OUVIDO E OTN Flashcards Preview

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Flashcards in OUVIDO E OTN Deck (181)
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1
Q

Inervação do m tensor do véu palatino

A

Ramo mandibular do trigêmeo (v3)
Tensor do V3u

2
Q

Facial - qual o segmento afetado:
Lacrimejamento
Reflexo Estapeadiano
Gustação

A

Lacrimejamento - n petroso maior - labiríntico
Reflexo Estapeadiano - tímpanico
Gustação - corda do timpano - mastoídeo

3
Q

Como estão dispostas em fileiras a células ciliadas?

A

Internas - uma única fileira
Externas - 3-5 fileiras

4
Q

Sinais de mau prognóstico da surdez Subita

A

Curva audiometria descendente (pior em agudos) ou plana
Na discriminação vocal
Perdas severas, profundas ou anacusia
Demora na recuperação dos limiares tonais e dos potenciais evocados auditivos e vestibulares
Extremos de idade
Zumbido intenso
Crise vertiginosa
Distorção auditiva

5
Q

Tipo de comportamento quando acomete cel cil externa

A

Perda da amplificação resultando em perda de até 50dB
Na Surdez Subita
Recuperação espontânea - disfunção transitória da contratilidade dessas células
Perdas mais acentuadas e anacusia envolvem lesões de células ciliadas internas

6
Q

Cinocílio em direção ao Esterocilio
Estereocilio em direção ao cinocílio

A

Gera Hiperpolarizacao Celular - Inibição
Gera Despolarização Celular - Estímulo

7
Q

Fluxo no canal vertical e horizontal
Ampulipeto -
-

A

AO VER A CRUZ INIBE
VERTICAL - Inibitório
LATERAL - Excitatório

8
Q

Canais semicirculares mais afetados na VPPB

A

Posterior (Infeior) > Lateral (Horizontal) >
Anterior (Superior)

9
Q

Diz Halpike e Head - roll são manobras

A

Para diagnóstico

10
Q

Principal causa de vertigem na infância

A

vpbi

11
Q

Principal causa de vertigem recorrente na infância

A

VPBI

12
Q

Embrio

Martelo, Estribo
Utrículo
Tuba auditiva

A

1 Arco - ecto
Placoide óptico - endo
1 bolsa - endo

13
Q

Cefaleia vômitos paralisia do VI nervo
Letargia papiledema
Qual possível Hd?
Qual exame pedir e o q avaliar?

A

Hidrocefalia otogênica
LCR - afastar meningite
RNM - afastar trombose de seio, dilatação ventricular

14
Q

Técnica de fisch

A
15
Q

fenômeno que indica recrutamento ciliar? Qual a diferença de dB?

A
16
Q

Melhor exame p diagnosticar paraganglioma

A

Angiografia Digital

17
Q

Principal artéria do paraganglioma

A

a faringe a ascendente

18
Q

Principal via de disseminação da meningite por oma

A

hematogenica

19
Q

Cobertura de atb p meningite conforme
OMA
OMC

A

Oma- gram +
Omc- gram - e anaeróbios

20
Q

Perda condutiva
Curva As
Ausência de reflexos

A

Otosclerose

21
Q

Perda condutiva
Curva A
Reflexo s presentes

A

Sind da Deiscência do canal semicircular superior

22
Q

Supra estrutura do estribo e apófise estiloide derivam de ql arco?

A

2 arco

23
Q

Bigorna e martelo originam de qual arco

A

Primeiro arco

24
Q

Nomeie

A
25
Q

Síndrome de Ramsay Hunt

A

Pfp edema de pavilhão e presença de vesículas em pavilhão auricular e/ou conduto auditivo

26
Q

Melkerson Rosenthal

A

Pfp edema orolabial e língua plicata

27
Q

Teste de Weber, Schwabach, Bing e Gelle

A
28
Q

Teste de Rinne, Lewis e Swabach

A
29
Q

Microfonista coclear e potencial de somação

A
30
Q

Microfonista coclear e potencial de somação

A
31
Q

Saco endolinfatico encontra-se em qual região do osso temporal

A

Triângulo ode trautmann

32
Q

Das causas genéticas de disacusias

A

Maioria eh não síndromica e autos dominante

33
Q

Síndrome de Gradenigo

A

Petrosite infecciosa
Otorreia + Paralisia do reto lateral + dor facial/retro ocular
Acomet de V e VI
Tbm pode 9 10 e 11 até 12 mas menos comuns

