Asma Flashcards

1
Q

(SES-PE 2020 R3 PEDIATRIA) - José, 5 anos, vem apresentando sintomas de tosse e dispneia na
intercrise, necessitando de tratamento profilático para asma, no passo 3. A conduta mais adequada para
esse paciente será a de indicar o uso de
A) SABA (broncodilatador de ação curta) contínuo.
B) corticoide inalatório em dose média, diariamente.
C) corticoide oral em dose baixa contínuo.
D) tiotrópio.
E) montelucaste contínuo

A

Letra “B” - Intercrise - tto profilático (manutenção) < 5a - corticoide inalatório em dose média, diariamente = Gina, 2019: Dobrar dose baixa de CI (dose média)

a) SABA contínuo, não faz sentido!
c) CE VO - não faz contínuo!
d) Tiotrópio só > 6a (Gina, 2019)
e) Antileucotrieno (montelucaste) é bom, mas, nesses pacientes mais velhinos, CI é melhor!

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2
Q

(SES-PE 2019 ACESSO DIRETO) - Menor com 8 anos de idade e história de tosse, dispneia e sibilância recorrente há 3 anos. Refere cerca de 6 crises no último ano, sendo a última há 1 mês, com necessidade de internamento hospitalar por 3 dias. Faz uso de medicações apenas durante as crises – prednisolona e B2 de curta duração – com boa resposta. Usou antibiótico para tratamento de infecção respiratória no último episódio. Genitora refere, também, tosse
intermitente no período intercrise, sono irregular com chiado noturno, dificuldades de aprendizagem na escola, prurido nasal e espirros recorrentes, principalmente ao acordar. Pai com histórico de HAS e tabagismo. Mãe com asma desde a adolescência. Diante da história, assinale a alternativa CORRETA.

A) A espirometria antes e após o uso de broncodilatador deve ser realizada nessa criança, e a presença de uma espirometria normal ou a ausência de resposta ao broncodilatador em uma espirometria com padrão obstrutivo serviriam para afastar o diagnóstico de asma.
B) A dosagem de IgE total, IgE específica ou testes cutâneos de hipersensibilidade imediata indicam os
alérgenos responsáveis pela asma e são indispensáveis para o adequado diagnóstico e manejo do
tratamento.
C) O tratamento inicial desse paciente deve incluir um curso breve de corticosteroide oral e Beta 2 agonista
de curta duração, por cinco a sete dias, seguidos do uso contínuo de corticoide nasal, Beta 2 agonista de
curta duração e antagonista dos receptores dos leucotrienos.
D) O tratamento inclui a orientação sobre os cuidados com o ambiente, o estabelecimento de um plano
terapêutico para as crises, o uso de corticoide inalatório em altas doses e o seguimento regular para avaliação
da resposta ao tratamento.
E) O uso do beta-2 agonista de longa duração é uma possibilidade nos casos de controle inadequado com o
corticoide inalatório, nas crianças com mais de 4 anos, e sempre em associação com o corticoide inalatório.

A

Letra “E” - O uso do beta-2 agonista de longa duração é uma possibilidade nos casos de controle inadequado com o corticoide inalatório, nas crianças com mais de 4 anos, e sempre em associação com o corticoide inalatório.

a) >6a deve fazer espirometria - mas, nas crianças, não afasta totalmente o dx de asma caso ela venha normal ou com resposta Bd ausente.
b) >5a dá pra tentar os testes IgE medidos (cutâneos) que podem indicar os alérgenos responsáveis pela asma, mas não são indispensáveis para o dx;
c) Não está em crise. Tb não faz SABA contínuo.
d) CI em altas doses? Nem tentou média. Sem falar que seria mais interessante associar o LABA antes de aumentar dose do CI.

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3
Q

Anamnese criança com asma - ( ) Os episódios de sibilância são contínuos e duradouros, sem fatores de melhora.

A

Falso - Tem fatores de melhora e piora e não são contínuos

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4
Q

Anamnese criança com asma - ( ) A tosse é predominantemente produtiva.

A

Falso - Tosse seca noturna/manhã

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5
Q

Anamnese criança com asma - ( ) Falta de ar aos exercícios raramente está presente, sendo relatada somente nos casos de asma classificados como grave persistente.

A

Falso - Falta de ar aos exercícios é bem comum

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6
Q

Anamnese criança com asma - ( ) Sintomas nasais concomitantes são frequentes, tais como obstrução e prurido.

A

Verdadeiro

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7
Q

Anamnese criança com asma - ( ) As crises de tosse ocorrem principalmente à noite e ao amanhecer, sendo esse um dos principais sintomas do período intercrítico.

