Reta final: Hepatologia Flashcards

1
Q

Quais as duas principais funções de depuração do fígado?

A

(1) BI → BD → excreção.

(2) NH3 → ureia.

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2
Q

Quais as três principais funções de síntese do fígado?

A

(1) Albumina.
(2) Faturação de coagulação.
(3) Gliconeogênese.

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3
Q

Qual o fator definidor de hepatite fulminante?

A

Encefalopatia nas primeiras 08 semanas.

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4
Q

Quais as quatro fases da história natural de uma hepatite viral?

A

Contágio → Prodrômica → Icterícia → Convalescência.

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5
Q

Quais os achados clínicos e laboratoriais característicos da fase Prodrômica de uma Hepatite Viral?

A

(1) Febre, astenia, cefaleia, náuseas/vômitos.

(2) ↑AST/ALT

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6
Q

Quais os achados clínicos e laboratoriais característicos da fase Ictérica de uma Hepatite Viral?

A

(1) Icterícia, acolia fecal, colúria (↑BD).

(2) Pico de AST/ALT.

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7
Q

ALT é o mesmo que…

A

TGP.

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8
Q

TGP é o mesmo que…

A

ALT.

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9
Q

AST é o mesmo que…

A

TGO.

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10
Q

TGO é o mesmo que…

A

AST.

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11
Q

Quais as principais alterações observadas em Hepatites Virais quanto às aminotransferases, bilirrubinas e TAP?

A

↑AST/ALT.
Predomina BD.
TAP, em geral, normal.

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12
Q

Qual o tempo de incubação da Hepatite A?

A

2 a 4 semanas.

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13
Q

Quais os marcadores laboratoriais da Hepatite A?

A

(1) Anti-HAV IgM.

(2) Anti-HAV IgG.

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14
Q

Quando se dá o aparecimento e qual o significado do Anti-HAV IgM?

A

Início da fase Prodrômica da Hepatite A. Contato recente com o vírus.

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15
Q

Quando se dá o aparecimento e qual o significado do Anti-HAV IgG?

A

Posterior à fase Prodrômica/Ictérica da Hepatite A. Indica passado de hepatite A (curada).

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16
Q

Quais as formas clínicas de apresentação da Hepatite A e suas respectivas incidências?

A

(1) Assintomática benigna (90%).
(2) Sintomática benigna (10% icterícia).
(3) Fulminante grave (0,1-0,5%).

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17
Q

Quais as recomendações de profilaxia (imunização e pós-exposição) para Hepatite A?

A

(1) Imunização no 15º mês.

2) Profilaxia pós-exposição: vacina (até 14º dia) ou Ig humana (crianças < 1a e Imunodeprimidos

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18
Q

Quais os marcadores laboratoriais da Hepatite E?

A

(1) Anti-HEV IgM.

(2) Anti-HEV IgG.

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19
Q

Qual a principal situação clínica que denota importância em casos de Hepatite E?

A

Gestantes (↑risco forma fulminante).

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20
Q

Qual a composição nuclear do vírus da Hepatite B?

A

DNA.

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21
Q

Considerando as formas aguda e crônica, qual a história natural da Hepatite B e suas respectivas incidências?

A

(1) Aguda: 95% cura, 5% cronifica, 1% fulminante.

2) Crônica: cirrose (50%) >OU< CA hepatocelular (10%

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22
Q

Qual forma de Hepatite pode caracteristicamente levar ao Carcinoma Hepatocelular sem causar cirrose?

A

Hepatite B (‘Bypassa a cirrose’).

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23
Q

Quais os marcadores laboratoriais da Hepatite B e seus respectivos anticorpos?

A

(1) HBV-DNA.
(2) HBsAg x Anti-HBs.
(3) HBcAg x Anti-HBc.
(4) HBeAg x Anti-HBe.

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24
Q

Quando se dá o aparecimento e qual o significado do HBsAg?

A

Fase de incubação da Hepatite B, primeiros dias. Presença de infecção (>6m = Hepatite B crônica).

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25
Q

Quando se dá o aparecimento e qual o significado do HBeAg?

A

Fase de incubação da Hepatite B, primeiros dias. Replicação viral em atividade.

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26
Q

Quando se dá o aparecimento e qual o significado do Anti-HBc IgM?

A

Início da fase sintomática Prodrômica. Ativação da resposta imune aguda, determina Hepatite B Aguda.

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27
Q

Quando se dá o aparecimento e qual o significado do Anti-HBc IgG?

A

Fase sintomática. “Cicatriz sorológica” de Hepatite B curada ou Hepatite B cronificada.

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28
Q

Quando se dá o aparecimento e qual o significado do Anti-HBs?

A

Início da convalescência. Evolução para cura e imunidade (sua ausência determina cronificação).

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29
Q

Qual a combinação de marcadores da Hepatite B que indica imunização?

A

Anti-HBs positivo, demais marcadores negativos.

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30
Q

Qual a combinação de marcadores da Hepatite B que indica cicatriz imunológica?

A

Anti-HBs positivo, Anti-HBc IgG positivo, Anti-HBe positivo/negativo, demais negativos.

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31
Q

Qual a combinação de marcadores da Hepatite B que indica “janela imunológica”?

A

HBsAg negativo, Anti-HBc IgM e IgG positivos (aguda).

HBsAg negativo, Anti-HBc IgG positivo (crônica).

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32
Q

Qual o marcador laboratorial pesquisado pelos testes rápidos para Hepatite B?

A

HBsAg.

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33
Q

No que consiste um mutante pré-core da Hepatite B?

A

Falha de síntese de HBeAg.

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34
Q

Qual a combinação de marcadores da Hepatite B que sugere mutante pré-core?

A

HBeAg negativo com HBV-DNA muito elevado (hepatite fulminante).

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35
Q

Qual a principal manifestação extra-hepática associada à Hepatite B?

A

Poliarterite nodosa (PAN).

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36
Q

A infecção por Hepatite D depende diretamente de qual outro agente?

A

Vírus da Hepatite B.

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37
Q

Diante da hepatite D, o que define uma coinfecção?

A

Infecção associada simultânea do vírus B e D.

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38
Q

Diante da hepatite D, o que define uma superinfecção?

A

Infecção do vírus D em paciente portador do vírus B.

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39
Q

Qual a combinação de marcadores que sugerem coinfecção de Hepatite D + Hepatite B?

A

HBsAg positivo, Anti-HBc IgM positivo, Anti-HDV total positivo.

