N2: Cardiologia Flashcards

(206 cards)

1
Q

Como deve estar o coração saudável no Rx de tórax?

A

Menor que 1/2 do tórax.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
2
Q

O que pode aumentar BNP e NT-proBNP?

A
  • “Tudo que causa ICC”
  • Lesões miocárdicas
  • Insuficiência na excreção renal
  • Anemia, queimaduras, quimioterapia
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
3
Q

Quais os efeitos colaterais de IECA?

A
  • Tosse persistente (mais comum)
  • Angioedema
  • Hipotensão (cuidado!)
  • Hipercalemia (CUIDADO!!!)
  • Disfunção renal (CUIDADO!!!)
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
4
Q

Quais as contraindicações para IECA?

A

K > 5,5 mEq/L
Creatinina > 3,5 mg/dL
ClCr < 20

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
5
Q

Deve-se associar BRA e IECA?

Deve-se associar BRA, IECA e espironolactona?

A

Não se deve associar BRA e IECA, salvo exceções.

NUNCA se deve associar BRA, IECA e espironolactona, por conta dos efeitos colaterais sinérgicos (hiperpotassemia!)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
6
Q

Quais as contraindicações para BBs?

A
  • PAS < 90 mmHg
  • Intervalo PR > 240 ms
  • BAV 2o ou 3o grau
  • Asma ativa
  • Outros…
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
7
Q

Quais as contraindicações dos antagonistas de receptores mineralocorticoides?

A
  • Creatinina > 2,5
  • K > 5,9
    (Insuficiência renal e hipercalemia)
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
8
Q

Quais as classes da combinação Sacubitril-Valsartana?

A

Inibidor da nepresilina

BRA

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
9
Q

Sacubitril-Valsartana é melhor que IECA em ICC?

A

De acordo com o estudo PARADIGM-HF, sim.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
10
Q

Qual medicamento pode ser substituído por Sacubitril-Valsartana na terapia tripla para ICFEr?

A

IECA.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
11
Q

Quais as doses de Sacubitril-Valsartana?

A

Inicial: 24/26 mg 2x/dia (50 mg)
Intermediária: 49/51 mg 2x/dia (100 mg)
Final: 97/103 mg 2x/dia (200 mg)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
12
Q

O Syntax score é usado para…

A

Avaliar lesão coronária e discutir se é melhor fazer ICP ou CRM.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
13
Q

Quais os valores do Syntax score?

A
  • 0 a 22: baixo - ICP
  • 23 a 32: intermediário - Discutir
  • 33 ou mais: alto - CRM
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
14
Q

ICP é menos _____ que CRM, mas tem mais chances de _____. Além disso, ICP é menos ______ para ______.

A

ICP menos invasiva que CRM, mas mais chances de reestenosar. Além disso, ICP é menos eficaz para revascularização completa.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
15
Q

CRM é ______ para ______, mas tem um _____ e ______.

A

CRM é mais eficaz para revascularização completa, mas tem alto custo e alta morbidade.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
16
Q

O que é ICP?

O que é CRM?

A

ICP: intervenção coronariana percutânea (revascularização mecânica)
CRM: cirurgia de revascularização do miocárdio (revascularização cirúrgica)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
17
Q

Quais as contraindicações absolutas em DAC para exercício físico?

A
  • HAS III
  • Dissecção aórtica
  • DAC instável
  • IC descompensada
  • Arritmias não controladas
  • Peri/mio/endocardites
  • Marfan
  • Retinopatia por DM (exercícios intensos)
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
18
Q

Qual a segunda, terceira e quarta opções para BB?

A

2a: BCC
3a: nitratos de ação longa
4a: Alopurinol

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
19
Q

A dupla antiagregação com AAS pode ser feita com…

A
  • Clopidogrel/Prasugrel
  • Ticagrelor
  • Rivaroxabana
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
20
Q

Na insuficiência mitral primária, o que está acometido?

Na insuficiência mitral secundária, o que está acometido?

A

Na IM primária, a própria estrutura da valva está acometida.

Na IM secundária, estruturas ao redor da valva estão afetadas.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
21
Q

Quais as duas causas de insuficiência mitral mais comuns no Brasil?
Quais as outras causas?

A

Mais comuns são febre reumática, seguida de prolapso da valva mitral.

Endocardite infecciosa, doença congênita são outras.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
22
Q

Quais as possíveis causas de insuficiência mitral secundária?

A
  • Isquemia miocárdica
  • Cardiomegalia hipertrófica
  • Disfunção sistólica do VE
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
23
Q

A insuficiência mitral gera sobrecarga de volume ou de pressão? Em qual câmara?