A

Verdadeiro

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8
Q

(USP-SP 2018 R3 CLÍNICA MÉDICA) - Homem de 18 anos vem à consulta médica quatro meses após
internação hospitalar com quadro de crise asmática. Naquela ocasião, esteve internado por cinco dias, em
uso de inalação com fenoterol e ipratrópio, prednisona 60mg/dia, com pronta melhora. Referia que já tinha
apresentado diversos episódios semelhantes (cerca de um episódio a cada dois meses nos últimos três
anos, desde que começou a fumar). Recebeu alta em uso de formoterol 12mcg + budesonida 400mcg, duas
vezes ao dia. Desde a alta hospitalar, refere não ter apresentado mais nenhuma crise de broncoespasmo.
Também parou de fumar. A melhor conduta no momento é:

A ) Manter formoterol e budesonida.
B ) Manter formoterol inalatório.
C ) Manter corticoide inalatório.
D ) Suspender ambos os medicamentos

A

Letra “A” - a partir de 2019 (Gina), Diminuir dose CI (STEP Down) e manter o LABA

formoterol 12mcg + budesonida 400mcg 2x/dia: CI + Formoterol (“duplinha do sucesso”) em 800mcg/dia (dose moderada

LABA: fundamental par manter o paciente sem crise (associado com CI)

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9
Q

(UNICAMP - SP 2018 R3 PEDIATRIA) - Escolar, dez anos de idade, com diagnóstico prévio de Asma,
em uso domiciliar de prednisona oral e nebulização com fenoterol a cada 6 horas, há 24 horas. Chega ao
hospital com história de piora da dispnéia e sibilância há 8 horas. Ao exame físico, REG, agitado, palidez
cutânea, afebril, FR: 46 irpm, FC: 110 bpm, PA: 90x50 mmHg, saturação transcutânea de oxigênio: 88%.
Murmúrio vesicular diminuído globalmente, com poucos sibilos, retração subcostal e de fúrcula esternal.
Admitido em sala de emergência, onde recebeu nebulização contínua de salbutamol e ipratrópio com
oxigênio, acesso venoso e metilprednisolona ev. Após 30 minutos, foi administrado sulfato de magnésio EV.
Na sequência de conduta, assinale a alternativa CORRETA quanto aos parâmetros para intubação
endotraqueal:

A) Retenção de CO2 na gasometria arterial e diminuição da entrada de ar na ausculta.
B) Diminuição da oximetria de pulso e aumento da sibilância na ausculta.
C) Alteração de sensório e padrão respiratório paradoxal
D) Acidose metabólica na gasometria arterial e piora da retração subcostal.

A

Letra “C” - Alteração de sensório e padrão respiratório paradoxal (respiração tóraco–abd: assincronia)

Crise grave: Ipratrópio
O2: meta sat.O2:
CE Sistêmico: VO ou EV
>2a: MgSO4:

  • Retenção de CO2: qd estiver hipoventilando (já passou do tempo)
  • Já está diminuído - não esperar mais!
  • oximetria de pulso não é tão sensível;
  • Aumento da sibilância - não! É diminuição!
  • Acidose respiratória vem primeiro.
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10
Q

(SES-PE 2018 ACESSO DIRETO) - Paulo, 7 anos de idade admitido na emergência com tosse e dispneia há 2 horas. Passado de crises de sibilância recorrentes desde os 5 anos, com atendimentos mensais em urgências e um internamento em UTI há 6 meses com necessidade de ventilação mecânica vem fazendo uso irregular de corticoide inalatório nas intercrises. Pai com história de asma na infância. Apresentava um regular estado geral, fala entrecortada, ansiosa, dispneica, murmúrio vesicular diminuído globalmente, raros sibilos, tempo expiratório prolongado, retrações intercostais, subcostais e batimento de asa de nariz. Oximetria de pulso com SatO2 90%. Sobre a crise de asma aguda, assinale a alternativa CORRETA.

A) A história prévia de asma grave requerendo intubação ou ventilação mecânica; 3 ou mais atendimentos em urgência ou duas ou mais internações hospitalares no último ano e o uso inadequado do corticosteroide inalatório são fatores de risco para uma crise de asma grave ou fatal.
B) O corticosteroide está indicado nos pacientes que não respondem à terapêutica inicial com broncodilatador na primeira hora ou naqueles com risco de uma exacerbação grave. O uso venoso oferece melhor ação e deve ser preconizado, sempre que disponível.
C) Sempre que disponível, o brometo de ipratrópio deve ser associado ao beta-2 – agonista para o tratamento
das crises de asma. Dentre os benefícios dessa associação, temos um menor tempo de permanência na
emergência e uma redução no número de nebulizações requeridas pelo paciente.
D) O sulfato de magnésio não demonstrou benefícios no tratamento de emergência da crise aguda grave de
asma, devendo ser evitado pelos seus efeitos colaterais graves sobre o aparelho cardiocirculatório.
E) O uso do beta-2 – agonista constitui a primeira linha de tratamento da crise de asma. Os estudos atuais
não mostram diferença de ação no uso do beta-2 – agonista por via oral, por aerossol dosimetrado ou por
micronebulização.

A

Letra “A” - A história prévia de asma grave requerendo intubação ou ventilação mecânica; 3 ou mais atendimentos em urgência ou duas ou mais internações hospitalares no último ano e o uso inadequado do corticosteroide inalatório são fatores de risco para uma crise de asma grave ou fatal.