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40
Q

Qual a combinação de marcadores que sugerem superinfecção de Hepatite D + Hepatite B?

A

HBsAg positivo, Anti-HBc IgG positivo, Anti-HDV total positivo.

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41
Q

Qual a composição nuclear do vírus da Hepatite C?

A

RNA.

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42
Q

Qual a situação clínica da infecção por Hepatite D que predispõe a maior agressividade e qual sua respectiva incidência?

A

Superinfecção: fulminante em 20% dos casos.

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43
Q

Considerando as formas aguda e crônica, qual a história natural da Hepatite C e suas respectivas incidências?

A

Aguda: 80% cronifica, quase nunca fulmina.

Crônica: 30% cirrose → 10% CA hepatocelular.

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44
Q

Quais as duas principais formas de contágio da Hepatite C?

A

(1) Usuário de drogas injetáveis.

2) Desconhecida (40%

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45
Q

Qual a principal manifestação extra-hepática associada à Hepatite C?

A

Crioglobulinema mista.

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46
Q

Quais os marcadores laboratoriais da Hepatite C?

A

(1) Anti-HCV.

(2) RNA-HCV por PCR quantitativo.

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47
Q

Qual o tempo de incubação da Hepatite C?

A

07 semanas.

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48
Q

Quais os três possíveis significados da detecção de Anti-HCV?

A

(1) Cicatriz sorológica (cura).
(2) Hepatite C ativa.
(3) Falso-positivo (etilistas, autoimune).

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49
Q

Qual a conduta diante do achado de positividade do Anti-HCV?

A

Solicitar RNA-HCV por PCR quantitativo.

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50
Q

Qual a forma de Hepatite que mais cronifica?

A

Hepatite C.

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51
Q

A Poliarterite Nodosa (PAN) está associada a qual forma de Hepatite?

A

Hepatite B.

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52
Q

A Crioglobulinema Mista está associada a qual forma de Hepatite?

A

Hepatite C.

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53
Q

Qual a forma de Hepatite mais associada a quadros fulminantes?

A

Hepatite B.

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54
Q

Qual a forma de Hepatite mais associada ao CA hepatocelular?

A

Hepatite B.

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55
Q

Quais os principais componentes histológicos da Cirrose?

A

Fibrose + nódulos de regeneração + células estreladas.

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56
Q

Quais as duas principais síndromes clínicas geradas pela Cirrose Hepática?

A

(1) Hipertensão portal.

(2) Insuficiência hepática crônica.

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57
Q

Quais os quatro achados clínicos típicos da Hipertensão Portal?

A

(1) Varizes esofágicas.
(2) Ascite.
(3) Esplenomegalia.
(4) Circulação abdominal.

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58
Q

Quais os seis achados clínicos típicos da Insuficiência Hepática?

A

(1) Icterícia (↑BD).
(2) ↓Albumina.
(3) Coagulopatias.
(4) Encefalopatia (↑toxinas).
(5) Hiperestrogenismo.
(6) Eritema palmar + teleangiectasias.

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59
Q

Como encontram-se habitualmente o ALT/TGP e AST/TGO na Cirrose Hepática?

A

Normais ou discretamente elevados.

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60
Q

Quais os dois escores utilizados para avaliação da gravidade da Cirrose Hepática?

A

(1) Child-Pugh (“BEATA”).

2) MELD (“BIC”

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61
Q

Qual somatório de pontos indica Child A?

A

5-6 pontos (< 7 pontos).

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62
Q

Qual somatório de pontos indica Child B?

A

7-9 pontos (≥ 7 pontos).

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63
Q

Qual somatório de pontos indica Child C?

A

10 ou mais pontos.

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64
Q

Quais os cinco parâmetros avaliados no escore de Child-Pugh?

A
"B-E-A-T-A"
(B)ilirrubina
(E)ncefalopatia
(A)lbumina
(T)AP ou RNI
(A)scite
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65
Q

Quais os parâmetros e suas respectivas pontuações de Bilirrubina observados no escore de Child-Pugh?

A

BT <2 = 1 ponto.
BT 2-3 = 2 pontos.
BT >3 = 3 pontos.

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66
Q

Quais os parâmetros e suas respectivas pontuações de Encefalopatia observados no escore de Child-Pugh?

A

Ausente = 1 ponto.
Grau I-II = 2 pontos.
Grau III-IV = 3 pontos.

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67
Q

Quais os parâmetros e suas respectivas pontuações de Albumina observados no escore de Child-Pugh?

A

> 3,5 = 1 ponto.
3,5-2,8 = 2 pontos.
< 2,8 = 3 pontos.

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68
Q

Quais os parâmetros e suas respectivas pontuações de TAP/RNI observados no escore de Child-Pugh?

A

< 1,7 = 1 ponto.
1,7-2,3 = 2 pontos.
>2,3 = 3 pontos.

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69
Q

Quais os parâmetros e suas respectivas pontuações de Ascite observados no escore de Child-Pugh?

A
Ausente = 1 ponto.
Leve = 2 pontos.
Moderada/Grave = 3 pontos.
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70
Q

Quais os três parâmetros avaliados no escore MELD?

A

“B-I-C”
(B)ilirrubinas
(I)NR
(C)reatinina

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71
Q

Qual a principal finalidade do escore MELD?

A

Transplante.

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72
Q

Quais as quatro principais causas de Cirrose Hepática?

A

“V-I-D-A”
(V)írus B/C
(I)infiltração gordurosa (álcool ou não-álcool)
(D)epósito (cobre ou ferro)
(A)utoimune (Colangite Biliar 1ª e Hepatite).

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73
Q

Uma lata de cerveja equivale a quantas unidades de álcool?

A

1 lata = 1,7 U.

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74
Q

Quais os limites seguros para consumo SEMANAL de álcool para homens?

A

21 U/semana (12,3 latas).

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75
Q

Quais os limites seguros para consumo SEMANAL de álcool para mulheres?

A

14 U/semana (8,2 latas).

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76
Q

Quais os principais questionários utilizados para rastreio de abuso de álcool?

A

CAGE e AUDIT.

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77
Q

Quais as perguntas que compõem o questionário CAGE? Quantas respostas positivas indicam resultado positivo para abuso de álcool?

A
(C)ut-down?
(A)nnoyed?
(G)uilty?
(E)ye-opener?
2 respostas positivas = abuso de álcool?
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78
Q

Quais os dois achados laboratoriais que são altamente sugestivos de abuso de álcool diante de quadro suspeito?