34
Q

Schwanoma no exame de imagem

A

RM
T1 - isointenso
T2 - hipointenso com realce por gadolíneo
Imagem pode ser homogêneo ou com degeneração mixedematosa/vista como falha e áreas cisticas

35
Q
A

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSbqV7ycJy5zvu_Nnvvt6-zYZ77x2GBPYyruw&usqp=CAU

36
Q

Idade mínima p implante de acordo com a perda

A

6m p profunda
18m p severa

37
Q

Não é obrigatória experiência com uso de aasi em quais situação de candidatos a IC?

A

Meningite e surdez profunda de etiologia genética comprovada

38
Q

Schwanoma
Granuloma de colesterol

A

Iso T1 hipo T2 e realce com gadolínio
Hiper T1 e 2

39
Q

Tumores mais comuns do APC

A

Schwanoma
Meningioma

40
Q

Via de acesso por fossa média
Condições

A

Jovens (devido ter menos aderência para retração cerebral)
Audição preservada
Lesões presentes no fundo do meato acústico interno

41
Q

Agente da otomicose

A

Aspergillus

42
Q

Critérios de cura de otite externa necrotizante

A

Cintilo com gálio 67 normal
Cicatrização da pele do CAE
Culturas negativas e normalização do VHS
Redução ou interrupção da otalgia

43
Q

ttt

A

Tensor do tímpano inervado pelo trigêmeo

44
Q

Classificação temporal da otite média com efusão

A

Aguda < 3 semanas
Sub aguda entre 3s e 3m
Crônica > 3 meses

45
Q

Fatores de risco p def auditiva
TANU

A
46
Q

Atb na oma se uso de amoxi < 30d ou conjuntivite associada

A

Clavulim

47
Q

Vacina pode diminuir chance de oma?

A

Sim
De influenza mostra redução relativa de 30-55% no pico da infecção

48
Q

Tipo de áudio conforme idade e os valores para definir perda

A
49
Q

Oma repetição
Definição

A

3 ou mais em 6 meses
4 ou mais em 12 meses

50
Q
A
51
Q
A
52
Q
A
53
Q

Mucocele de ápice Pedroso
Clínica
RNM
TC
O q fazer com Pct assint e ql risco

A

Perda auditiva, vertigem, cefaleia, plenitude aural, dor e espasmo facial

ISO T1 HIPER T2

Erosão com septacao ossea

Assintomático-> acompanhar com imagens seriadas devido risco de meningite

54
Q

Lesao mais comum no ápice petroso

A

Granuloma de colesterol
RM - padrão hiperintenso T1 e T2 sem realce
65% apresentam perda auditiva ou sintoma como plenitude e zumbido associados
apresenta cefaleia retrorbital,

55
Q

Sd de Usher

A
56
Q

Zumbido rítmico pulsátil

A

Lateralisacao do seio sigmoide

57
Q

Zumbido pulsátil em mulher, cefaleia, alteração visual, aumento da pressão liquorica

A

Hipert intracraniana Idiopática Benigna

58
Q

Limites da válvula nasal externa

A

Inferior: Assoalho da narina
Medial: Septo membranoso + ramo medial da cartilagem lateral inferior
Lateral: Ramo lateral da cartilagem lateral inferior e tecido fibroadiposo da asa nasal

59
Q

Nome do enxerto

A

Alar rim graf oi enxerto de contorno

60
Q

Tipos de rinoscoliose

A

Óssea
Cartilaginea
Mista

61
Q

3 mecanismos possíveis p explicar o acometimento do n facial

A

Erosão óssea, osteíte e deiscência espontânea do canal do n facial

62
Q

Estágios da PAIR

A

1 Latente
2 Iniciante
3 Confirmada
4 Surdez grave

63
Q

Tempo para realização de audiometria pós exposição

A

24-48h

64
Q

Prevalência de acúfenos na pair

A

1/3

65
Q

3 períodos de evolução da PAIR

A

1- relacionado aos 5-10anos nos quais a cóclea é sensível a ação do ruído
2 - de 30 a 50 anos a perda eh progressiva e lenta
3 - a partir dos 55 anos no qual a perda sofre uma nova aceleração