SBPT

b) O uso venoso oferece MELHOR AÇÃO e deve ser preconizado, sempre que disponível - FALSO - O VO tem ação equivalente… A questão é que muitas vezes, pela sintomatologia, a VO fica em segundo plano;
C
c) Brometo de ipratrópio: diminui necessidade de internação - usado na 1ª hora em crise moderada/grave
d) MgSO4 - tem benefício sim em crise de asma grave
e) Salbutamol (CE) CI é melhor!

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11
Q

(UNITAU - SP 2018 ACESSO DIRETO - Um paciente asmático, de 15 anos, faz uso das seguintes
medicações: budesonida 400 mcg associada à formoterol 12 mcg, inaladas a cada 12 horas. Refere que
usa corretamente as medicações na maioria dos dias, mas acorda, de um a dois dias, durante a noite, com
falta de ar, sendo necessário tomar uma dose adicional da medicação. De uma a três vezes na semana,
precisa usar uma dose a mais da medicação, por apresentar dispneia. Apresenta VEF1 de 84% do previsto na espirometria. De acordo com os critérios do GINA, é CORRETO afirmar que a classificação da asma e a conduta mais adequada para este paciente é

A) controlada/ manter a medicação em uso.
B) não controlada/ associar modificadores dos leucotrienos via oral.
C) parcialmente controlada/ aumentar a dose do corticoide inalatório usada e manter a dose de
broncodilatador.
D) não controlada/ iniciar anti IgE.
E) parcialmente controlada/ iniciar corticoide oral.

A

Letra “C” - parcialmente controlada/ aumentar a dose do corticoide inalatório usada e manter a dose de
broncodilatador.

800mcg/dia CI: dose moderada
despertar noturno
resgate - 1-3x/sem
2 critérios do GINA: asma Parcialmente controlada - aumenter CI e manter Bd

GINA:
limitação atv
B2 de alívio
despertar noturno
sintomas diurnos
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12
Q

(UNITAU - SP 2018 ACESSO DIRETO) - Baseado no grau de intervenção para o controle dos sintomas,
como poderia ser classificado, em relação à gravidade, o quadro do paciente da questão anterior?
A) Asma leve
B) Asma intermitente
C) Asma moderada
D) Asma grave
E) Asma potencialmente

A

Letra “D” - Asma Grave

STEP 4: 800mcg/dia - dose moderada de CI+LABA: Asma Grave (Gina 2019)

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13
Q

(USP- SP 2018 R3 PEDIATRIA) - Criança de 6 anos, com antecedente de asma, vem para consulta
ambulatorial. Mãe conta que criança tem participado de atividades de educação física na escola e tem feito
aulas de natação. Refere crises de tosse cerca de 5 vezes por semana, com necessidade de usar
Salbutamol cerca de 3 vezes por semana. Refere que criança não costuma acordar a noite por crise.
Precisou procurar o Pronto Atendimento somente 1 vez, há 3 meses, quando paciente fez uso de
prednisolona e salbutamol por 5 dias. Qual a recomendação para manejo da asma desse paciente?

A) Não é necessário uso de medicação profilática, somente higiene ambiental e medicações de resgate.
B) Prescrição de corticoide inalatório em dose baixa.
C) Prescrição de corticoide inalatório e beta2-agonista de longa duração.
D) Prescrição de corticoide inalatório em dose moderada.

A

Letra “B” - Prescrição de corticoide inalatório em dose baixa.

6a
sintoma 5x/semana
resgate 3x/sem
Emergência
Não controlada!
Precisa tto de manutenção! iniciar com CI em baixa dose. o LABA pode usar >4a, mas é mais coerente começar o CI e, caso não supra a necessidade, associar o LABA.
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14
Q

(SES-PE 2017.2 ACESSO DIRETO) - No manejo da crise de asma, qual a principal droga para tratamento da crise asmática e qual droga deve ser utilizada para evitar recidiva?
A) Anticolinérgico e aminofilina
B) Corticoide e anticolinérgico
C) Beta agonista inalatório e cefalexina
D) Beta agonista inalatório e corticoide
E) Cromoglicato sódico e beta agonista inalatório

A

Letra “D” - Beta agonista inalatório e corticoide

CrIse - CI
RECidiva/Resgate: CE

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15
Q

. (UEPA 2017 R3 PEDIATRIA) - Quanto à asma aguda grave, é correto afirmar que:

A) a avaliação da saturação de oxigênio pela oximetria de pulso não orienta quanto a gravidade da asma,
sendo apenas critérios clínicos importantes no diagnóstico da mesma.
B) medições de função pulmonar indicam de forma objetiva o grau de obstrução brônquica, devendo ser
usada em todas as crianças que chegam as urgências pediátricas com crise de asma, independente da idade.
C) pacientes que necessitaram de ventilação mecânica, que interromperam uso de corticoide oral
recentemente e pacientes que usam mais de um aerossol dosimetrado por mês de agentes beta 2 agonistas
de curta duração, são considerados pacientes com alto risco de óbito.
D) bronquiolite, aspiração de corpo estranho e disfunção de cordas vocais não fazem parte do diagnóstico
diferencial da asma aguda.
E) na asma aguda grave, deve-se iniciar o tratamento com broncodilatador endovenoso, em virtude da
gravidade do quadro.