A

↑GGT e ↑VCM.

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79
Q

Quais os três espectros clínicos da Doença Hepática Gordurosa Alcoólica?

A

(1) Esteatose alcoólica.
(2) Hepatite alcoólica.
(3) Cirrose alcoólica.

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80
Q

A Esteatose Alcoólica é tipicamente encontrada em qual situação clínica?

A

Libação aguda.

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81
Q

A Hepatite Alcoólica é tipicamente encontrada em qual situação clínica?

A

Libação aguda em bebedor crônico.

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82
Q

A Cirrose Alcoólica é tipicamente encontrada em qual situação clínica?

A

Bebedor crônico.

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83
Q

Qual o principal metabólito associado a Hepatite Alcoólica?

A

Acetaldeído.

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84
Q

Como encontram-se habitualmente o ALT/TGP e AST/TGO na Hepatite Alcoólica?

A

AST > ALT.

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85
Q

O que justifica o achado de AST > ALT na Hepatite Alcoólica?

A

Desnutrição/etilismo → ↓Vit. B6 → ↓ALT.

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86
Q

Quais os achados característicos da Hepatite Alcoólica quanto a manifestações clínicas, laboratoriais e histopatológicas?

A

(1) Febre + icterícia + dor.
(2) Leucocitose (reação leucemoide).
(3) Corpúsculos de Mallory (biópsia).

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87
Q

Qual a terapêutica proposta para Hepatite Alcoólica?

A

Prednisolona por 4 semanas.

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88
Q

Qual o principal fator de risco relacionado a Doença Hepática Gordurosa Não-Alcoólica?

A

Síndrome Metabólica (prevalência ±20%).

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89
Q

Qual o mecanismo fisiopatológico básico da Doença Hepática Gordurosa Não-Alcoólica?

A

Resistência insulínica → depósitos hepáticos de TG.

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90
Q

Qual o curso natural da Doença Hepática Gordurosa Não-Alcoólica?

A

Esteatose (20%) → Esteato-hepatite (3-5%) >E/OU< Cirrose (1-3%).

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91
Q

Quais os dois principais achados clínicos/laboratoriais da Doença Hepática Gordurosa Não-Alcoólica?

A

(1) Dor? (maioria assintomático).

(2) ALT > AST.

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92
Q

Quais os dois principais métodos diagnósticos para Doença Hepática Gordurosa Não-Alcoólica?

A

(1) USG ou TC.

(2) Biópsia hepática.

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93
Q

O diagnóstico de Doença Hepática Gordurosa Não-Alcoólica é de…

A

EXCLUSÃO (investigar etilismo, HCV, depósitos, etc).

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94
Q

Quais as três medidas terapêuticas propostas para Doença Hepática Gordurosa Não-Alcoólica?

A

(1) Dieta + exercícios.
(2) Glitazona.
(3) Vitamina E.

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95
Q

Qual a causa e a fisiopatologia básica da Doença de Wilson?

A

Mutação ATP7B → ↓Ceruloplasminas ↑Cobre.

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96
Q

Quais as três principais manifestações clínicas da Doença de Wilson?

A

(1) Hepatite aguda/crônica ou cirrose.
(2) Alterações neurológicas (movimento).
(3) Anéis de Kayser-Fleischer.

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97
Q

Qual o sinal mais clássico da Doença de Wilson e quais as principais manifestações associadas a este?

A

Anéis de Kayser-Fleischer.

99% lesão em SNC e 50% hepatopatia.

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98
Q

Quais os três principais métodos diagnósticos da Doença de Wilson?

A

(1) Ceruloplasminas.
(2) Cobre urinário.
(3) Biópsia hepática.

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99
Q

Qual medida terapêutica pode efetivamente CURAR a Doença de Wilson?

A

Transplante hepático.

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100
Q

Qual o principal quelante de cobre utilizado na terapêutica para Doença de Wilson?

A

Trientina.

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101
Q

Qual a causa e a fisiopatologia básica da Hemocromatose?

A

Mutação gene HFE → ↑Absorção Fe intestinal.

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102
Q

Quais os dois achados laboratoriais típicos da Hemocromatose?

A

⇈Saturação da transferrina e ⇈Ferritina.

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103
Q

Quais as seis manifestações clássicas da Hemocromatose (6Hs)?

A
Hepatopatia
Hiperglicemia (!)
Hiperpigmentação (!)
Heart
Hipogonadismo
Hartrite
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104
Q

A aparência de “diabetes bronzeado” é típica de qual condição?

A

Hemocromatose.

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105
Q

Qual o principal teste diagnóstico da Hemocromatose? Quais as mutações pesquisadas?

A

Genético (mutação C282Y e H63D).

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106
Q

Qual a principal medida terapêutica para Hemocromatose e qual o respectivo alvo terapêutico?

A

Flebotomia (alvo: Ferritina 50 ng/mL).

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107
Q

Em qual condição hepática o transplante hepático não é capaz de curar a doença?

A

Hemocromatose.

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108
Q

Qual o perfil típico de paciente acometido por Colangite Biliar Primária?

A

Mulheres entre 40 a 60 anos.

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109
Q

Qual a fisiopatologia básica e locais acometidos na Colangite Biliar Primária?

A

↑IgM → lesão em ducto biliar (espaço porta).

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110
Q

Quais as duas condições comumente associadas a Colangite Biliar Primária?

A

(1) Síndrome de Sjögren.

(2) Tireoidite de Hashimoto.

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111
Q

Quando sintomática, quais as manifestações clínicas da Colangite Biliar Primária? Qual a principal?

A

(1) Prurido (principal).
(2) Xantelasma.
(3) Icterícia.

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112
Q

No que consiste o Xantelasma?

A

Depósitos de colesterol em pálpebras.

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113
Q

Quais os dois principais marcadores laboratoriais presentes na Colangite Biliar Primária?

A

(1) ↑FA.

2) Anticorpo antimitocôndria (AMA

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114
Q

Qual o principal autoanticorpos associado a Colangite Biliar Primária?

A

Anticorpo antimitocôndria (AMA).

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115
Q

Quais as duas condutas terapêuticas propostas para Colangite Biliar Primária?

A

(1) Ácido ursodesoxicólico.

(2) Transplante hepático.

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116
Q

Qual o perfil típico de paciente acometido por Hepatite Autoimune?