66
Q
A
67
Q

Agentes mais dormindo do abscesso cerebral em OMC

A

Proteus
S pnuemoniae
S aureus

Se fosse OMA seria haemophilus influenzae

68
Q

Principal fator de risco para meningioma

A

exposição a radiacao

69
Q

03 estágios da otite externa difusa

A

pré inflamatório (momento em que há remoção da camada lipídica), inflamatório agudo e inflamatório crônico

70
Q

colesteatoma de conduto auditivo externo
primário
secundario

mais frequente, associacoes

A

secundario mais frequentes e pode estar relacionado a obstrução (estenose de CAE, exostose, micetoma) ou a flhas osseas do CAE (trauma, cirurgia)

primario associado a microangiopatia - dm, tabagismo, rdt, hemodialise

71
Q

Base genética associada ao Schwanoma

A

Defeito no gene do braço longo do cromossomo 22 (gene NF-2)

72
Q

Gufoni é manobra para qual canal

A

O bebê quando “gofa” vira para o lado

Canais laterais

73
Q

Yacovino para tratar vppb de

A

“Quando toma vinho tudo sobe”

CSC Superiores

74
Q

Síndrome de Wallenburg
O que é e artéria acometida

A

A cerebelar posterio inferior

75
Q

Agentes mais freqs na OEA

A

Pseudomonas aeruginosa
S epidérmidis
S aureus

76
Q

Nervos mais acometidos pela OEN

A

Facial 75%
Vago 70%
Espinha 56%

77
Q

OEAL local mais comum

A

Terço lateral do CAE

78
Q

Tipo de bactéria que é a Pseudomonas aeruginosa

A

Gram negativa e aeróbica obrigatória

79
Q

Vírus que poderia estar associado a otosclerose

A

Paromixovirus

80
Q

Diferença histológica entre osteoma e exostose

A

Osteoma - formação óssea lamelar irregular, com vários canais fibrovasculares irregulares e escassos osteocitos

81
Q

Mal fomrmacao do tipo Mondini é associada a qual outra mal formação da orelha interna

A

Se Aqueduto vestibular alargado

82
Q

Vírus e doenças

A

Rinovírus - RSA Viral
Adenovirus - Amigdalites
VSR - OMA Viral

83
Q

Medicação apenas cocleo tóxica

A

Amicacina

84
Q

Medicação apenas vestíbulo tóxica

A

Ampicilina

85
Q

Sd Aqueduto Vestib Alargado
Tipo de perda
%
Sds associadas
Tto

A
86
Q

Local mais comum de formacao de colesteatoma em adulto e cça

A
87
Q

Microfonismo coclear
Potencial de somacao

A

MC: Cel Cil Ext, n tem latência
PS: Cel Cil Int, lat de 1ms antecedendo a latência do primeiro potencial neural

88
Q
A
89
Q

Sind do nariz vazio

A

ausencia da concha inferior nasal faz com que se perca a mínima resistência aérea ao fluxo nasal

90
Q

teoria hidropsia ex vacuo

A

teoria explica que devido a falta de ventilação da orelha média, ocorre a formaçoa de uma região de pressão negativa dentro da caixa timpãnica que leva a exsudação e formação da secretora

91
Q

FR PARA OMS

A

Idade < 2 anos, tabagismo passivo, anormdalidades cranio faciais, frequenta creche e escola, IVAS

92
Q

INTERVENCAO CIRURGIA NA OMS A PARTIR DE QUANTO TEMPO E O QUE AVALIAR?

A

Avaliar de 3 a 6 meses após o último episódio e evaliar a queixa da criança prinicpalmente avaliar o grau de perda auditiva que determian se será mais breve a intervenção e avalair hipertrofia de adenoide

93
Q

SD DA TERCEIRA JANELA - PRINCIPAL ETIOLOGIA E FATOR ETIOLOGICO ASSOCIADO A ELA

A

DEISCENCIA DE CSC LATERAL
OMC COLESTEATOMATOSA

94
Q

Como é o HINTS na neurite?

A

HI - alterado, N horizontal para o lado respeitando lei de Alexander e TS normal

95
Q

Neurite - como se comportam os nistagmos espontaneos, semi espontaneos e Teste de Unterberger Fukuda?