A

Letra “C” - pacientes que necessitaram de ventilação mecânica, que interromperam uso de corticoide oral
recentemente e pacientes que usam mais de um aerossol dosimetrado por mês de agentes beta 2 agonistas
de curta duração, são considerados pacientes com alto risco de óbito.

a) Sat.o2: orienta gravidade!
b) Função pulmonar - não tem como fazer em <5a;
e) SABA EV não é tão bom assim (Gina, 2019).

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16
Q

(AMS-LONDRINA 2017 ACESSO DIRETO) - Observe a seguinte espirometria de uma paciente de 35
anos, não tabagista, peso 50 kg, altura 150 cm e investigando tosse prolongada e falta de ar: (Conforme
imagem do caderno de questões) Qual a melhor interpretação para esse exame?

CVF: 85% do previsto
VEF1: 67% do previsto (1,7 pré-Bd) (1,96 pós-Bd)
VEF1/CVF: 82% do previsto

A) Distúrbio ventilatório misto ou combinado.
B) Distúrbio ventilatório obstrutivo.
C) Distúrbio ventilatório restritivo.
D) Exame normal.
E) Distúrbio ventilatório inespecífico com CVF normal.

A

Letra “B” - DVO (VEF1 < 70%) - aumentou > 200 (260mL) e >12% (15%) - RESPOSTA +: Asma.

17
Q

(AMS-LONDRINA 2017 ACESSO DIRETO) - Mulher de 35 anos de idade chega ao consultório para
tratamento da asma. Relata tosse frequente e falta de ar. Visitou uma vez a emergência nos últimos seis
meses. Toma triancinolona, quatro inalações duas vezes ao dia e salbutamol, através de um inalador
dosimetrado (dois puffs, uma ou duas vezes por dia, conforme necessário). Seu sono é ocasionalmente
perturbado por crises de tosse. Muitas vezes também tem refluxo ácido à noite. A paciente não está em
desconforto respiratório durante o exame físico. Os sinais vitais são normais. O exame de tórax mostra
discretos sibilos expiratórios bilateralmente. O pico expiratório (peak-flow) é de 325 L/min, ou 70% do valor
previsto. Qual dos seguintes tratamentos NÃO é apropriado neste momento para a paciente?

A) Adicionar um agonista beta-adrenérgico inalatório de longa ação, como salmeterol ou formoterol.
B) Usar salbutamol inalatório quatro vezes ao dia, em esquema regular.
C) Mudança para um glicocorticóide inalatório de alta potência, como fluticasona ou budesonida.
D) Instituir medidas anti-refluxo, incluindo elevação da cabeceira da cama e uso de inibidor de bomba de
próton como o omeprazol.
E) Higiene ambiental e programa de reabilitação pulmonar associado a ajuste de medicação inalatoria.

A

Letra “B” - Usar salbutamol inalatório quatro vezes ao dia, em esquema regular.

18
Q

(SES-PE 2016 ACESSO DIRETO) - Em uma primeira consulta, George, 13 anos, natural e procedente
de Goiana, foi encaminhado após ter sido internado em enfermaria no interior, com crise de asma há 3
semanas. Na história, há referência de episódios prévios de sibilância desde os 2 anos de idade,
associados à dermatite atópica. Nos últimos 12 meses, o paciente apresentou, aproximadamente, 8 crises
de asma com atendimentos de emergência. Fora dos períodos de exacerbação, ele tem tosse seca
predominantemente noturna, 4 vezes por semana que perturba seu sono. Que medicação(ões)
preventiva(s) deveria(m) ser prescrita(s) para esse paciente?

A) Budesonida ou beclometasona 200mcg 1 vez ao dia ou mometasona 100mcg 1 vez ao dia
B) Montelucaste 4mg 2 vezes ao dia
C) Montelucaste 5mg 1 vez ao dia
D) Formoterol 12mcg 2 vezes ao dia
E) Fluticasona 250mcg associada a salmeterol 50mcg 2 vezes ao dia, ou budesonida 400mcg associado a
formoterol 12mcg 2 vezes ao dia

A

Letra “E” - Fluticasona 250mcg associada a salmeterol 50mcg 2 vezes ao dia, ou budesonida 400mcg associado a formoterol 12mcg 2 vezes ao dia

Adulto/Adolescente/Criança 06-11a: “duplinha do sucesso” CI+LABA (Budesonida + Formoterol)

19
Q

(SES-PE 2016) - Um paciente chegou à emergência com crise asmática grave, embora ainda esteja com níveis de consciência e hemodinâmica preservados. Qual das condutas abaixo NÃO é adequada para o caso?