A

Mulheres jovens.

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117
Q

Qual a fisiopatologia básica da Hepatite Autoimune?

A

↑IgG → lesão autoimune do fígado.

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118
Q

Quais os anticorpos encontrados na Hepatite Autoimune Tipo I?

A

FAN e Anticorpo anti-músculo liso.

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119
Q

Quais os anticorpos encontrados na Hepatite Autoimune Tipo II?

A

Anti-LKM1.

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120
Q

Qual a terapêutica proposta para a Hepatite Autoimune?

A

Prednisona + Azatioprina.

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121
Q

Qual a imunoglobulina envolvida na Colangite Biliar Primária?

A

IgM.

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122
Q

Qual a imunoglobulina envolvida na Hepatite Autoimune?

A

IgG.

123
Q

Quais as principais tributárias da Veia Porta?

A

(1) Veias gástricas direita/esquerda.
(2) Veia mesentérica superior.
(3) Veia esplênica.
(4) Veias paraumbilicais.

124
Q

As veias gástricas curtas são tributárias de qual veia?

A

Veia esplênica.

125
Q

A v. gástrica-epiploica é tributária de qual veia?

A

Veia mesentérica superior.

126
Q

A v. retal inferior é tributária de quais veias?

A

V. ilíaca → VCI.

127
Q

Em quais tipos de hipertensão portal NÃO há desenvolvimento de ascite?

A

Pré-hepático e Pré-sinusoidal.

128
Q

Em quais tipos de hipertensão há o desenvolvimento de ascite?

A

Sinusoidal, pós-sinusoidal e pós-hepático.

129
Q

Quais as duas principais causas de hipertensão portal pré-hepática? Qual a mais comum?

A

(1) Trombose da Veia Porta.

(2) Trombose da Veia Esplênico.

130
Q

Quais as duas situações clínicas mais comuns para Trombose de Veia Porta?

A

(1) Crianças + hipercoagulabilidade.

(2) Cateterismo umbilical.

131
Q

O achado de varizes ISOLADAS em fundo gástrico é sugestivo de qual mecanismo de hipertensão portal?

A

Pré-hepática (hipertensão porta segmentar).

132
Q

Qual a principal causa de hipertensão portal pré-sinusoidal?

A

Esquistossomose.

133
Q

Qual a principal causa de hipertensão portal sinusoidal?

A

Cirrose.

134
Q

Quais as três principais causas de hipertensão portal pós-sinusoidal?

A

(1) Doença veno-oclusiva da v. centrolobular.
(2) Doença enxerto-hospedeiro.
(3) Doença do chá da Jamaica.

135
Q

Quais as duas principais causas de hipertensão portal pós-hepática?

A

(1) Doenças cardíacas (ICC, pericardite).

2) Obstrução da veia hepática/cava (Budd-Chiari

136
Q

No que consiste a Síndrome de Budd-Chiari?

A

Obstrução insidiosa ou aguda das veias hepáticas → hipertensão portal pós-sinusoidal/hepática.

137
Q

Quais as três principais causas da Síndrome de Budd-Chiari?

A

(1) Policitemia vera + hipercoagulabilidade.
(2) Uso de ACO.
(3) Neoplasia hepática.

138
Q

Quais os três métodos diagnósticos para diagnóstico e investigação de Hipertensão Porta?

A

(1) EDA.
(2) USG com Doppler.
(3) Cateterização hepática.

139
Q

Qual o principal achado da EDA sugestivo de Hipertensão Porta?

A

Varizes esofágicas/gástricas.

140
Q

Quais os três achados de USG indicativos de Hipertensão Porta?

A

(1) Calibre de v. Porta de 12 mm.
(2) Calibre de v. Esplênica de 9 mm.
(3) “Fluxo hepatofugal”.

141
Q

Na Cateterização Hepática, qual o gradiente pressórico indicativo de Hipertensão Porta?

A

≥ 6 mmHg.

142
Q

Na Cateterização Hepática, qual o gradiente pressórico indicativo de Hipertensão Porta associado a varizes esofágicas?

A

≥ 10 mmHg.

143
Q

Na Cateterização Hepática, qual o gradiente pressórico indicativo de Hipertensão Porta + varizes + risco de ascite e sangramento?

A

≥ 12 mmHg.

144
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas SEM sangramento prévio, quais as quatro indicações de profilaxia?

A

(1) Child B e C.
(2) “Cherry-red spots”.
(3) Grosso calibre > 20 mm.
(4) Médio calibre ≥ 5 mm.

145
Q

Quais as medidas de profilaxia para paciente portador de varizes esofágicas SEM sangramento prévio?

A

β-bloqueador não-seletivo
»>OU«<
Ligadura elástica por EDA.

146
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas EM SANGRAMENTO ATIVO, qual a primeira medida terapêutica?

A

ESTABILIZAÇÃO HEMODINÂMICA.

147
Q

Qual a indicação de CHADs em pacientes com sangramento ativo?

A

Hb < 7.

148
Q

Qual a indicação de Plaquetas em pacientes com sangramento ativo?

A

Plaquetas < 50.000.

149
Q

Qual a indicação e dosagem de Plasma em pacientes com sangramento ativo?

A

RNI > 1.7 (10-20 mL/kg).

150
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas EM SANGRAMENTO ATIVO, qual a segunda medida terapêutica?

A

IBP em dose plena + Terlipressina.

151
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas EM SANGRAMENTO ATIVO, qual a principal medida para interrupção do sangramento? Em quanto tempo deve ser realizada? Quais as técnicas propostas?

A

EDA + ligadura elástica ou escleroterapia em até 12h.

Se varizes gástricas: + cianoacrilato.

152
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas EM SANGRAMENTO ATIVO, qual a indicação de uso de Balão de Sengstaken-Blakemore?

A

Falha da terapia com EDA + drogas.

153
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas EM SANGRAMENTO ATIVO, qual a indicação de TIPS (shunt portossistêmico intra-hepático transjugular)

A

Hemorragia refratária ou substituição à cirurgia.

154
Q

Qual a principal vantagem do TIPS no controle de hemorragia por varizes esofágicas?

A

Serve como “ponte” para transplante.

155
Q

Qual a principal desvantagem do TIPS no controle de hemorragia por varizes esofágicas?

A

↑Risco Encefalopatia (±30% casos).

156
Q

Quais as duas principais contraindicações ao uso do TIPS no controle de hemorragia por varizes esofágicas?

