Clínico-Epidemiológico
    • Paciente com quadro neurológico agudo (encefalite), que apresente formas de hiperatividade, seguido de síndrome paralítica com progressão para coma, sem possibilidade de diagnóstico laboratorial, mas com antecedente de exposição a uma provável fonte de infecção.

 

CASO DESCARTADO

  • Todo caso suspeito com IFD e PB negativas ou que, durante a investigação, teve seu diagnóstico confirmado laboratorialmente por outra etiologia.

 

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Quais são as pérolas do exame físico de um pcte suspeito de Raiva, os quais temos que ficar atentos?

No exame físico, frente à suspeita clínica, observar atentamente a fácies, presença de hiperacusia, hiperosmia, fotofobia, aerofobia, hidrofobia e alterações do comportamento.
 

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Tratamento da Raiva

Em 2004, foi registrado nos Estados Unidos o 1º relato de tratamento de raiva humana em paciente que não recebeu vacina ou soro antirrábico e evoluiu para cura. Essa terapêutica ficou conhecida como "protocolo de Milwaukee". Em 2008 foi confirmado um caso de Raiva no estado do Perbambuco, lá o protocolo de Milwaukee foi adaptado à realidade brasileira, denominado protocolo de Recife

 

TRATAMENTO

O protocolo de Recife deve ser iniciado o mais precoce possível em casos confirmados da doença. Esse protocolo consiste, basicamente, na indução de coma, uso de antivirais e reposição de enzimas, além da manutenção dos sinais vitais do paciente. Sua aplicação deve ser orientada diretamente pela equipe da SVS/MS.

 

OBS MASTER (VERONESI)

É recomendado que os pacientes a serem submetidos ao tratamento da raiva humana, quando já instalado o quadro clínico, não tenham recebido nem venham a receber nenhuma dose de vacina contra a raiva ou aplicação do soro antirrábico (homólogo ou heterólogo), ou seja, estejam isentos da profilaxia da raiva humana, uma vez que ela não tenha sido adequadamente realizada, por ocasião do agravo com o animal raivoso.

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Epidemiologia da Raiva.

#OBS: Notificação compulsória!

  • Todo atendimento por acidente por animal potencialmente transmissor da raiva deve ser notificado pelos serviços de saúde, por meio da Ficha de Investigação de Atendimento Antirrábico do Sinan.

 

NO MUNDO

  • A raiva ocorre em todos os continentes, com exceção da Oceania e Antártida.
  • É endêmica na maioria dos países africanos e asiáticos.

 

BRASIL

  •  

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Sobre a vacina da Antirábica:

QUEM DEVE TOMAR?

COMO ARMAZENAR A VACINA?

VACINA PRÉ/PÓS EXPOSIÇÃO

DOSE & VIA DE ADMINISTRAÇÃO

QUANDO ESTÁ CONTRAINDICADA?

QUAIS OS EFEITOS ADVERSOS?

QUEM DEVE TOMAR?

  • Profilaxia
    • Está indicado como profilaxia em casos de exposição à animais confirmadamente portadores de raiva ou suspeitos.
      • Alguns casos de profilaxia devem ser feitos da seguinte forma: Vacina + Soro.

 

COMO ARMAZENAR A VACINA?

  • Deve ser conservada em geladeira, fora do congelador, na temperatura entre 2 a 8°C até o momento de sua aplicação.

 

VACINA PRÉ/PÓS EXPOSIÇÃO

  • Vacina Pré-Exposição
    • Três injeções iniciais dias 0, 7, 28; primeiro reforço ao ano com reforços posteriores cada 3 anos.
  • Vacina Pós-Exposição
    • Pessoas não vacinadas são tratadas com 5 injeções nos dias 0, 3, 7, 14, 30. Primeiro reforço opcional em 90 dias. Em pessoas anteriormente imunizadas por uma vacinação preventiva completa: antes de um ano se deve aplicar uma injeção no dia 0 e se faz mais de 1 ano se deve aplicar 3 injeções nos dias 0, 3 e 7.

 

DOSE & VIA DE ADM

  • Via IM
    • Dose IM = 2,5 UI (Frascos de 0,5mL ou 1mL)
      • Dose não depende da idade, sexo ou peso do pcte.
    • Aplicação profunda, na região deltoide ou vasto lateral da coxa (principalmente em crianças até 2 anos).
      • NÃO APLICAR NO GLÚTEO!
  • Via Intradérmica
    • Dose ID = 0,1mL
    • Deve ser aplicada em locais de drenagem linfática, geralmente nos braços, na inserção do músculo deltoide.
    • CONTRAINDICADA essa via de adm em pssoas em tto c/ drogas imunossupressoras.
    • Se, eventualmente, a vacina for aplicada erroneamente por via subcutânea ou intramuscular, deve-se repetir o procedimento e garantir que a aplicação seja feita por via intradérmica.

 

QND A VACINA ESTÁ CONTRAINDICADA?

  • Não há contraindicação definitiva. Apenas, sempre que possível, recomenda-se a interupção do tto c/ corticoides e/ou imunossupressores, ao se iniciar o esquema de vacinação antirrábica, pois não é indicado fazer a imunoprofilaxia em pessoa imunodeprimida.
    • OBS: Liberada em:
      • Gestantes
      • Lactentes
      • Comorbidades

 

QUAIS OS EFEITOS ADVERSOS?