A) Oxigenioterapia para manter saturação de O2 acima de 90%
B) Agentes mucolíticos, como a acetilcisteína
C) Beta-2 agonistas inalatórios a cada 15-20 minutos
D) Prednisona 40 a 60 mg por via oral
E) Sulfato de magnésio endovenoso

A

Letra “B” - Agentes mucolíticos, como NAC

Crise asmática grave:

  • O2
  • SABA
  • Ipratrópio
  • CE VO ou EV
  • MgSO4
20
Q

(USP-RP 2016 ACESSO DIRETO) - Criança de 8 anos, com diagnóstico prévio de asma, apresenta
tosse, chiado e opressão torácica 3 vezes por semana. Faz uso de salbutamol durante o dia, com
frequência de 3 vezes por semana. Refere tosse e dispneia quando pratica natação. Há 2 dias procurou
Serviço de Emergência devido a queixas de tosse e chiado, precedidos por resfriado. Foi tratado com
prednisolona 20mg e salbutamol 2 sprays a cada 6 horas por 5 dias, com boa resposta. Qual a conduta
mais apropriada para este paciente?

A) Uso contínuo de beta-2 agonista de ação prolongada isoladamente, para controle dos sintomas noturnos
e relacionados com a atividade física.
B) Uso de beta-2 agonista de ação rápida quando apresentar sintomas e 5 minutos antes do exercício físico,
sem necessidade de tratamento de longo prazo.
C) Uso contínuo de dose baixa corticosteroide oral.
D) Uso em longo prazo de corticosteroide inalatório em dose moderada e reavaliação após 4 semanas.

A

Letra “D” - Uso em longo prazo de corticosteroide inalatório em dose moderada e reavaliação após 4 semanas.

a) LABA não se usa isoladamente
b) ele está tendo sintomas frequentes… Precisa de tto de manutenção
c) CE VO não se faz contínuo para asma

21
Q

(SES-PB 2016 ACESSO DIRETO) - Escolar de sete anos, com crises de sibilância desde os dois anos,
é levado ao ambulatório com queixa de crises de sibilância mais de duas vezes por semana, necessitando
ser nebulizado em casa com beta 2 agonista, quase diariamente, e que, pelo menos duas noites por mês,
acorda tossindo. Considerando o quadro acima, a classificação diagnóstica e o tratamento indicado para
esta criança são, respectivamente:

A) Asma intermitente/corticoide inalatório em dose baixa
B) Asma persistente leve/corticoide inalatório em dose baixa
C) Asma persistente moderada/corticoide inalatório em dose moderada
D) Asma persistente grave/corticoide inalatório em dose alta, associado a beta 2 agonista de curta duração
E) Asma intermitente grave/corticoide inalatório em dose baixa, associado a beta 2 agonista de longa duração.

A

Letra “C” - Asma persistente moderada/corticoide inalatório em dose moderada

Classificação não mais utilizada pelo Gina, 2019 e Diretriz brasileira 2018 tb não. Mas consta no site do MS.

Crise de sibilância >2x/sem
NBZ quase diariamente
despertar 2x/mês (grave seria quase diário)
Asma persistente moderada

22
Q

(SES-PE 2015 ACESSO DIRETO) - O conhecimento da fisiopatologia da asma brônquica influenciou,
de forma evidente, a abordagem terapêutica dessa doença na última década. Baseado nos conhecimentos
atuais, assinale a alternativa CORRETA.

A) Os corticoesteroides não são eficientes para tratar as exacerbações, devendo ser utilizados para prevenir
os sintomas em longo prazo, especialmente nos casos moderados e graves.
B) Nos eventos agudos com broncosespasmo, a SpO2 (Saturação de O2) e o PFE (pico de fluxo expiratório)
estão aumentados, e a capacidade de difusão do monóxido de carbono diminuída.
C) Nas crises agudas de moderadas a graves, o corticoide sistêmico pode ser administrado por via oral ou por via parenteral, porém não há evidência que forneça suporte à utilização de corticoides inalatórios nas
crises.
D) Nas crises agudas de moderadas e graves, utilizar a aminofilina intravenosa como droga de escolha e o
brometo de ipratrópio inalatório como droga coadjuvante.
E) Na crise de asma que necessita de atendimento médico em serviços de emergência, a utilização do
broncodilatador deve ser por meio de nebulização, evitando-se o inalador dosimetrado com espaçador.

A

Letra “C” - Nas crises agudas de moderadas a graves, o corticoide sistêmico pode ser administrado por via oral ou
por via parenteral, porém não há evidência que forneça suporte à utilização de corticoides inalatórios nas
crises.

a) CE são eficientes para tratar as exacerbações
b) SatO2 e PFE estão diminuídas
c) GINA, 2019: JÁ ESTÁ SENDO CONSIDERADO NAS EXACERBAÇÕES MODERADAS/GRAVES O USO DE ALTAS DOSES DE CI
d) Aminofilina não é dose droga de escolha e não tem benefício fazer salbutamol EV
e) pode fazer o inalador dosimetrado com espaçador

23
Q

(SES-PE 2014 ACESSO DIRETO) - Em relação à asma aguda grave, assinale a alternativa INCORRETA.