A

Sobrecarga de volume no AE.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
24
Q

Na insuficiência mitral, qual câmara fica dilatada?

A

À curto prazo, o AE.

À longo prazo, pode dilatar VE.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
25
Qual a conduta para casos de insuficiência mitral discreta/moderada?
Seguimento individualizado.
26
Qual a conduta para casos de insuficiência mitral importante?
Buscar a etiologia e verificar a presença ou não de dispneia. Se com dispneia: realizar cirurgia. Se sem dispneia: verificar complicadores. Se com complicadores: realizar cirurgia. Se sem complicadores: seguimento individualizado.
27
Quais os complicadores a serem avaliados para determinar a conduta na insuficiência mitral?
No ecocardiograma: - FEVE < 60% - PSAP >= 50 mmHg (HAP) - DsVE >= 40 mm No ECG: - FA de início recente (1 ano)
28
A cirurgia para insuficiência mitral pode ser...
Plástica ou de troca valvar. Também pode-se fazer transcateterização.
29
A febre reumática acomete mais qual grupo etário?
Adultos jovens.
30
Como é o acometimento valvar da febre reumática?
Mitroaórtico, comissural.
31
Quais os grupos etários mais acometidos pelo prolapso da valva mitral?
Meia-idade e idosos.
32
Como se define o prolapso da valva mitral?
Protrusão de cúspides de >= 2 mm para o átrio esquerdo.
33
Quais os principais sintomas na insuficiência mitral primária importante?
Dispneia e fadiga/fraqueza. Pode haver tosse, palpitações, edema e eventos embólicos.
34
Os sintomas da insuficiência mitral têm relação com...
Congestão pulmonar.
35
Inicialmente, os sintomas da insuficiência mitral surgem com...
O aumento da pressão venocapilar pulmonar (esforço físico, FA, gestação).
36
Quais os possíveis achados no exame físico da insuficiência mitral?
- Ictus desviado para esquerda e para baixo - B1 hipofonética (febre reum. e prol. da valv. mit.) - B2 hiperfonética (hipertensão pulmonar) - Sopro mesotelessistólico crescente com frêmito - Sinais clínicos de ICFEp
37
Na insuficiência mitral, se B1 e/ou o sopro ficam menos intensos, pode indicar...
Maior gravidade, pois pode ter havido ruptura da cordoalha tendínea.
38
Quais os três principais exames para insuficiência mitral?
Ecocardiograma Rx de tórax ECG
39
Quais achados podem estar presentes no ECG na insuficiência mitral?
- Sobrecarga de câmaras esquerdas | - Arritmias - FA
40
Quais os achados que podem estar presentes no Rx de tórax na insuficiência mitral?
Cardiomegalia e congestão pulmonar.
41
Quais os fatores complicadores da insuficiência mitral?
- FA de início há menos de 1 ano - 60, 50, 40: - -> FE <= 60 - -> HAP >= 50 - -> DSVE >= 40
42
A dilatação do átrio pode gerar...
Fibrilação atrial.
43
A insuficiência mitral reumática tipicamente tem consistência ____, enquanto a não-reumática tem consistência ____.
Reumática: "dura" | Não-reumática: "gelatinosa"
44
Na insuficiência reumática, em relação à valva, o "arroz com feijão" do tratamento se baseia em duas frases:
1. Se é IM primária, mexe na valva. 2. Se é IM secundária, não mexe na valva. (Claro, com exceções)
45
O tratamento definitivo da insuficiência mitral pode ser de três formas...
- Por plástica da valva - Por troca da valva - Por clipagem percutânea da valva
46
Para a insuficiência mitral reumática, é mais indicado o tratamento por...
Troca valvar.
47
Para a insuficiência mitral não-reumática, é mais indicado o tratamento por...
Plástica valvar.
48
Quais condições indicam plástica valvar em insuficiência mitral não-reumática?
- Classe funcional >= 2 (sintomático) com anatomia favorável - Assintomático com complicadores e anatomia favorável - Presença de prolapso e anatomia favorável
49
Quais condições indicam plástica ou troca valvar em insuficiência mitral reumática?
- Classe funcional >= 2 (sintomático) | - Assintomático com complicadores
50
Quais condições indicam troca valvar em insuficiência mitral não-reumática?
- Classe funcional >= 2 (sintomático) e anatomia desfavorável para plástica - Assintomático com complicadores e anatomia desfavorável para plástica - Presença de prolapso e anatomia desfavorável para plástica