A

(1) IC direita.

(2) Doença cística.

157
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas EM SANGRAMENTO ATIVO, qual a principal profilaxia a ser realizada?

A

Contra Peritonite Bacteriana Espontânea (PBE).

158
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas EM SANGRAMENTO ATIVO, quais medicações estão indicadas para profilaxia contra PBE? Por quanto tempo?

A

Ceftriaxona ou Norfloxacino por 7 dias.

159
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas com SANGRAMENTO PRÉVIO, qual a conduta proposta?

A

Profilaxia secundária:
β-bloqueador não-seletivo
»>E«<
Ligadura elástica por EDA.

160
Q

Diante de paciente portador de varizes esofágicas com SANGRAMENTO PRÉVIO com falha da profilaxia secundária, quais as duas terapêuticas propostas?

A

(1) Programas TIPS.

2) Programas Cirurgia Eletiva (shunt seletivo esplenorrenal distal

161
Q

Qual a principal desvantagem da cirurgia de shunt seletivo esplenorrenal distal?

A

Piora das ascite.

162
Q

Qual o principal método utilizado para identificação da causa de uma Ascite?

A

Paracentese + determinação do GASA.

163
Q

No que consiste o GASA?

A

Gradiente Albumina Soro-Albumina Ascite.

164
Q

Qual o valor de GASA que indica Ascite por Hipertensão Porta?

A

GASA ≥ 1,1.

165
Q

GASA ≥ 1,1 + proteínas < 2,5 sugere qual causa de Ascite?

A

Cirrose.

166
Q

GASA ≥ 1,1 + proteínas > 2,5 sugere qual causa de Ascite?

A

ICC ou Síndrome Budd-Chiari.

167
Q

GASA < 1,1 + proteínas < 2,5 sugere qual causa de Ascite?

A

Síndrome Nefrótica.

168
Q

GASA < 1,1 + proteínas > 2,5 sugere qual causa de Ascite?

A

Neoplasia, TB ou causa pancreática.

169
Q

A aspecto seroso do líquido ascítico é sugestivo de qual causa?

A

Cirrose.

170
Q

O aspecto hemorrágico do líquido ascítico é sugestivo de qual causa?

A

Neoplasia.

171
Q

O aspecto turvo do líquido ascítico é sugestivo de qual causa?

A

Infecção.

172
Q

Qual o principal achado de citometria do líquido ascítico sugestivo de PBE?

A

PMN ≥ 250/mm3.

173
Q

Quais os três achados bioquímicos do líquido ascítico que fazem a diferenciação entre PBE e PB Secundária?

A

Proteínas totais, glicose e LDH.

174
Q

Quais as quadro medidas terapêuticas consideradas para Ascite?

A

(1) Restrição de Sódio.
(2) Restrição hídrica.
(3) Diuréticos.
(4) Paracentese de alívio.

175
Q

Qual a recomendação para restrição de sódio na terapêutica da Ascite?

A

Limitar a 2g de Na ou 4-6g de sal/dia.

176
Q

Qual a recomendação para restrição hídrica na terapêutica da Ascite?

A

Se Na < 125: limitar a 1-1,5 L/dia.

177
Q

Quais as recomendações para uso de diuréticos na terapêutica da Ascite quanto a dose e ajustes posológicos?

A

(1) Espiro:Furo proporção 100:40.
(2) Espironolactona: 100→400mg.
(3) Furosemida: 40→160mg.
(4) Elevar dose a cada 3-5 dias.

178
Q

Qual a principal indicação para paracentese de alívio na terapêutica da Ascite?

A

ASCITE SINTOMÁTICA.

179
Q

Qual a principal contraindicação ao uso de diuréticos na terapêutica da Ascite?

A

K > 6.

180
Q

Quais os quatro critérios necessários para determinação de Ascite REFRATÁRIA?

A

(1) Falência do tratamento ou recorrência precoce.
(2) Azotemia.
(3) Na < 120.
(4) K > 6.

181
Q

Quais as duas medidas não-invasivas propostas para a terapêutica de Ascite REFRATÁRIA?

A

(1) Considerar suspensão de β-bloqueadores.

2) Midodrina VO (vasopressor

182
Q

Quais as três medidas não-invasivas propostas para a terapêutica de Ascite REFRATÁRIA com falha às medidas não-invasivas?

A

(1) Paracenteses Terapêuticas Seriadas.
(2) TIPS, shunt peritônio venoso.
(3) Transplante hepático.

183
Q

Qual a indicação e recomendação para profilaxia contra Síndrome Hepatorrenal na terapêutica para Ascite?

A

Volume extraído > 5 L.

Repor 6-10g de albumina por litro retirado.

184
Q

Quais os três agentes etiológicos da Peritonite Bacteriana Espontânea? Qual o principal?

A

(1) E. coli (principal).
(2) Klebsiella.
(3) S. pneumoniae.

185
Q

Quando sintomática, quais as três principais manifestações clínicas da PBE?

A

(1) Febre.
(2) Dor abdominal.
(3) Encefalopatia.

186
Q

Quais as três medidas que compõem a terapêutica para PBE?

A

(1) Excluir PB Secundária.
(2) Suspender β-bloqueador.
(3) Iniciar Cefalosporina de 3G.
(Cefotaxima 2g 8/8h 5d)

187
Q

No manejo da PBE, qual a indicação e recomendação de profilaxia para Síndrome Hepatorrenal?

A

Se creatinina > 1 ou BT > 4.

Repor Albumina 1,5g/kg no 1º dia e 1g/kg no 3º dia.

188
Q

Quais as indicações e recomendação para Profilaxia Primária CRÔNICA de PBE?

A

(1) PTN ascítica < 1,0-1,5 + Creat > 1,5.
(2) Na ≤ 130.
(3) BT ≥ 3.
(4) CHILD ≥ 9.
Norfloxacino 400 mg/dia.

189
Q

Quais as indicações e recomendação para Profilaxia Secundária de PBE?

A

Fazer até acabar ascite.

Norfloxacino 400 mg/dia.

190
Q

Quais os agentes etiológicos da Peritonite Bacteriana Secundaria?

A

Polibacteriana.

191
Q

Quais os critérios diagnósticos de Peritonite Bacteriana Secundaria?

A

PNM ≥ 250 + 2+ dos seguintes:

(1) Proteínas > 1g/dl.
(2) Glicose < 50 mg/dl.
(3) LDH elevado.