A) SatO2< 90% em pacientes em ar ambiente é um critério fortemente sugestivo da necessidade de
internação hospitalar.
B) SatO2 < 80% no pré-tratamento está associada a um risco aumentado de admissão em UTI.
C) O pulso paradoxal oferece um dado clínico importante, sendo valores superiores a 20mmHg associados a crises de grave intensidade.
D) Os principais fatores relacionados ao risco de exacerbação grave são: crianças maiores que 8 anos, não adesão a tratamentos prévios, recente suspensão de corticoterapia, história de internações anteriores em
UTI.
E) O uso da musculatura acessória, como o esternocleidomastoideo, se correlaciona com a gravidade da crise.

A

Letra “D” - Os principais fatores relacionados ao risco de exacerbação grave são: CRIANÇAS MAIORES QUE 8 ANOS, não adesão a tratamentos prévios, recente suspensão de corticoterapia, história de internações anteriores em UTI.

c) Pulso paradoxal: diminuição >10mmHg da PAS durante a inspiração (>20mmHg mais grave) - causas cardíacas (tamponamento cardíaco), asma brônquica, DPOC.

24
Q

(SES-PE 2013 ACESSO DIRETO) - Heitor tem 8 anos e vem para acompanhamento por asma. Após
obter a anamnese, conclui-se que ele tem asma não controlada e iniciará o tratamento a partir do nível 2,
conforme as Diretrizes Brasileiras para o Manejo da Asma - 2012. A conduta incluirá:

A) um beta 2 agonista de curta ação para o tratamento das exacerbações e um corticoide oral em dose
baixa ou um antagonista de leucotrieno.
B) um beta 2 agonista de curta ação para o tratamento das exacerbações, um corticoide inalado em dose
baixa ou um antagonista de leucotrieno.
C) um beta 2 agonista de longa ação para o tratamento das exacerbações, um corticoide inalado em dose
baixa ou um antagonista de leucotrieno.
D) um beta 2 agonista de curta ação para o tratamento das exacerbações, uma associação de corticoide
inalado em dose baixa e beta 2 agonista de longa ação ou um antagonista de leucotrieno.
E) um beta 2 agonista de curta ação para o tratamento das exacerbações, uma teofilina de liberação lenta
ou um antagonista de leucotrieno.

A

Letra “B” - um beta 2 agonista de curta ação para o tratamento das exacerbações, um corticoide inalado em dose baixa ou um antagonista de leucotrieno.

25
Q

(SES-PE 2013 ACESSO DIRETO) - Uma semana após ter sido atendido no ambulatório, Heitor é levado às pressas para a UPA com exacerbação de asma. Na anamnese, sua mãe relata que ele já está se tratando de asma e, apesar de já estar usando há cerca de 6 horas o salbutamol através de inalador dosimetrado com espaçador, está muito cansado. Ao exame, o uso de musculatura acessória é acentuado, a fala está entrecortada, e a saturação de hemoglobina está em 89%. A conduta inicial será a de

A) repetir uma dose de salbutamol com inalador dosimetrado e espaçador. Iniciar oxigênio com máscara de Venturi. Reavaliar com 1 hora. Se não melhorar, solicitar vaga de UTI.
B) fazer dexametasona IM e salbutamol. Iniciar oxigênio com máscara de Venturi.
C) iniciar oxigênio com máscara de Venturi, nebulizar com salbutamol e brometo de ipratrópio na primeira
hora e administrar uma dose de prednisona.
D) fazer adrenalina subcutânea e prednisolona, iniciar oxigênio com máscara de Venturi.
E) nebulizar com salbutamol na primeira hora e administrar uma dose de prednisona.

A

Letra “C” - C) iniciar oxigênio com máscara de Venturi, nebulizar com salbutamol e brometo de ipratrópio na primeira hora e administrar uma dose de prednisona.

Musculatura acessória acentuada
fala entrecortada
Sat.O2 89% - Fazer O2

Dexa IM não é a escolha
Melhor prednisolona, metilprednisolona, hidrocortisona

Brometo de ipratrópio: usar na 1ª hora para evitar internamento em casos moderados/graves

26
Q

(SES-PE 2013 R3 PEDIATRIA) - Após 30 dias, Heitor retorna para ser avaliado e seu escore no Asthma
Control Test foi de 15. Qual a conduta?

A) Mantém as medicações prescritas, pois o escore está compatível com asma controlada.
B) Como o escore indica que a asma está controlada, orienta-se a suspensão das medicações.
C) Como o escore indica asma não controlada, observa-se o cumprimento da prescrição, técnica inalatória,
checam-se outras doenças associadas à asma e eleva-se a dose do corticoide inalado, se necessário.
D) Como a asma não está controlada, aumentam-se dois níveis de tratamento (do 2 para o 4) para se obter
um controle mais rápido.
E) Mantém-se a conduta, pois o tempo de reavaliação foi muito curto, e as medicações prescritas não estão
em efeito pleno.

A

Letra “C” - Como o escore indica asma não controlada, observa-se o cumprimento da prescrição, técnica inalatória, checam-se outras doenças associadas à asma e eleva-se a dose do corticoide inalado, se necessário.