A

NIstagmo Espont Horizontal com fase rápida em direção ao lado saudável; semi espont p mesma direção, maior intensidade com o olhar para o lado da fase rápida e menos intenso para o lado oposto; Tste de Unterberger Fukuda com o paciente tende a virar p o lado hipofuncionante

96
Q

Tempo de Repouso auditivo em um individuo exposto ao ruido ocupacional para realizar audiometria

A

Minimo de 14 horas

97
Q

Perda auditiva da paroxismia vestibular

A

Perda neurossensorial unilateral descendente

98
Q

Principal agente da pericondrite

A

P aeruginosa

99
Q

Características da exostose

A

Geralmente bilateral
Multiplas lesoes
Medial ao conduto auditivo
Historia de mergulho rm aguas frias

100
Q

Fases da OEA

A

Pre infl - remocao da camada lipidica
Infl leve, mode e grave - otalgia e prurido
Infl cronico - prurido intenso, pele atrofica, ausencia de cerume

101
Q

Peimcipal agente da otomicose

A

Aspergillus

102
Q

principal fator desencadeante de vertigem em pcts com deiscencia de canal semicircular superior?

A

estimulos sonoros intensos (100-110db)

103
Q

desicencia de canal semicircular
principal envolvido
principal etiologia para o lateral

A

csc sup
omc cole

104
Q

plenitude aural unilateral associada a autofonia + zumbido com rinne positivo bilat

A

tuba patente

105
Q

4 musculos relacionados diretamente com a tuba

A

m salpingofaringeo, m elevador do veu palatino, m tensor do veu palatino e tensor do timpano

106
Q

rinne positivo o quer dizer?

A

audicao normal ou dasn bilat

107
Q

OMC Simples - fatores que podem influenciar na intensidade da perda auditiva

A

tamanho da perfuracao
posicacao da perf
grau de fixacao da mt e ossiculos
presenca de erosoes ossiculares maiores e menores
disj da cadeia ossicular

108
Q

caracteristicas de
inside out
outside in

A
  • perf ampla aspecto riniforme associada a ev agudo no ouv medio
  • medialização do cabo do martelo, remanescentes timpanicos aderidos à articulação incudoestapediana, determinando ou nao erosao da mesma, remanescentes timpanicos aderidos ao promontorio
109
Q

definicao de otite media silenciosa?

A

presença de alteracoes teciduais inflamatorias irreversiveis na fenda auditiva associadas a uma membrana timpanica integra

110
Q

colesteatoma - regiao mais frequente e mais rara

A

atical e epitimpanico anterior

111
Q

complicacao mais freq da oma extra e intracraniana

A

abscesso retroauricular/meningite

112
Q

principal agente da tromboflebite do seio sigmoide

A

streptococcus

113
Q

abscesso intracraniano - principal agente, lobo mais acomteido e tto cirurgico

A

flora mista e proteus
tempoar 2x q cerebelo
< 2,5cm pode responder a atb

114
Q

agentes etilogicos mais impliados nos casos relacionados a oma

A

haemophilus influenzae e pneumococcus

115
Q

omc cole ql ossiculo é amais lesado

A

bigorna

116
Q

cole compromete quais porcoes do facial

A

segmento timpanico e segundo joelho

117
Q

Igs mais encontradas na DIMOI

A

IGG > IGM > IGA

118
Q

SINAIS DE BOM PROGNOSTICO NA SURDEZ SUBITA

A

IDADE JOVEM, SEXO MASCULINO, PERDA MAIOR EM GRAVES, PERDDA MENOR QUE 50DB

119
Q

O QUE INERVA O FACIAL

A

GUSTACAO DOS 2/3 ANTERIORES DA LINGUA, SENSIB DA CONCHA AURICULAR, PARTE DO PAVILHAO E MEA, INVERCAO DA MUCOSA NASAL POST E PARTE DO PALATO MOLE, INVER GL SUBMAND, SUBLING E GL LACRIMAIS