51
A clipagem percutânea da valva mitral é um procedimento _____, indicado para...
É um procedimento novo. Indicado para: - IM não-reumática - Alto risco/contraindicação cirúrgica - Sintomas refratários
52
O folheto anterior da valva mitral é o de _____. | O folheto posterior da valva mitral é o ____.
Anterior - Área maior | Posterior - Pequeno
53
Na insuficiência mitral secundária, deve-se tratar ______. Se necessário, deve-se tratar ____.
Deve-se tratar as causas primárias da insuficiência. | Se necessário, tratar a valva.
54
Se a gravidade anatômica da insuficiência mitral secundária for discreta ou moderada, a conduta é...
Seguimento individualizado.
55
Se a gravidade anatômica da insuficiência mitral secundária for importante, a conduta é...
Definir a etiologia (cardiopatia isquêmica ou dilatada)
56
Em insuficiência mitral secundária com gravidade anatômica importante, após definir a etiologia, deve-se...
Avaliar sintomatologia. Se houver sintomas mesmo com tratamento clínico otimizado, deve-se fazer cirurgia/transcateterização. Se não houver sintomas, deve-se avaliar complicadores. Se houver complicadores, cirurgia/transcateterização. Se não houver sintomas nem complicadores, seguimento individualizado.
57
O tratamento da insuficiência mitral secundária depende da _____ da doença primária, que pode ser ____ ou _____.
Depende da etiologia da doença primária, que pode ser isquêmica ou dilatada.
58
O tratamento da insuficiência mitral secundária isquêmica é baseado em...
Tratamento sintomático com revascularização associada.
59
O tratamento da insuficiência mitral secundária dilatada é baseado em...
Tratamento sintomático.
60
Quando se faz tratamento com clipagem percutânea da valva mitral em insuficiência mitral secundária?
Quando há sintomas refratários com alto risco/contraindicação cirúrgica.
61
Os fatores complicadores da insuficiência mitral secundária envolvem...
Agravamento de condições basais.
62
Quando há febre reumática, ocorre primeiro insuficiência mitral ou estenose mitral, geralmente? E depois?
Geralmente, primeiro ocorre insuficiência, depois estenose mitral. Depois, um pode prevalecer sobre o outro, mas estarem presentes concomitantemente.
63
A insuficiência mitral pode causar __________, além da dilatação do AE, diferentemente da estenose mitral, que causa apenas dilatação do AE.
Insuficiência mitral pode causar dilatação do VE.
64
Quais as duas maiores causas de estenose mitral no Brasil?
1. Febre reumática | 2. Doenças degenerativas
65
Qual tem maior teor de cronicidade, estenose ou insuficiência mitral?
Estenose geralmente é mais crônica (20-40 anos)
66
Se a gravidade anatômica da estenose mitral for considerada não-importante, qual a conduta?
Seguimento individualizado de acordo com a etiologia.
67
Após determinar que a estenose mitral tem gravidade anatômica importante, qual a conduta?
Definir a etiologia e se há ou não dispneia.
68
Em estenose mitral com gravidade anatômica importante, se houver dispneia, qual a conduta?
Intervenção (VMCB, cirurgia, implante transcateter)
69
Em estenose mitral com gravidade anatômica importante, se não houver dispneia, qual a conduta?
Deve-se avaliar se há complicadores. Há complicadores -> Intervenção (VMCB, cirurgia, implante transcateter) Não há complicadores -> Seguimento individualizado de acordo com a etiologia
70
Quais os fatores complicadores da estenose mitral?
- Hipertensão pulmonar | - FA de início recente
71
A insuficiência mitral gera sobrecarga de ____. A estenose mitral gera sobrecarga de ____. Ambas geram ___________.
Insuficiência mitral gera sobrecarga de volume. Estenose mitral gera sobrecarga de pressão. Ambas geram congestão pulmonar.
72
Por que há congestão pulmonar na estenose mitral, fisiopatologicamente falando?
Porque o aumento de pressão do AE faz a artéria pulmonar ter aumento de pressão, o que gera contração reflexa dessa artéria.
73
Quais sintomas podem estar presentes na estenose mitral?
Dispneia, palpitações, fadiga, edema, hemoptise, dor torácica. Se AE compromete estruturas adjacentes, pode haver disfagia e disfonia. Pode haver eventos embólicos.