Asthma Control Test (ACT): escala numérica

  • pontuação máx: 25
  • bem controlada: 20-25
  • parcialmente controlada: 16-19
  • Não controlada: <=15
  • Voltar a cada 3-4m para ver evolução, mas, no início, é bom voltar o qt antes
27
Q

(SES-PE 2012 ACESSO DIRETO) - Um lactente de 24 meses foi encaminhado por apresentar crises
recorrentes de sibilância (mensais) desde os 6 meses de vida. Ele tem história pessoal de dermatite
atópica, seus pais foram asmáticos, e ele foi amamentado até os 4 meses de vida. As crises são
suficientemente acentuadas a ponto de o paciente necessitar de atendimento de urgência e uma vez em
UTI. Qual seria sua medida inicial até a conclusão do diagnóstico diferencial?

A) Suspenderia o leite de vaca e derivados, uma vez que ele deixou de mamar, e as crises se iniciaram cerca
de dois meses após a interrupção da amamentação.
B) Iniciaria montelucaste sódico por via oral devido à gravidade das crises.
C) Iniciaria corticoesteroide por via oral por 14 dias associado a broncodilatador de ação prolongada devido
à gravidade das crises.
D) Iniciaria corticoesteroide inalatório devido à gravidade das crises.
E) Aguardaria a conclusão da investigação e manteria apenas broncodilatador oral nas crises de sibilância.

A

Letra “D” - Iniciaria corticoesteroide inalatório devido à gravidade das crises.

Lactente sibilante com FR para asma de início precoce com história de quadro grave (UTI)

Antileucotrieno (Montelucaste): se <2a, seria a indicação
A partir de 2a: CI é mais adequado

28
Q

(SES-PE 2011 ACESSO DIRETO) - Assinale a alternativa que contém características da asma persistente leve com relação aos sintomas de sibilância e tosse.

A) Ocorrem mais de uma vez por semana, não diários.
B) Os sintomas são diários, com exacerbações noturnas
C) Ocorrem menos ou até uma vez por semana.
D) Os sintomas são diários, porém sem exacerbações noturnas.
E) Não ocorrem em crise, são persistentes, porém leves.

A

Letra “A” - Ocorrem mais de uma vez por semana, não diários.

persistente e leve: sintomas frequentes (>1x/sem), mas não diários
Sintomas diários: Moderada ou grave
Moderada: pouco despertar noturno
Grave: despertar noturno, quase diário
Persistente
29
Q

(SES-PE 2009 ACESSO DIRETO) - No tratamento, em sala de emergência, da crise aguda de asma, o
brometo de ipratrópio (250 a 500mcg) deve ser usado em uma das circunstâncias abaixo. Assinale-a.

A) Em todos os pacientes, independente da gravidade da crise de asma.
B) Em associação com o beta 2 agonista na crise leve de asma.
C) Isoladamente para os pacientes que apresentam intolerância aos beta 2 agonistas.
D) Em associação com o beta 2 agonista, 3 doses consecutivas, na crise grave de asma.
E) Apenas na primeira nebulização, em associação com o beta 2 agonista, independente da gravidade da
crise de asma.

A

Letra “D” - Em associação com o beta 2 agonista, 3 doses consecutivas, na crise grave de asma.

Brometo de ipratrópio:

  • crise mod-grave;
  • primeira hora: diminuir chance de internar;
  • Associado com SABA.
30
Q

UNIRV - GO (ACESSO DIRETO) – 2019:
Dentre as condições abaixo, qual não é fator de risco para asma?

A. Obesidade.
B. Predisposição genética.
C. Atopia.
D. Ar frio.

A

Letra “D” - Ar frio

A relação entre os fatores meteorológicos e o desenvolvimento da asma é desconhecida devido à falta de evidência científica. No estudo ISAAC, foram reconhecidos dados sobre latitude, altitude, umidade e temperatura dos centros colaboradores, e sua análise não mostrou associação significativa entre esses fatores climáticos e a prevalência de asma.
RESPOSTA: D.

31
Q

UNIFESP- SP (ACESSO DIRETO) – 2018:
Paciente masculino, 33 anos de idade, com dispneia em crises no último ano, associada à opressão
torácica e tosse seca, principalmente noturna. Relata rinite alérgica sem tratamento regular e
crises de chiado na infância na época do inverno. Ex-tabagista 5 anos/maço (parou há 1 ano). Nega
uso de medicações contínuas. Após passar em avaliação médica, foi solicitado radiografia de tórax
que foi normal e prova de função pulmonar. Qual o resultado da espirometria e a hipótese
diagnóstica? Abreviaturas: LIN: limite inferior da normalidade; BD: broncodilatador; %:
porcentagem do previsto.