192
Q

Quais as três medidas terapêuticas propostas para a Peritonite Bacteriana Secundária?

A

(1) Cefalosporina de 3G + Metronidazol.
(2) Solicitar TC abdômen.
(3) Cirurgia ou Drenagem.

193
Q

Quais os achados do líquido ascítico que determinam uma Ascite Neutrofílica?

A

PNM ≥ 250 com cultura NEGATIVA.

194
Q

Quais os achados do líquido ascítico que determinam uma Bacterascite?

A

PNM < 250 com cultura POSITIVA.

195
Q

Qual a indicação de tratamento para Ascite Neutrofílica?

A

Tratar todos igual PBE.

196
Q

Qual a indicação de tratamento para Bacterascite?

A

Tratar SE SINTOMÁTICO.

197
Q

Quais os principais compostos presentes na fisiopatologia da Encefalopatia Hepática?

A

Amônia e Toxinas não depuradas pelo fígado.

198
Q

Quais os cinco principais precipitantes da Encefalopatia Hepática?

A

(1) Hemorragia Digestiva.
(2) Infecções.
(3) Constipação.
(4) HipoK + alcalose.
(5) Diuréticos.

199
Q

Quais os três principais achados clínicos sugestivos de Encefalopatia Hepática?

A

(1) Inversão do padrão sono-vigília.
(2) Sonolência + desorientação.
(3) Flapping.

200
Q

Quais as três medidas terapêuticas propostas para a Encefalopatia Hepática?

A

(1) Lactulona.
(2) ATB.
(3) Haloperidol (se agitação).

201
Q

O que justifica o uso de Lactulona na terapêutica da Encefalopatia Hepática?

A

Efeito laxativo + ↓pH intestinal = conversão NH3 (amônia) → NH4 (amônio).

202
Q

Quais os antibióticos propostos para a terapêutica da Encefalopatia Hepática? Qual o antibiótico de escolha?

A

(1) Rifaximina.
(2) Neomicina.
(3) Metronidazol.

203
Q

Qual a fisiopatologia básica da Síndrome Hepatorrenal?

A

Vasodilatação periférica + Vasoconstrição Renal intensa.

204
Q

Como é realizado o diagnóstico da Síndrome Hepatorrenal, considerando os critérios básicos e as condições excludentes?

A

Hepatopatia grave + hipertensão portal + IRA ou Cr > 1,5 +

  • Ausência de: choque e droga nefrotóxica.
  • Sem melhora com: albumina e retirada de diurético.
  • USG/EQU normais.
205
Q

Qual o achado determinante de Síndrome Hepatorrenal tipo I?

A

Creatinina duplica e fica > 2,5 em menos de 2 semanas.

206
Q

Qual o achado determinante de Síndrome Hepatorrenal tipo II?

A

Evolução insidiosa, diferente do tipo I, com melhor prognóstico.

207
Q

Quais as quatro medidas terapêuticas propostas para Síndrome Hepatorrenal em ordem de prioridade?

A

(1) Albumina.
(2) Noradrenalina ou Terlipressina.
(3) Hemodiálise.
(4) Transplante hepático.

208
Q

Qual a fisiopatologia básica da Síndrome Hepato-Pulmonar?

A

Vasodilatação periférica + VasoDILATAÇÃO pulmonar.

209
Q

Quais as duas manifestações clínicas pulmonares características da Síndrome Hepato-Pulmonar?

A

Platipneia e Ortodeóxia (agravo da função pulmonar quando em ortostatismo).

210
Q

Qual a principal terapêutica proposta para a Síndrome Hepato-Pulmonar?

A

Transplante hepático se PaO2 < 60.

211
Q

Quais os objetivos da terapêutica para Ascite?

A

↓0,5 kg/dia OU ↓1kg/dia com edema

212
Q

Qual a localização da Ampola de Vater e qual seu principal componente?

A

2ª porção do duodeno. Esfíncter de Oddi.

213
Q

No que consiste o Ducto de Wirsung?

A

Ducto pancreático principal.

214
Q

Qual o principal marco localizador da Artéria Cística?

A

Triângulo de Calot.

215
Q

Quais os três limites do Triângulo de Calot?

A

(1) Borda hepática.
(2) Ducto hepático comum.
(3) Ducto cístico.

216
Q

Quais os três principais tipos de cálculos biliares existentes?

A

(1) Amarelo.
(2) Preto (pigmentado).
(3) Castanho (pigmentado).

217
Q

Qual o único cálculo biliar considerado radiotransparente?

A

Amarelo (colesterol).

218
Q

Qual o único cálculo biliar formado no interior das vias biliares?

A

Castanho.

219
Q

Qual o principal componente dos cálculos pigmentados (preto e castanho)?

A

Bilirrubinato de Cálcio.

220
Q

Quais os seis principais fatores de risco para desenvolvimento de cálculos biliares amarelos?

A

(1) Sexo feminino (estrogênio).
(2) Idade.
(3) Obesidade.
(4) Rápida perda ponderal.
(5) Drogas (clofibrato).
(6) Doenças ileais (Crohn, ressecção cirúrgica).

221
Q

Qual a Doença Inflamatória Intestinal que predispõe risco de litíase biliar?

A

Doença de Crohn.

222
Q

Qual o principal fator de risco para desenvolvimento de cálculos biliares pretos?

A

Hemólise crônica (prótese valvar metálica).

223
Q

Quais os dois principais fatores de risco para desenvolvimento de cálculos biliares castanhos?

A

(1) Colonização bacteriana ou parasitas.

(2) Tumores.

224
Q

Quando sintomático, qual a característica da dor causada pela Colelítiase?

A

Dor < 6h com melhora progressiva pós-prandial.

225
Q

Qual o principal método diagnóstico para Colelítiase e qual seu achado?

A

USG abdominal. Cálculos hiperecoicos + sombra acústica posterior.

226
Q

Quais as seis indicações clássicas de Colecistectomia para tratamento da Colelítiase?

A

(1) Colelítiase sintomática.
(2) Vesícula em porcelana.
(3) Cálculo > 2,5-3,0 cm.
(4) Pólipo (>1cm, >60a, crescendo).
(5) Vesícula dupla.
(6) Anemia hemolítica.

227
Q

A partir de qual tamanho de cálculo há indicação de Colecistectomia Videolaparoscópica para tratamento da Colelítiase?

A

> 2,5 a 3,0 cm.