74
Como estão as bulhas na estenose mitral?
- B1 hiperfonética | - B2 também pode estar hiperfonética (HAP)
75
Na ausculta cardíaca do paciente com estenose mitral, quais ruídos espera-se ouvir, além das bulhas?
- Estalido na abertura da valva mitral - Sopro diastólico do tipo ruflar, no ápice, de baixa intensidade e baixa frequência, em decúbito lateral - Reforço pré-sistólico (contração atrial)
76
O escore _____ __ ______ é usado para determinar o quão afetada está a valva.
Escore ecocardiográfico de Wilkins.
77
Dois exames complementares que podem ser úteis na estenose mitral são... E eles mostram...
ECG: FA | Rx de tórax: AE aumentado
78
Na HAS, quem é sem risco adicional?
Pré-HA e sem FR.
79
Na HAS, quem tem risco baixo?
- Pré-HA e 1-2 FR | - Estágio 1 e sem FR
80
Na HAS, quem é risco intermediário?
- Pré-HA e 3 ou mais FR - Estágio 1 e 1-2 FR - Estágio 2 e sem FR
81
Na HAS, a partir de quais partes se tem risco alto?
- Pré-HA com LOA, DCV, DRC ou DM - Estágio 1 com 3 ou mais FR - Estágio 2 com 1-2 FR - Estágio 3 sem FR E adiante.
82
Para o risco _____ de HAS, deve-se iniciar terapia não-farmacológica por ______. Se não atingir a meta, então _____.
Para o risco baixo de HAS, deve-se iniciar terapia não-farmacológica por 3 meses. Se não atingir a meta, então associa-se medicação.
83
Em relação ao tratamento não-farmacológico da HAS, as recomendações de ingesta de álcool, óleo e sal são consumo menor que...
- Álcool: 30 g/dia homens, 15 g/dia mulheres - Óleo: 250 ml por mês - Sal: 5 g/dia
84
Qual a meta de PA em HAS com RCV baixo/médio?
Menor que 140/90
85
Qual a meta de PA em HAS com RCV alto?
Menor que 130/80
86
Antes de pensar em trocar um medicamento anti-HAS por falha terapêutica, deve-se aguardar pelo menos quanto tempo? Por quê?
4 semanas, para que se possa observar seu efeito máximo.
87
Qual o trio de ouro no tratamento à HAS?
- IECA/BRA - BCC - Diurético
88
Em quais pacientes se inicia com monoterapia na HAS?
Risco baixo, idosos, frágeis e pré-HAS com risco moderado/alto.
89
Em quais pacientes se inicia terapia com dois medicamentos na HAS?
Risco alto.
90
Quais os valores de referência para circunferência de cintura?
Homens: 102 cm Mulheres: 88 cm
91
Quais os valores de referência para circunferência abdominal?
Homens: 90 cm | Mulheres 80 cm
92
Caso necessário para uma cirurgia, deve-se suspender AAS por quanto tempo antes da cirurgia?
Por 7 dias.
93
Em HAS, deve-se ter mais rigidez ou mais flexibilidade na meta para algum grupo de pacientes? Por quê?
Sim. Deve-se ter mais flexibilidade na meta pressórica para idosos, pois são mais propensos a síncope e lipotimia, e quedas são mais graves.
94
Para doenças valvares calcificadas/degenerativas, cirurgia é indicada ou não é indicada?
Cirurgia NÃO é indicada para doenças valvares calcificadas/degenerativas.
95
Betabloqueadores podem ser usados na estenose mitral?
Sim, ajudam a controlar a FC em certos casos.
96
Quais as doses de Metroprolol usadas na estenose mitral?
- Inicial: 25mg VO 1x/dia | - Alvo: 50-75mg VO 1x/dia ou 12h/12h
97
Quais as doses de Carvedilol usadas na estenose mitral?
- Inicial: 3,125mg VO 12h/12h | - Alvo: 25mg VO 12h/12h (se peso maior que 85kg, usar 50mg)
98
Quais as doses de Bisoprolol usadas na estenose mitral?
- Inicial: 1,25mg VO 12h/12h | - Alvo: 10mg VO 12h/12h
99
Diuréticos podem ser usados na estenose mitral?
Sim, apenas os de alça, os tiazídicos NÃO. Eles proporcionam apenas alívio sintomático.
100
Na estenose mitral, quais as indicações para a anticoagulação oral?
- FA, AE > 55mm, trombo intracavitário no ecocardiograma - Evento tromboembólico prévio - Contraste espontâneo
101
Na estenose mitral, a anticoagulação oral pode ser realizada com qual medicamento? Quais as doses?
Varfarina. - Marevan: 2,5 a 5 a 7,5 mg - Coumadin 1 a 2,5 a 5 mg
102
Quais as indicações para VMCB na estenose mitral?
- EM com sintomas (CF 2 a 4) | - EM sem sintomas e com complicadores
103
Quais as contraindicações para VMCB na estenose mitral?
- Trombo em AE - Fenômeno embólico recente - Insuficiência mitral moderada/importante