120
Q

FRATURAS LONGITUDINAIS SÃO CAUSAS POR QL TIPO DE IMPACTO

A

OCCIPITAL

121
Q

DE QL SEGMENTO DO FACIAL É EMITIDO O N PETROSO SUPERFICIAL MAIOR

A

SEGMENTO LABIRINTICO

122
Q

Sind de Cogan - 2 caracteristicas

A

Ceratite intersticial não sifilitica e disfunção cocleovestibular

123
Q

Perfil do paciente com DIMOI
3 crits maiores ou 2 maiores + 2 menores

A

MAIORES:
Perda auditiva sensorioneural bilat
Dça autoimune sistêmica
FAN fator antinúcleo (ANA) >1:80
Redução de células T (CD4, CD45RA)
Recuperação auditiva > 80% após terapia

MENORES:
Perda auditiva sensorioneural unilateral
Jovem ou meia idade
Sexo feminino
Recuperação auditiva < 80% após terapia

124
Q

exame que permite triagem das alterações auditivas infraclinicas ligadas ao ruído

A

emissoes otoacusticas - produto de distorções

125
Q

4 tipos de presbiacusia com base na classificacao de Schuknecht

A

Estrial - tds freqs afetadas, audiom plana
Sensorial - afetas freqs agudas, audio descendente
Mecanica - nao compromete o IRF
Neural - Gde comprometimento do IRF mais baixo que o esperado pelos limiares tonais

126
Q

Agentes infecciosos mais comuns associados a surdez neurossensorial e/ou vertigem adquiridas

A

Caxumba, Epstein Barr, Varicela Zóster, Vírus da Hepatite, Virus da herpes simples e sarampo

127
Q

medida de avaliacao audiometria para monitorar perdas auditivas

A

progressão é de 15db em dua sfreqs ou 10db em 4 freqs

128
Q

tto precoce para surdez subita deve ser instituido preferencialmente nos … dias

A

primeiros 10 dias

129
Q

afeta exclusivamente audicao

A

eritro e neomicina

130
Q

afeta prefenrecilamente isstema vestibular

A

genta e tobramicina

131
Q

cocleo e vestibulotoxico

A

amicacina

132
Q

coclea com 1,5 giro

A

divisao incompleta tipo 2 (mal formacao tipo mondini)

133
Q

epitimpano estao quais estrutura

A

cabeca do martelo e corpo e apofise curta da bigorna

134
Q

sds ligadas ao X

A

norrie e alport

135
Q

sds recessivas

A

usher, pendred, jervell e langenielsen

136
Q

sds dominantes com perda auditiva

A

nfb 1, treacher collins, waadernburg e braqui otorrenal

137
Q

sd ramsay hunt

A

pfp, vesiculas em pavilhao, otalgia intensa e vertigem

138
Q

fatores prognosticos na oen

A

pfp e inf fungica associada

139
Q

forame espinho contem qual estrutura

A

a meningea media

140
Q

forame lacero contem qual estrutura

A

porcao petrosa da a carot int

141
Q

forame oval contem qual estrutura

A

n trigemeo ramo v3 mandibular

142
Q

canaliculo timpanico contem qual estrutura

A

n petroso superficial menor e a timpanica

143
Q

desv do acesso retrossigmoideo

A

maior dif em acesso ao fundo do cai

144
Q

desv do acesso translabiritico (que faz parte dos acesos pre sigmoideos)

A

maior dif de exposição da porcao medial do tumor junto ao tronco encefalico

145
Q

desv do acesso translabiritico (que faz parte dos acesos pre sigmoideos)

A

maior dif de exposição da porcao medial do tumor junto ao tronco encefalico

146
Q

no CAI cada nervo possui posição tipica

A

postero inferior: n vest inf
post sup: n vest sup
anteroinf: n vestibulo-coclear
anterossup: n facial

147
Q

retrossigmoideo permite visualzar o vii nervo ?

A

so depois de remover o tumor por isso é mais propenso a agressao do nervo

148
Q

O QUE É POTENCIAL DE AÇÃO E A RELACAO COM O POT DE MEMBRANA

A

SEQUENCIA DE ALTS RAPIDAS NO POTENCIAL DE MEMBRANA DEFLAGRADAS POR QLQR AGENTE ELETRICO, QUIMICO OU FISICO QUE ERTUBE O ESTADO NORMAL DE RPOUSO DA FIBRA NERVOSA

149
Q

O QUE E POT DE MEMBRANA

A

POT DE MEMBRANA RESULTADO DO EXCESSO DE ANION E CATIONS QUE SE ACUMULAM NAS FACES INTERNA E EXTERNA DAS CELS NERVOSAS POR MEIO DE TRANSPORTE ATIV OU GRADIENTE DE CONCENTRACAO PROMOVENDO UMA DIF DE POTENCIAL