228
Q

Quais as características de Pólipo de Vesícula Biliar que indicam Colecistectomia (Videolaparoscópica) para tratamento da Colelítiase?

A

Sintomas, > 1 cm, crescendo, paciente >60 anos.

229
Q

O tratamento farmacológico de Colelítiase com Ácido Ursodesoxicólico só é viável em qual condição?

A

Cálculo de colesterol < 15 mm (+↑risco cirúrgico).

230
Q

Quais as três principais manifestações clínicas da Colecistite Aguda?

A

Dor abdominal > 6h + febre + Sinal de Murphy.

231
Q

No que consiste o Sinal de Murphy?

A

Interrupção da inspiração devido à dor à compressão do QSD.

232
Q

Quais os principais métodos diagnósticos de Colecistite Aguda? Qual o padrão-ouro?

A

(1) USG abdominal.

2) Cintilografia biliar (padrão-ouro

233
Q

Quais os três achados ultrassonográficos sugestivos de Colecistite Aguda?

A

(1) Cálculo impactado.
(2) Parede espessada > 3mm.
(3) Sinal de Murphy “ultrassonográfico”.

234
Q

Quais as quatro medidas terapêuticas combinadas propostas para a Colecistite Aguda?

A

(1) Medidas de Suporte.
(2) ATB.
(3) Colecistectomia Laparoscópica Precoce.
(4) Avaliar risco de Coledocolitíase.

235
Q

Quais os principais microrganismos envolvidos em processo inflamatório/infeccioso decorrente da Colecistite Aguda?

A

E. coli, Klebsiella e Enterococcus.

236
Q

A Colecistectomia Laparoscópica Precoce proposta para o tratamento da Colecistite Aguda deve ser realizada em qual período?

A

Em até 72h a 1 semana.

237
Q

Qual a terapêutica cirúrgica proposta para Colecistite Aguda em pacientes críticos sem condições para cirurgia laparoscópica?

A

Colecistostomia percutânea.

238
Q

Quais as três principais complicações decorrentes de perfuração da vesícula biliar em casos de Colecistite Aguda?

A

(1) Peritonite.
(2) Abscesso.
(3) Fístula (íleo biliar).

239
Q

Qual a conduta diante de Peritonite por perfuração da vesícula biliar?

A

Cirurgia de urgência.

240
Q

Qual a conduta diante de Abscesso por perfuração da vesícula biliar?

A

Considerar Colecistostomia.

241
Q

Quais os achados clínicos que sugerem Íleo Biliar?

A

Tríade de Rigler:

Cálculo ectópico + Pneumobilia + obstrução intestinal.

242
Q

No que consiste a Colecistite Enfisematosa? Qual o principal agente etiológico?

A

Gás na parede da vesícula biliar (Clostridium).

243
Q

No que consiste a Síndrome de Mirizzi?

A

Obstrução extrínseca do ducto hepático comum por cálculo no ducto cístico (Colecistite + ICTERÍCIA).

244
Q

A associação de Colecistite com Icterícia deve levantar qual hipótese diagnóstica?

A

Síndrome de Mirizzi.

245
Q

No que consiste uma Síndrome de Mirizzi tipo I de Csendes?

A

Obstrução extrínseca do ducto hepático comum por cálculo no ducto cístico SEM FORMAÇÃO DE FÍSTULA.

246
Q

No que consiste uma Síndrome de Mirizzi tipo II de Csendes?

A

Fístula colecistobiliar com 1/3 do diâmetro do ducto hepático comum.

247
Q

No que consiste uma Síndrome de Mirizzi tipo III de Csendes?

A

Fístula colecistobiliar com 2/3 do diâmetro do ducto hepático comum.

248
Q

No que consiste uma Síndrome de Mirizzi tipo IV de Csendes?

A

Fístula colecistobiliar que envolve toda a circunferência do ducto hepático comum.

249
Q

Quais os pacientes sujeitos ao desenvolvimento de Colecistite Alitiásica?

A

Pacientes graves, em jejum ou NPT.

250
Q

Quais manifestações devem levantar a hipótese de Colecistite Alitiásica na UTI? Qual a conduta?

A

Febre + Leucocitose = solicitar USG.

251
Q

Quais as duas terapêuticas cirúrgicas propostas para Colecistite Alitiásica?

A

Colecistectomia de emergência ou Colecistostomia.

252
Q

Quais os dois principais achados clínicos sugestivos de Coledocolitíase?

A

(1) Icterícia flutuante.

(2) Vesícula não palpável.

253
Q

Quais o primeiro exame complementar solicitado para investigação de Coledocolitíase?

A

USG abdominal.

254
Q

Quais os dois exames complementares que podem confirmar o diagnóstico de Coledocolitíase?

A

CPRE e ColangioRNM.

255
Q

Quais os três exames solicitados para avaliação do risco de Coledocolitíase em pacientes com diagnóstico de Litíase Biliar?

A

USG abdominal, Hepatograma e Bilirrubinas.

256
Q

Quais os três critérios que denotam ALTO RISCO para Coledocolitíase em pacientes com diagnóstico de Litíase Biliar?

A

(1) Icterícia flutuante.
(2) Cálculo no colédoco ao USG.
(3) BT > 4 mg/dl.

257
Q

Quais os três critérios que denotam RISCO INTERMEDIÁRIO para Coledocolitíase em pacientes com diagnóstico de Litíase Biliar?

A

(1) Colédoco ≥ 5 mm.
(2) BT 1,8-4 mg/dl.
(3) Outro achado laboratorial anormal.

258
Q

Quais os dois critérios que denotam BAIXO RISCO para Coledocolitíase em pacientes com diagnóstico de Litíase Biliar?

A

(1) Alteração laboratorial inespecífica.

(2) Colédoco < 5 mm.

259
Q

Qual exame complementar deve ser solicitado diante de paciente com ALTO RISCO para Coledocolitíase?

A

CPRE.

260
Q

Qual exame complementar deve ser solicitado diante de paciente com RISCO INTERMEDIÁRIO para Coledocolitíase?

A

ColangioRNM.

261
Q

Qual exame complementar deve ser solicitado diante de paciente com BAXO RISCO para Coledocolitíase?

A

Colangiografia perioperatória.

262
Q

Qual a terapêutica de escolha proposta para Coledocolitíase descoberta no pré-operatório?

A

CPRE (Papilotomia).

263
Q

Qual a terapêutica de escolha proposta para Coledocolitíase descoberta no perioperatório?