104
Na estenose mitral, se o escore ecocardiográfico é menor ou igual a 8, deve-se realizar...
Valvotomia mitral percutânea.
105
Na estenose mitral, se o escore ecocardiográfico é maior que 8, deve-se realizar...
Cirurgia.
106
A cirurgia, na estenose mitral, é uma boa opção?
É a última opção de tratamento.
107
Quais as formas de cirurgia para estenose mitral?
Comissurotomia e troca valvar.
108
Quais as indicações para cirurgia na estenose mitral?
- EM reumática de CF 3 ou 4 com contraindicação à VMCB - EM reumática assintomática com complicadores e contraindicação à VMCB - EM degenerativa refratária ao tratamento clínico
109
A estenose aórtica gera sobrecarga de que tipo? Com isso, há uma hipertrofia ventricular de que tipo?
Gera sobrecarga de pressão. Com isso, há hipertrofia ventricular concêntrica.
110
Qual a clínica e a fisiopatologia da clínica na estenose aórtica?
- Angina: "muito músculo pra pouco vaso" - Dispneia: aumento da pressão venocapilar pulmonar - Síncope: baixo débito cardíaco
111
Na estenose aórtica, quando a gravidade anatômica for discreta ou moderada, qual a conduta?
Seguimento clínico individualizado.
112
Na estenose aórtica, quando a gravidade anatômica é importante, deve-se, primeiramente...
Definir a etiologia e verificar se há sintomatologia.
113
Na estenose aórtica com gravidade anatômica importante, após definir a etiologia, se houver sintomas deve-se...
Proceder com intervenção por TAVI, cirurgia ou VACB (pouco usado).
114
Na estenose aórtica com gravidade anatômica importante, após definir a etiologia, se não houver sintomatologia, deve-se...
Verificar se há complicadores. - Se houver: TAVI, cirurgia ou VACB (pouco usado) - Se não houver: seguimento individualizado
115
Quais as etiologias mais comuns de estenose aórtica no Brasil?
1o: degenerativa 2o: reumática 3o: valva bicúspide
116
O que pode estar presente no exame físico da estenose aórtica?
- Pulso Parvus et Tardus (fraco e tardio) - Sopro sistólico ejetivo - Hipofonese de B1 e B2 - Desdobramento paradoxal de B2
117
Se há estenose aórtica de baixo fluxo/baixo-gradiente/FEVE reduzida, qual exame deve ser usado?
Ecocardiograma com Dobutamina.
118
Na estenose aórtica, se houver baixo-fluxo, baixo-gradiente ou FEVE reduzida, como se diferencia ela em importante e pseudo-importante?
Importante: 1. Presença de reserva contrátil no Eco 2. Aumento de área valvar aórtica < 0,3 cm^2 - -- 1. Ausência de reserva contrátil no Eco 2. Escore de cálcio valvar elevado em TC Não-importante: 1. Presença de reserva contrátil no Eco 2. Aumento de área valvar aórtica > 0,3 cm^2 - -- 1. Ausência de reserva contrátil no Eco 2. Escore de cálcio valvar não-elevado em TC
119
A valvoplastia ou valvotomia por catéter-balão deve ser pensada para a valva ____, mas não para a valva _____.
Deve ser pensada para a valva mitral, mas não para a valva aórtica. OBS.: não existe valvoplastia para a valva aórtica.
120
Quais as formas de intervenção na estenose aórtica?
- Cirurgia de troca valvar - TAVI - VACB (pouco usado)
121
Na estenose aórtica, quando se indica cirurgia de troca valvar ou TAVI?
Em sintomáticos (CF 2 ou mais) ou em fatores complicadores.
122
Quais os fatores complicadores da estenose aórtica?
- FEVE <50% - TE (tromboembolismo?) - Valvopatia crítica
123
A insuficiência aórtica gera uma sobrecarga de...
Sobrecarga de volume.
124
Em insuf. aórtica de gravidade anatômica importante, após definir a etiologia, deve-se...
Verificar se há sintomas.
125
Em insuf. aórtica de gravidade anatômica importante, com a etiologia definida e com sintomatologia presente, deve-se...
Proceder com cirurgia.
126
Em insuf. aórtica de gravidade anatômica importante, com a etiologia definida e sem sintomas, deve-se...
Verificar se há complicadores. Se houver, cirurgia. Se não houver, seguimento individualizado.
127
Em insuficiência aórtica de gravidade anatômica discreta/moderada, qual a conduta?
Seguimento individualizado de acordo com a etiologia.
128
Quais as principais etiologias da insuficiência aórtica?