150
Q

MICROFONISMO COCLEAR DECORRE DA DESPOLARIZACAO DAS CELULAS CILIADAS …., EGRADAS NA PORCAO … DA COCLEA, TEM LATENCIA DE …. E OCORRE NO
IMPORTANTE LEMBRAR QUE …… EFEITOS DAS FADIGA E ADAPATACAO DAS ATVS NEURAIS …. MODIFICA COM O AUMENTO DA TAXA DE APRESENTACAO DOS ESTIMULOS EACSTICOS

A

EXTERNAS, PORCAO MAIS BASAL, ZERO E OCORRE NO EXATO INSTANTE QUE O SOM CHEGA A ORELHA INTERNA,
NAO SOFRE, PORTANTO NAO SE MODIFICA

151
Q

POTENCIAL DE SOMACAO: CEL ENVOLVIDA, LATENCIA

A

REFLETE ATIV ELETROCA DAS CELULAS CILICIADAS INTERNAS, APRESENTA LATENCIA EM TORNO DE 1MS ANTECEDENDO A LATENCIA DO PRIMEIRO POT NEURAL (=POT DE AÇÃO DO NERVO COCLEAR)

152
Q

ELETROCOCLEOGRAFIA - CEL ENVOLVIDA - LATENCIA
MICRONOFNISMO COCLEAR
PS
PA

A

MICRONOFNISMO COCLEAR - CEL CIL EXT - LAT ZERO
PS - CEL CIL INTE - LAT DE 1MS
PA - N COCLEAR

153
Q

ONDAS DO BERA
(1 A 7)

A

1 E 2 - N AUDITIVO
3 - NEURONIOS QUE EMERGEM DO COMPLEXO DOS
NUCLEOS COCLEARES
4 - COMPLEXO OLIVAR SUPERIOR
5 - LEMNISCO LATERAL
6 - COLICULO INFERIOR
7 - CORPO GENICULADO MEDIAL

154
Q

p300 é indicatio de dist do processamento auditivo central quando

A

qndo o paciente informa corretamente o numero de estimulos raros e o P300 está ausente

155
Q

vertigem x tontura

A

tontura não tem falso ou distorcido senso de movimento

156
Q

vertigem a pressão do tragus

A

Sinal de Henneberg

157
Q

nome que se da quando pct com sd de meniere relaat melhora dos limiares auditivos durante os ataques vertiginosos

A

sd de lemoyez

158
Q

Tetrade Sintomatica da Sd de Meniere

A

Ataques de vertigem + Perda auditiva sensorioneural flutuante + Tinitus na orelha afetada + Plenitude aural ma orelha afetada

159
Q

betaistina - farmacologia

A

anatgonista de H3 e analogo de H1 - gera aumento de fluxo sanguineo na estria vascular, aumentando a reabsorção da endolinfa

160
Q

o que é canalith jam

A

tb chamado de bloqueio canalicular é a impactacao de otolitos na crura comum ou dentro do proprio canal

161
Q

PROCEDIMENTOS CIRURGICOS PARA TRATAMENTO DA VERTIGEM PODEM SER
CONSERVADORES DA AUDIÇÃO
COM RISCO AUDITIVO
DESTRUTIVO DA AUDIÇAO

A

CONVERVADORES: NEURECTOMIA VESTIBULAR VIA FOSSA MEDIA, DRENAGEM DO SACO ENDOLINFÁTICO

COM RISCO AUDITIVO: CRIOTERAPIA, GENTAMICIINA INTRATIMPANICA, COCLEOSSACULOTOMIA

DESTRUTIVO: LABIRINTECTOMIA TRANSCANAL, NEURECTOMIA TRANSLABIRINTICA

162
Q

VPPB É COMUM NA INFANCIA?

A

NAO

163
Q

Programas Basicos de RV são baseados em 3 elementos

A

Exercicios de Habituaçao, Exercicios de Controel Postural e Condicionamento das atividades gerais

164
Q

neurectomia inica com seccção de ql nervo vestibular e ql porção

A

superior em sua porção mais lateral

165
Q

Medicacaoes nas quais o zumbido pode ser um ef colateral

A

salicilatos, antimalaricos (quinino), aines, aminoglicosideos, diureticos de alça, agentes quimioterapicos (platinas e vincristina) e antidepressivos (amitriptilina, imipramina, fluoxetina, bupropiona, trazodona)

166
Q

COMO É O VEMP NA SD DA 3ª JANELA?