  • OBS MASTER
    • A vacina de cultivo celular é mais potente que a elaborada no sistema nervoso central de animais, segura e praticamente isenta de risco. Não há registro de eventos adversos neurológicos, os mais temidos.
  • Causam poucos efeitos adversos e, na quase totalidade dos casos, são de pouca gravidade. Mas como sempre devemos ficar atentos a reações de maior gravidade:
    • Principalmente Neurológicas.
    • ou de hipersensibilidade grave.
  • Em caso de reação grave, a vacina pode ser substituída por outra que ñ contenha albumina humana. Na impossibilidade de troca da vacina, adm-la sob tto específico prévio (manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação 2014).

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Sobre o SORO antirrábico:

INDICAÇÃO

COMPOSIÇÃO

COMO ARMAZENÁ-LO?

DOSE & ADMINISTRAÇÃO

EFEITOS ADVERSOS

INDICAÇÃO

  • Está indicada junto c/ a vacina em casos de exposição GRAVE.
  • Não é necessário qnd o pcte recebeu esquema profilático completo anteriormente, exceto situações em que o pcte já fez esq. profilático completo mas é imunodeprimido ou apresenta dúvidas c/ relação ao esq. profilático.

 

COMPOSIÇÃO

  • De origem Animal:
    • Solução concentrada e purificada de anticorpos obtidos a partir do soro de equinos imunizados com antígenos rábicos.
  • De origem humana:
    • A IGHAR é uma solução concentrada e purificada de anticorpos, preparada a partir de hemoderivados de indivíduos imunizados com antígeno rábico. É um produto mais seguro que o soro antirrábico de origem animal, porém de produção limitada e, por isso, de baixa disponibilidade e alto custo. 

 

COMO ARMAZENÁ-LO?

  • Armazenar da msm maneira que a Vacina: em geladeira (fora do congelador).

 

DOSE & ADMINISTRAÇÃO

  • A dose é de 40 UI/kg de peso. A dose máxima é de 3.000UI. A dose pode ser dividida e administrada em diferentes músculos, simultaneamente.
  • OBS MASTER >>> Após o 3o dia de vacinação, o Soro não é mais necessário.
  • Deve-se infiltrar na(s) lesão(ões) a maior quantidade possível da dose do soro que a região anatômica permita.
    • Podemos diluir em SF em até 3x.
    • Caso a região anatômica não permita a infiltração de toda a dose, a quantidade restante, a menor possível, deve ser aplicada por via intramuscular, na região glútea (quadrante superior externo). Em crianças até 2 anos = Vasto Lateral da Coxa.
    • A infiltração no local do ferimento proporciona proteção local importante, pois impede a disseminação e neutraliza as toxinas produzidas pelo vírus rábico para as terminações nervosas. Esta conduta é fundamental para a neutralização local do vírus rábico (diminui a replicação viral local), e se constitui em um procedimento que evita falhas da terapêutica.

 

EFEITOS ADVERSOS

  • Geralmente são benignas e fáceis de ttar.
    • A possibilidade de reações adversas nunca contraindica sua prescrição.
  • Manter o pct em observação por 2h >>> Raro efeito adverso imediato (ex: edema de glote).
  • Orientar o pcte que recebeu soro a retornar em caso de (principalmente entre o 7o e 12o dia após adm):
    • Cefaleia, Febre, Urticária, Dores musculares, Aumento de gânglios, Dores intensas no local de ADM, etc...
  • Pré-medicação: na tentativa de prevenir ou atenuar possíveis reações adversas imediatas em pacientes de risco, podem ser utilizadas drogas bloqueadoras dos receptores H1 e H2 da histamina (anti histamínicos com p.ex: Prometazina & Raniditina) e um corticosteroide em dose anti inflamatória.
    • Deve ser feito de 15 a 30 min antes...

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Como é feita a profilaxia antirrábica?

A vacina é indicada para pessoas com risco de exposição permanente ao vírus da raiva, durante atividades ocupacionais

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Qual a conduta perante o animal agressor Portador, ou Suspeito, de Raiva?

CÃES E GATOS

  • Os cães e gatos devem ser submetidos à observação por 10 dias contados a partir do dia da mordida. A responsabilidade disto é do médico veterinário responsável pelo setor de saúde (centro de zoonoses).

 

OUTROS ANIMAIS

  • Outros animais como primatas, raposas, tigres e outros, são necessários sacrificá-los e proceder ao exame confirmatório.

 

ANIMAIS MORDIDOS POR OUTROS

  • Não-Vacinados
    • Os animais não vacinados, mordidos por um animal raivoso devem ser sacrificados.
  • Vacinados
    • Nos vacinados, devemos REvacinar e  observar em cativeiro por 45 dias aos cuidados de um médico veterinário.

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Diagnósticos Diferenciais p/ Raiva?

  1. Tétano
  2. Poliomielite
  3. Encefalites
    • Virais
      • Herpética
      • por HIV
      • por arbovírus
      • por enterovírus
      • outras encefalites virais
    • Bacteriana
    • Parasitas
      • Ex: malária cerebral
    • de outras etiologias
  4. Febre Tifoide
  5. Botulismo
  6. Síndrome de Guillain-Barré
  7. AVE
  8. Uso de drogas ou abstinência
  9. Síndrome Neuroléptica Maligna