- Reumática - Aterosclerótica - Bicúspide - Anatomia alterada da raiz da aorta (ex.: HAS) - Endocardite, lesão traumática...
129
Quais os sopros podem estar presentes na ausculta da insuficiência aórtica?
- Sopro diastólico aspirativo com hipofonia de B1 ou B2 - Sopro mesossistólico de hiperfluxo - Sopro diastólico em ruflar (Austin-Flint) em foco mitral
130
Quais sinais (nomes) podem estar presentes no exame físico do paciente com insuficiência aórtica?
``` Sinais de aumento de pressão de pulso: - Muller - Quincke - Traube etc ```
131
Além do ecocardiograma, qual exame de imagem é bom para avaliar insuficiência aórtica? Por quê?
Rx (de perfil), porque é bom para avaliar o diâmetro da aorta.
132
Quais os fatores complicadores da insuficiência aórtica?
- FEVE < 50% - DDVE em reumáticos > 75 mm - DSVE em reumáticos > 55 mm - DDVE em não-reumáticos > 70 mm - DSVE em não-reumáticos > 50 mm
133
No tratamento intervencionista da insuficiência aórtica, ou faz _____ ou ______, pois não se faz _____.
No tratamento intervencionista da insuficiência aórtica, ou faz cirurgia ou não faz nada, pois não se faz valvoplastia aórtica.
134
Para quais casos se indica a cirurgia de troca valvar na insuficiência aórtica?
Pacientes sintomáticos e/ou com complicadores de diâmetros ventriculares.
135
Como é definida a síncope?
- Perda transitória da consciência e do tônus muscular - Reversão espontânea - Causada por hipoperfusão cerebral GLOBAL transitória
136
Quais as 3 principais etiologias da síncope?
- Reflexa (mais comum) - Cardíaca (mais grave) - Hipotensão ortostática
137
Alguns exemplos de síncope reflexa são...
- Vasovagal - Situacional - Síndrome do seio carotídeo
138
Alguns exemplos de síncope cardíaca são...
- Arritmias - Doença cardíaca estrutural (ex.: estenose aórtica) - Cardiopulmonar e grandes vasos (ex.: TEP)
139
Em relação à anamnese da hipotensão ortostática, deve-se lembrar do...
Uso de medicamentos.
140
Na investigação de uma perda transitória da consciência (PTC), quais os passos a serem seguidos?
1. Descobrir, pela história clínica, se é uma síncope ou não 2. Investigar se é uma síncope cardíaca ou não 3. Estratificar o risco 4. Considerar o uso de Looper para avaliar a etiologia
141
Qual escore estratifica risco para pacientes com síncope? O que ele avalia?
Escore OESIL - ECG anormal - História de doença cardíaca estrutural - Ausência de pródromos - Idade > 65 anos 1 ponto pra cada um desses.
142
Na síncope neuromediada, se o paciente apresenta pródromos, deve-se ensiná-lo a realizar...
Medidas contrapressão.
143
Na síncope neuromediada, se o paciente não tem pródromos, deve-se considerar o uso de...
Looper.
144
Na síncope neuromediada, se o paciente usa drogas hipotensoras, deve-se considerar...
Retirar ou substituí-las.
145
Na síncope neuromediada, se o paciente tem mais que 40 anos e cardioinibição dominante, deve-se considerar...
Instalação de marcapasso.
146
O tratamento da síncope cardíaca...
Depende da causa.
147
Quais os fatores de risco para dissecção aórtica?
- HAS - Valva aórtica bicúspide - Estenose aórtica - Gestação - Outros... (ex.: sd. de Marfan, iatrogenia, etc)
148
Quais classificações se usa para dissecção aórtica? Como são elas?
Stanford e De Bakey. - Stanford A: aorta ascendente - -- De Bakey 1: aorta ascendente até depois do arco aórtico - -- De Bakey 2: aorta ascendente apenas - Stanford B e De Bakey 3: aorta descendente
149
Após quantos dias a dissecção aórtica deixa de ser aguda e passa a ser crônica?
15 dias.
150
Algumas causas de morte na dissecção aórtica são...
- Ruptura aórtica - AVEi por oclusão de carótida - Tamponamento cardíaco - Etc.
151
Na dissecção aórtica, o Rx mostra...
Apenas se a aorta está dilatada.
152
Em dissecção aórtica, é possível usar trombolítico? Por quê?
Pode ser que um trombo seja formado e temporariamente controle a dissecção. Trombolítico desfaz esse trombo.
153
Como é a clínica típica de dissecção aórtica?
* Dor intensa e súbita, sem fatores de melhora* - Sinal de Levi - Sinais de IAM direito - Insuficiência aórtica aguda - Paralisia/hemiplegia de MMSS/MMII - Sintomas neurológicos
154
