Estudos Epidemiológicos Flashcards Preview

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Flashcards in Estudos Epidemiológicos Deck (54):
1

Estudo descritivo

Conta um fato sem provar nada

2

Estudo analítico

Provam relação de causa e efeito

3

Estudo ecológico

Agregado, observacional, transversal
População observada toda de uma vez

4

A falácia ecológica ocorre

Porque o fator de risco e doença são observados ao mesmo tempo

5

Estudo de coorte

Individual, observacional, longitudinal

6

Vantagens do coorte

Define riscos e confirma suspeitas
Pode avaliar várias doenças
Fator de risco pode ser raro

7

Desvantagens do coorte

Caro, longo, vulnerável a perdas

8

Desenho do coorte

Dois grupos, um exposto e outro não ao FR, acompanha ao longo do tempo e avalia quantos de cada grupo acabam doentes (desfecho)

9

O coorte é ruim para estudar

Doença rara

10

Quando o fator de risco é buscado no passado é

Coorte histórica

11

Caso controle

Individual, observacional, longitudinal

12

Desenho do caso controle

Sempre retrospectivo, dois grupos doentes (casos) e não doentes (controles), e pesquisa ( prontuário, questionário) a quais fatores de risco foram expostos.

13

Vantagens do caso-controle

Barato, rápido, bom para doença rara, pode estudar mais de um fator de risco simultaneamente,

14

Desvantagem do caso controle

Ruim para fator de risco raro, estima risco mas não define, vulnerável a erros

15

Ensaio clínico

Individual, intervencionista, longitudinal

16

Desenho do ensaio clínico

Dois grupos, um submetido a intervenção ( medicamento, exame, procedimento) e outro com o placebo ou não intervenção

17

Vantagem

É o melhor estudo para testar medicamentos, mais confortável

18

Desvantagens

Caro, longo, vulnerável a perdas

19

Situação que induz o paciente a mudar o comportamento apenas por estar no estudo

Efeito Hawthorne/ placebo

20

Randomização evita

Erro de seleção e confusão

21

Viés de aferição

Erro/ viés no momento de medir/avaliar/ aferir o dado

22

Viés de confusão

Outro fator de risco não observado influenciando ao mesmo tempo

23

O cegamento evita o erro de

Aferição

24

Eficácia

Situação ideal ( não ocorre na prática)

25

Efetividade

Situação real

26

No ensaio clínico os fatores são

Controlados

27

Transversal

Individual observacional

28

Desvantagem do transversal

Não é possível estabelecer causa e efeito

29

Prevalência

Transversal

30

Incidência

Coorte e ensaio clínico

31

Medida de associação do caso controle

OR oddis ratio

32

OR

AD/BC
Os expostos tem x chances de ter a doença
Indireto

33

Medida de associação do caso clínico e do coorte

Risco relativo (RR)

34

RR

IE/INE

35

RRR

1-RR

36

Redução absoluta do risco (Rar)

Maior incidência - menor incidência

37

NNT

1/ Rar

38

RR ou OR
=1
>1
<1

Sem associação
Fator de risco
Fator de proteção

39

Estudo preciso, sem risco de erro aleatório

P< 0,05

40

Viés de seleção

Disparidade de perfil entre os dois grupos ( um grupo com pacientes mais graves que outros)

41

Quanto maior a população do estudo

Mais estreito o IC, mais preciso

42

Acurácia

VP+VN/ total

43

Sensibilidade - definição

Chance do teste dar +, uma vez que o indivíduo é doente

44

Especificidade - definição

Chance do teste dar negativo dado que o indivíduo não é doente

45

Um teste muito sensível tem maior confiabilidade quando dá

Negativo

46

Um teste muito específico tem maior confiabilidade quando dá

Positivo

47

Sensibilidade - fórmula

VP/ VP+ FN

48

Especificidade - fórmula

VN/ VN+ FP

49

Valor preditivo positivo

A chance do indivíduo ter a doença, uma vez que o teste deu +

50

VPN

A chance do indivíduo não ter a doença uma vez que teste deu -

51

Não variam

Sensibilidade e especificidade

52

Variam de acordo com a prevalência

VPP e VPN

53

Testes em séries são bons para ________, pois tem alta_____.

Dar um dx, especificidade

54

Teste em paralelos são bons para _________, pois tem alta ________.

Excluir diagnóstico, sensibilidade