A

LIMIAR BAIXO DE EVOCAÇÃO (<70dB), ASSIMETRIA DE AMPLITUDE COM AUMENTO DA AMPLITUDE DO LADO AFETADO

167
Q

EXAME ELETROFISIOLOGICO BIFASICO = VEMP
VEMP CERVICAL
VEMP OCULAR

A

VEMP C -> N13 P 23, AVALIA O SERVICAL = SACULO = QUE FICA EM BAIXO = N VEST INF

VEMP - -> N10 P 16, AVALIA O UTRICULO = QUE FICA EM CIMA = N VEST SUP

168
Q

atualizacoes sobre o guideline de surdez súbita

A

oxigenoterapia hiperbarica combinada com terapia com esteróides dentro de 2 semanas após o início da perda como terapi adjuvante
OU encaminha após 1 mês do inicio da perda como terapia de resgate
dose de tratamento é de prednisona 1mg/kg/d (max 60mg) ou metilpred 48mg/d ou dexa 10mg/d por 7 - 14 dias e a regressão é ao longo de um período de tempo semelhante

nao prescrever rotineiramente antivirais

169
Q

teste mais sensível para acompanhar efeito de ototoxicidade

A

teste de emissões otoacústicas por produtos de distorção

170
Q

porçaõ do facial acometida pela cirurgia
timpanoplastia
timpanomastoidectomia

A

timpanico
segundo joelho/transicao timpanico para mastoideo

171
Q

INERVACAO DA ORELHA
MEDIAL E LATERALMENTE

A

MEDIALMENTE - N GDE AURICULAR (C3) E N OCCIPITAL MENOR (C2)

LATERALMENTE - N AURICULOTEMPORAL (V), RAMO AURICULAR DO N VAGO (X) E RAMO AURICULAR O N FACIAL (VII)

172
Q

algumas caracteristicas da nfb tipo 1

A

manchas cafe com leite na pele
nodulos de lisch
sairdas nas regioes axilares ou inguinal

173
Q

PERDA DE TRANSMISSAO SENSORIAL
PERDA DE TRANSDUCAO SENSORIAL

A

DISF DAS CCE QUE PERDEM A CAPACIDADE DE AMPLIFICAÇÃO GERANDO ESTIMULO INSUF P AS CCI

DISF DAS CCI RESPONSAVEIS PELA ATIVACAO DAS SINAPSES DO N AUDITIVO

174
Q

PERDA DAS CCE INDICA PERDA AUDITIAV DE ATE QNtO dB

A

60

175
Q

SD E PADRAO HEREDITARIO

A

DOMINANTE: WAARDENBURG, BRANQUIO-OTORRENAL, STICLER, TREACHER COLLINS

RECESSIVO: PENDRED, USHER, JERVELL E LANGE - NIELSEN

LIGADA AO X: ALPORT E NORRIE

DICA:
SE VEM A IAMGEM NA CABECA É DOMINANTE ,
SAMYRA NO RIO X –> ALPORT E NORRIE

176
Q

Caracteristica do Schwannoma na RNM

A

Realce na porção labirintica mesmo se a lesão nao se estender ate a regiao
Iso em t1 e hipo t2 realce intenso e homogeneo pelo gadolineo

177
Q

Sinais de bom prognostico na surdez súbita

A

Idade jovem, sexo masculino, perda maior em graves, perda menor que 50dB, tto precoce, detecção da onda V PEATE na primeira semana de evolução e respostas normais do potencial miogenico vestibular evocado VEMP

178
Q

hipoteses etiologicas para otosclerose

A

fator genetico dominante e viral pelo paramixovirus

179
Q

Pesquisa do reflexo estapediano
na condutiva mod unilat

A

nao consegue delfagrar nem ipsi e nem contra pois nao e possivel atingir o limiar para contracao do musculo

180
Q

complicacao mais comum do osteoma

A

pericondrite

181
Q

disposicao do n facial no meato acusti interno

A

anterior a barra de bill e superior a crista falciforme