Ao exame físico, o que se pode observar na dissecção aórtica?
- Assimetria de pulso - Sinais de insuficiência aórtica - Atrito pericárdico - Sinais de tamponamento cardíaco (casos avançados)
155
O tratamento para dissecção aórtica envolve, antes de tudo...
- UTI - Analgesia - Reduzir HAS
156
Qual o tratamento específico para dissecção aórtica?
Depende da classificação. - Tipo A, de maior gravidade, é cirurgia SEMPRE - Tipo B pode ser tratamento clínico, mas considerar cirurgia em casos complicados
157
Quais as duas possíveis causas da bradiarritmia? Cite etiologias de uma delas.
Intrínseca (cardíaca) ou extrínseca. - Intrínseca: doença do nó sinusal, BAV
158
Como se faz o diagnóstico de bradiarritmia?
- ECG - Holter - Looper
159
Como se classifica a bradiarritmia?
- Localização: suprahisiano ou infra-hisiano | - Grau: primeiro, segundo, terceiro grau
160
Como é o bloqueio sinoatrial de grau 1?
É quando apenas há atraso na condução.
161
Como é o bloqueio sinoatrial grau 2? Quais os tipos?
Quando há bloqueios intermitentes na condução. - Tipo 1: P-P diminui progressivamente até a despolarização atrial falhar - Tipo 2: onda P ausente 2:1
162
Como é o bloqueio sinoatrial grau 3?
Bloqueio completo.
163
Quais os graus de bloqueio mais difíceis de diagnosticar pelo ECG?
Grau 1 e grau 3.
164
Quais os tipos de ritmo de escape?
Depende de onde vem o comando do ritmo. - Ritmo idioatrial - Ritmo idiojuncional - Ritmo idioventricular
165
Como se trata a disfunção do nó sinusal?
- Se houver causa reversível para a disfunção, tratar a causa. - Se não houver causa reversível, marcapasso.
166
Na disfunção do nó sinusal, marcapasso diminui mortalidade?
Não, apenas melhora qualidade de vida.
167
Como é o tratamento de BAV de primeiro grau?
Apenas acompanha; assintomático.
168
Como é o tratamento do BAV de segundo grau?
- Tipo 1: se assintomático, apenas acompanha. | - Tipo 2: tratar causa reversível OU usar marcapasso
169
Como é o tratamento do BAV de grau avançado?
Se não houver causa reversível, usar marcapasso.
170
Qual é um teste terapêutico que pode ser feito para BAV? Pode-se realizar ele sempre? E se ele for ineficaz?
Atropina. Não realizar ele sempre, pois em causas não-autonômicas ou casos graves, pode piorar o quadro. Se ineficaz, infundir Dopamina/Adrenalina enquanto aguarda marcapasso.
171
A fibrilação atrial e o flutter atrial são arritmias...
Supraventriculares.
172
A fibrilação atrial é a arritmia mais ou menos comum?
Mais comum.
173
Quais achados ecocardiográficos estão associados a maior incidência de fibrilação atrial?
- AE aumentado - Aumento da espessura da musculatura ventricular - Redução da fração de encurtamento
174
No ECG, o que caracteriza uma fibrilação atrial?
- Ausência de ondas P - Ritmo irregular Pode haver ou não presença de ondas f.
175
Qual o tripé da fisiopatologia da fibrilação atrial?
- Gatilho (ex.: extrassístole atrial) - Substrato (ex.: AE aumentado) - Fator modulador (ex.: IAM)
176
Quais os tipos de fibrilação atrial, de acordo com a etiologia?
- Originada em corações hígidos - Originada de cardiopatias - Originada de doenças sistêmicas
177
Como classificar a fibrilação atrial de acordo com a duração e reversão?
- Paroxística: até 7 dias, reverte - Persistente: mais que 7 dias, pode exigir tratamento para reverter - Permanente: não reverte ou a reversão medicamentosa não é mais uma opção
178
Qual é uma importante complicação da fibrilação atrial?
O fenômeno tromboembólico por estase sanguínea no átrio.
179
80% dos trombos que embolizam vão para...
O SNC.
180
A diferença no exame físico entre fibrilação atrial e flutter atrial é que...
O flutter atrial tem ritmo regular.
181
Qual o tratamento da fibrilação atrial com duração menor que 48 horas, com repercussão hemodinâmica?
Cardioversão elétrica.
182
Qual o tratamento da fibrilação atrial de duração menor que 48 horas, sem repercussão hemodinâmica?
1. Controlar FC com medicações IV + Heparina 2. Observar reversão espontânea. Se não... 3. Cardioversão química ou elétrica. 4. Se não houver sucesso... 5. Controle da FC com medicação VO + Anticoagulação para INR 2-3
183