CVF: 5,6 (pr) / 4,7 (lin) / 6,21;111 PRE/6,43;115 PÓS
VEF1: 4,56 (pr) / 3,8 (lin) / 3,17; 69 PRE/3,76;82 PÓS
TIFF: 0,82 (pr) / 0,51 (lin) / 0,51;62 PRE/0,58;70 PÓS

A. Espirometria com distúrbio ventilatório obstrutivo leve; resposta significativa de fluxo pulmonar
após broncodilatador inalatório. Asma.
B. Espirometria com distúrbio ventilatório obstrutivo leve; resposta significativa de fluxo e volume
pulmonares após broncodilatador inalatório. Asma.
C. Espirometria normal; ausência de resposta significativa ao broncodilatador inalatório. Dispneia
psicogênica.
D. Espirometria com distúrbio ventilatório obstrutivo leve; ausência de resposta significativa de fluxo
e volume pulmonares após broncodilatador inalatório. Asma e DPOC associados.
E. Espirometria distúrbio ventilatório obstrutivo moderado; resposta significativa de fluxo pulmonar
após broncodilatador inalatório. Asma e DPOC associados.

A

Letra “A”

Essa espirometria é de um distúrbio obstrutivo, uma vez que o índice de Tiffeneau
está menor que 70% pré-broncodilatador. Para diferenciar o obstrutivo do misto, precisamos
checar a CVF. Se o paciente apresenta CVF muito reduzido, pensar em distúrbio misto. Esse fato
não acontece com o paciente dessa questão, uma vez que a CVF está até maior que o limite inferior
de normalidade. Quanto ao distúrbio ser leve, moderado ou grave, pacientes com VEF1 e relação
VEF1/CVF acima de 60% são classificados como portadores de DVO leve. Outro dado importante
é como diferenciar asma e DPOC, lembrando que asma é reversível e DPOC não é! Fique atento
para resposta à broncodilatação. O paciente da questão apresenta melhora do VEF1 em mais de
12% e 200 ml, ou seja, resposta positiva ao broncodilatador.
RESPOSTA: A.

32
Q

USS - RJ (ACESSO DIRETO) – 2014: Considera-se critério para asma muito grave, exceto:

A. Agitação psicomotora ou confusão mental.
B. Dispneia intensa em repouso.
C. Bradicardia.
D. Sibilos expiratórios.
E. PaO2 (em ar ambiente) < 60 mmHg.
A

Letra “D”

A presença de sibilos é uma das características clássicas da asma, quando o tórax está silencioso temos um critério de gravidade.

33
Q

UNIRIO - RJ - R3 CLÍNICA MÉDICA - 2018: A asma grave aguda deve ser tratada a prioridade, com:

A. Corticoide venoso.
B. Beta-2 agonista.
C. Aminofilina venosa.
D. Antibioticoterapia.
E. Anticolinérgico inalatório.
A

Letra “B”

Tratamento de primeira linha para asma é beta-2-agonista.

34
Q

UNICAMP - SP - R3 PEDIATRIA – 2016: Assinale a alternativa CORRETA quanto às características
relacionadas ao diagnóstico de asma na criança menor de 5 anos de idade. Corticoide venoso.

A. Episódios recorrentes de sibilância, associados a quadros virais; primos atópicos; boa resposta
clínica a ß-2-agonistas inalatórios.
B. Episódios recorrentes de sibilância, sem relação evidente com viroses respiratórias e também
provocados por choro ou exercício físico; pais com história de asma e rinite; boa resposta clínica a
ß-2-agonistas inalatórios.
C. Episódios recorrentes de sibilância em paciente com doença pulmonar crônica da prematuridade;
não há história familiar de asma e atopia, boa resposta clínica a ß-2-agonistas inalatórios.
D. Episódios recorrentes de sibilância associados a nfecções bacterianas graves, diarreia crônica e
baixo ganho pondero-estatural; resposta parcial aos ß-2-agonistas inalatórios.

A

Letra “B” -

A opção B traz o conceito de sibilante por múltiplos desencadeadores, predisposição genética evidente e resposta terapêutica adequada, todas são características
sugestivas de asma no pré-escolar.

35
Q

UFU - MG - R3 – 2018. Menino, 3 anos, com relato de asma parcialmente controlada em uso diário
de Beclometasona 100mcg, dá entrada no pronto socorro com história de há cerca de 6 horas ter
iniciado quadro de desconforto respiratório de início súbito, associado com a inalação de fumaça
gerada por uma queimada próximo a sua casa. Apresenta-se prostrado, com cianose labial,
taquidispneico, com posição sentada para melhor respiração, tiragens de fúrcula e intercostais,
frequência respiratória de 40 irpm, frequência cardíaca de 120 bpm e saturação de O2 de 89-90%,
murmúrio vesicular audível, porém reduzido, e sibilos expiratórios difusos. Como você classifica
essa crise e qual a conduta a ser adotada?

A. Leve, apenas um broncodilatador cada 20 minutos.
B. Leve, broncodilatador 3 ciclos e corticosteroide oral.
C. Grave, oxigenioterapia, broncodilatador inalado e corticosteroide oral.
D. Grave, oxigenioterapia, broncodilatador e corticosteroide inalatórios.

A

Letra “C” - Diante das alterações clínicas se trata de uma crise grave com necessidade de oxigênio pela baixa oximetria, broncodilatador e corticoide sistêmico.