A

Exploração cirúrgica.

264
Q

Qual a terapêutica de escolha proposta para Coledocolitíase com presença de calcificações intra-hepáticas e/ou múltiplos cálculos?

A

Derivação biliodigestiva.

265
Q

Quais os dois principais achados que indicam realização de derivação biliodigestiva na terapêutica para Coledocolitíase?

A

(1) Calcificações intra-hepáticas.

(2) Múltiplos cálculos.

266
Q

Qual a tríade clínica que sugere o diagnóstico de Colangite Aguda “não-grave”?

A

Tríade de Charcot.

267
Q

Qual a tríade clínica que sugere o diagnóstico de Colangite Aguda GRAVE (supurativa)?

A

Pêntade de Reynolds.

268
Q

No que consiste a Tríade de Charcot?

A

(1) Febre com calafrios.
(2) Icterícia.
(3) Dor abdominal.

269
Q

No que consiste a Pêntade de Reynolds?

A

(1) Febre com calafrios.
(2) Icterícia.
(3) Dor abdominal.
(4) Hipotensão.
(5) Depressão do SNC.

270
Q

Quais as duas principais condutas terapêuticas propostas para a Colangite Aguda?

A

(1) ATB.

(2) Drenagem biliar.

271
Q

Qual a recomendação para drenagem biliar na Colangite Aguda “não-grave”?

A

Drenagem ELETIVA.

272
Q

Qual a recomendação para drenagem biliar na Colangite Aguda GRAVE/Supurativa?

A

Drenagem IMEDIATA.

273
Q

Qual a terapêutica cirúrgica proposta para obstrução baixa na Colangite Aguda?

A

CPRE.

274
Q

Qual a terapêutica cirúrgica proposta para obstrução alta na Colangite Aguda?

A

Drenagem transhepática percutânea.

275
Q

Quais os quatro principais tumores periampulares?

A

(1) CA de cabeça de pâncreas.
(2) CA na ampola de Vater.
(3) Colangiocarcinoma.
(4) CA de duodeno.

276
Q

Quais os dois principais achados clínicos sugestivos de Tumor Periampular?

A

(1) Icterícia progressiva (+colúria, acolia, prurido).

(2) Vesícula de Courvoisier-Terrier.

277
Q

No que consiste a Vesícula de Courvoisier-Terrier?

A

Vesícula palpável, mas indolor.

278
Q

Qual achado é sugestivo de Tumor em Ampola de Vater?

A

Icterícia flutuante + melena.

279
Q

Qual a principal conduta cirúrgica para Tumores Periampulares?

A

Cirurgia de Whipple (pancreatoduodenectomia).

280
Q

No que consiste o Tumor de Klatskin?

A

Colangiocarcinoma na região perihilar PROXIMAL.

281
Q

Quais os dois principais achados clínicos sugestivos de Tumor de Klatskin?

A

(1) Icterícia progressiva.

2) Vesícula IMPALPÁVEL (“murcha”

282
Q

Quais os dois principais achados ultrassonográficos em casos de Tumor de Klatskin?

A

(1) Vesícula “murcha”.

(2) Dilatação da via biliar INTRA-HEPÁTICA.

283
Q

Qual a classificação usada para Tumores de Klatskin (Colangiocarcinomas)?

A

Classificação de Bismuth-Corlette.

284
Q

No que consiste um Colangiocarcinoma Tipo I de Bismuth?

A

Atinge ducto hepático comum.

285
Q

No que consiste um Colangiocarcinoma Tipo II de Bismuth?

A

Atinge junção dos ductos hepáticos.

286
Q

No que consiste um Colangiocarcinoma Tipo IIIa de Bismuth?

A

Atinge junção + ducto hepático DIREITO.

287
Q

No que consiste um Colangiocarcinoma Tipo IIIb de Bismuth?

A

Atinge junção + ducto hepático ESQUERDO.

288
Q

No que consiste um Colangiocarcinoma Tipo IV de Bismuth?

A

Atinge ambos os ramos hepáticos e secundários.

289
Q

Quais os quatro principais tipos histológicos de Tumores Hepáticos?

A

(1) Hemangioma.
(2) Hiperplasia Nodular Focal.
(3) Adenoma Hepático.
(4) Carcinoma Hepatocelular (CHC).

290
Q

Qual o tumor hepático que não requer intervenções?

A

Hiperplasia Nodular Focal.

291
Q

Qual o tumor hepático benigno mais comum?

A

Hemangioma.

292
Q

No que consiste a Síndrome de Kasabach-Merritt?

A

Hemangioma + trombocitopenia.

293
Q

Quais as três indicações de ressecção cirúrgica do Hemangioma Hepático?

A

(1) Ruptura.
(2) Crescimento.
(3) Síndrome de Kasabach-Merritt.

294
Q

O uso de ACO está relacionado ao desenvolvimento de qual tumor hepático?

A

Adenoma Hepático.

295
Q

Diante do diagnóstico de Carcinoma Hepatocelular, quais as duas indicações clássicas de transplante hepático?

A

Lesão única < 5 cm
OU
Até 3 lesões < 3 cm.

296
Q

Qual a conduta diante do diagnóstico de Adenoma Hepático?

A

Ressecar (risco de malignização/ruptura).

297
Q

Qual tumor hepático manifesta-se como imagem homogênea com cicatriz central?

A

Hiperplasia Nodular Focal.

298
Q

Qual tumor hepático manifesta-se como imagem heterogênea com captação arterial?

A

Adenoma Hepático.

299
Q

Qual tumor hepático manifesta-se como imagem com captação arterial periférica?

A

Hemangioma.

300
Q

No que consiste o Abscesso Piogênico Hepático?

A

Abscessos MÚLTIPLOS, geralmente em lobo DIREITO, por E. COLI ou KLEBSIELLA, decorrente de infecções ou bacteremia; pode evoluir com peritonite, derrame pleural, obstrução biliar e SEPSE.

301
Q

Qual o principal marcador do Carcinoma Hepatocelular?

A

Alfa-fetoproteína (AFP).

302
Q

Quais exames compõem o rastreamento semestral para Carcinoma Hepatocelular?

A

USG + AFP.

303
Q

Quais as indicações e recomendação de rastreio de Carcinoma Hepatocelular?

A

(1) Cirróticos.
(2) Hep B + HF positiva/negros>20a/asiáticos/40a.
USG + AFP SEMESTRAIS.