Qual a diferença entre a cardioversão elétrica e a desfibrilação?
A cardioversão elétrica é sincronizada com o QRS.
184
Por quanto tempo se deve manter a anticoagulação após a cardioversão na fibrilação atrial?
Pelo menos 4 semanas.
185
Além do tratamento principal, quais os manejos para fibrilação atrial?
- Suporte de O2 - AVPeriférico, monitorização contínua - Sedação e analgesia (Propofol, Etomidato, Midazolam, Fentanil) - Deixar material de reanimação prontamente disponível
186
Qual a primeira conduta para fibrilação atrial com duração maior que 48h?
Fazer ecoTE.
187
Se, na fibrilação atrial com duração maior que 48h, o ecoTE evidencia trombo, deve-se...
Realizar anticoagulação por 3 semanas e repetir o ecoTE.
188
Se, na fibrilação atrial com duração maior que 48h, o ecoTE NÃO evidencia trombo, deve-se...
1. Fazer cardioversão e anticoagular por, pelo menos, 4 semanas 2. Realizar CHADSVASC para ver se continua anticoagulando.
189
Se, na fibrilação atrial com duração maior que 48h, o ecoTE está indisponível, deve-se...
1. Fazer anticoagulação por 3 semanas e cardioversão | 2. Continuar anticoagulação por pelo menos 4 semanas 3. Fazer CHADSVASC para ver se continua anticoagulando
190
Quais antiarrítmicos manter após cardioversão, para manter o ritmo sinusal, em: - Cardiopatia mínima ou ausente - HAS sem SVE importante
- 1a escolha: Propanolona ou Sotalol | - 2a escolha: Amiodarona/Ablação com cateter
191
Quais antiarrítmicos manter após cardioversão, para manter o ritmo sinusal, em: - HAS com SVE importante
Amiodarona/Ablação com cateter.
192
Quais antiarrítmicos manter após cardioversão, para manter o ritmo sinusal, em: - DAC
- 1a escolha: Sotalol | - 2a escolha: Amiodarona/Ablação com cateter
193
Quais antiarrítmicos manter após cardioversão, para manter o ritmo sinusal, em: - IC
- 1a escolha: Amiodarona | - 2a escolha: Ablação com cateter
194
A ablação tem alta ou baixa taxa de recidiva?
Alta taxa de recidiva após 5 anos.
195
Qual a principal indicação para a ablação por cateter?
Sintomático, com FA paroxística refratária ou intolerante a pelo menos um antiarrítmico classe I ou III, caso haja desejo de controlar o ritmo.
196
No que consiste a ablação por cateter na fibrilação atrial?
Inserção de cateter até o átrio e destruição do tecido causador da fibrilação.
197
Para a avaliação do tratamento no paciente que teve fibrilação atrial, quais escores devem ser usados?
- Fenômeno tromboembólico: CHA2DS2-VASc - Sangramento: HAS-BLED (Se o paciente tiver fibrilação atrial valvar, não precisa realizar CHADSVASC)
198
Quais medicamentos são usados para prevenção de fenômeno tromboembólico em pacientes com fibrilação atrial?
Os NOACS - Dabigatrana - Rivaroxabana - Apixabana - Edoxabana
199
Na fibrilação atrial com síndrome de _____________, é mandatória a __________.
Na fibrilação atrial com síndrome de Wolff-Parkinson-White, é mandatória a cardioversão elétrica.
200
Como controlar o ritmo de paciente com flutter atrial hemodinamicamente estável no pronto socorro?
- Cardioversão sincronizada e/ou - Dofetilida VO e/ou - Ibutilida IV e/ou - Estimulação atrial rápida
201
Como controlar a frequência de paciente com flutter atrial hemodinamicamente estável no pronto socorro?
- BB IV ou - Diltiazem IV ou - Verapamil IV ou - Amiodarona IV (baixa recomendação)
202
Como controlar o ritmo de paciente com flutter atrial hemodinamicamente instável no pronto socorro?
Cardioversão sincronizada.
203
Como controlar a frequência de paciente com flutter atrial hemodinamicamente instável no pronto socorro?
Amiodarona IV (baixa recomendação)
204
Com quais medicamentos se controla a frequência cardíaca no flutter atrial em ambiente ambulatorial?
- BBs ou - Diltiazem ou - Verapamil
205
Com quais medicamentos se controla o ritmo no flutter atrial em ambiente ambulatorial?
- Amiodarona ou - Dofetilida ou - Sotalol (Ablação com cateter, se medicamentos ineficazes)
206
A tríade de Beck indica ________ ________ e é composta por...
A tríade de Beck indica tamponamento cardíaco e é composta por: - Turgência jugular - Hipotensão - Sons cardíacos abafados