PROCEDIMENTOS Flashcards

1
Q

TIPOS DE DRENOS USADOS NA ENFERMAGEM

A

Drenagem Passiva: Usa a gravidade para remover fluidos, como nos drenos de Penrose.

Drenagem Ativa: Emprega sucção, como nos drenos de Jackson-Pratt e Hemovac.

Drenagem de Tórax: Específica para a cavidade torácica, como a drenagem com Pleurovac.

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2
Q

HIGIENE DAS MÃOS

A

prevenção das infecções nosocomiais.

A prevenção da transmissão de microrganismos através das mãos, possui três elementos são
essenciais para essa prática, conforme define a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA),
sendo:
Agente tópico com eficácia antimicrobiana;
Procedimento adequado ao utilizá-lo, com técnica adequada e no tempo preconizado; e
Adesão regular ao seu uso, nos momentos indicados.

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3
Q

As mãos devem ser higienizadas com água e sabonete nas seguintes situações:

A

➢ Quando estiverem visivelmente sujas ou contaminadas com sangue e outros
fluidos corporais.
➢ Ao iniciar e terminar o turno de trabalho.
➢ Antes e após ir ao banheiro.
➢ Antes e depois das refeições.
➢ Antes de preparar alimentos.
➢ Antes de preparar e manipular medicamentos.
➢ Antes e após contato com paciente colonizado ou infectado por Clostridium
difficile.
➢ Após várias aplicações consecutivas de produto alcoólico.
➢ Nas situações indicadas para o uso de preparações alcoólicas.

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4
Q

A higienização das mãos deve ser feita com preparação alcoólica (sob a forma gel ou líquida
com 1%-3% de glicerina) quando estas não estiverem visivelmente sujas, em todas as situações
descritas a seguir:

A

Antes de ter contato com o paciente.
➢ Após ter contato com o paciente.
➢ Antes de realizar procedimentos assistenciais e manipular dispositivos
invasivos.
➢ Antes de calçar luvas para inserção de dispositivos invasivos que não
requeiram preparo cirúrgico.
➢ Após risco de exposição a fluidos corporais.
➢ Ao mudar de um sítio corporal contaminado para outro, limpo, durante o
cuidado ao paciente.
➢ Após ter contato com objetos inanimados e superfícies imediatamente
próximas ao paciente.
➢ Antes e após a remoção das luvas.

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5
Q

HIGIENE SIMPLES

A

A Higienização simples, que deve durar entre 40 e 60 segundos, possui como finalidade a
remoção de microrganismos que colonizam as camadas superficiais da pele, assim como o suor, a oleosidade e as células mortas, retirando a sujidade propícia à permanência e à proliferação de
microrganismos.

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6
Q

HIGIENIZAÇÃO ANTI-SEPTICA

A

A Higienização anti-séptica, que deve durar entre 40 e 60 segundos, tem como objetivo a
redução da carga microbiana das mãos, com auxílio de um anti-séptico.

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7
Q

FRICÇÃO DAS MÃOS COM ANTI-SEPTICO COM PREPARAÇÃO ALCOOLICA

A

E a Fricção das mãos com anti-séptico, com preparações alcoólicas, deve durar entre 20 e
30 segundos, diminui a carga microbiana das mãos, sem a remoção de sujidades.

Deve-se utilizar, preferencialmente gel alcoólico à 70%. Esse gel ou a solução alcoólica a 70%
com 1%-3% de glicerina pode substituir a higienização com água e sabonete quando as mãos não
estiverem visivelmente sujas

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8
Q

5 MOMENTOS BÁSICOS DA HIGIENE DAS MÃOS SEGUNDO OMS

A

São eles:
1º - Antes de contato com o paciente:
➢ Sempre higienize as mãos antes de entrar em contato com o paciente;
➢ Esta medida protege o paciente, evitando a transmissão de microrganismos
contida nas mãos do profissional e que podem causar infecções.

2º - Antes da realização de procedimento asséptico:
➢ Deve-se realizar a higienização das mãos imediatamente antes da realização
de qualquer procedimento asséptico, como cirurgias;
➢ Essa medida evita a transmissão de microrganismos contidos nas mãos do
profissional para o paciente, incluindo os microrganismos do próprio paciente.

3º - Após risco de exposição a fluidos corporais:
➢ Realize a higienização das mãos logo após risco de exposição a fluidos
corporais (e após a remoção de luvas);

➢ Faz-se necessário o procedimento, para que haja a proteção do profissional e
do ambiente de assistência imediatamente próximo ao paciente, prevenindo a transmissão
de microrganismos do paciente a outros profissionais ou pacientes.

4º - Após contato com paciente:
➢ Deve-se higienizar as mãos após contato com o paciente, com as superfícies e
objetos próximos a ele e ao sair do ambiente de assistência ao paciente;
➢ O procedimento deve ocorrer para que ocorra a proteção do profissional e do
ambiente de assistência à saúde, o que inclui as superfícies e os objetos próximos ao
paciente, prevenindo a transmissão de microrganismos do próprio paciente.

5º - Após contato com áreas próximas ao paciente:
➢ Faz-se necessária a higienize as mãos após tocar qualquer objeto, mobília e
outras superfícies nas proximidades do paciente – mesmo sem ter tido contato com o
paciente;
➢ A higienização das mãos, nesse momento, tem como objetivo a proteção do
profissional e do ambiente de assistência à saúde, incluindo superfícies e objetos muito
próximos ao paciente, prevenindo a transmissão de microrganismos do paciente a outros
profissionais ou pacientes.

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9
Q

VERIFICAÇÃO DE PA

A

Faz-se necessário para a verificação da PA, e para concursos, inclusive, a identificação dos
sons característicos do procedimento,

chamados de sons de Korotkoff, que são divididos em 5
fases.
Fase I: surgimento dos primeiros sons (pequena intensidade e alta frequência).

Fase II: sons suaves e prolongados. Podem ser inaudíveis (hiato auscultatório).

Fase III: sons mais intensos e nítidos (hiato auscultatório).

Fase IV: sons de baixa intensidade e abafados (níveis de pressão da bolsa discretamente >
pressão diastólica).

Fase V: desaparecimento dos sons.

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10
Q

PROCEDIMENTO DE VERIFICAÇÃO DE PA

A

Bem, para a sua execução, a posição recomendada para a medida da pressão arterial (PA) é
a sentada. Entretanto, a medida da PA na posição ortostática deve ser feita pelo menos na primeira
avaliação, especialmente em idosos, diabéticos, pacientes com disautonomias, alcoólicos e
pacientes em uso de medicação anti-hipertensiva.

Para ter valor confiável, para fins de diagnóstico, a PA deve ser mensurada com técnica
correta, utilizando-se aparelhos confiáveis e devidamente calibrados, respeitando-se as seguintes
recomendações para este procedimento, conforme estabelece o Ministério da Saúde.

  1. Explicar o procedimento ao paciente, orientando que não fale e descanse por 5-10 minutos
    em ambiente calmo, com temperatura agradável.
    Isso promove o relaxamento, e atenua o efeito do avental branco (elevação da pressão
    arterial pela tensão provocada pela simples presença do profissional de saúde, particularmente
    do médico).
  2. Conferir se o paciente não está com a bexiga cheia; não praticou exercícios físicos há 60-
    90 minutos; não ingeriu bebidas alcoólicas, café, alimentos, ou fumou até 30 minutos antes; e não
    está com as pernas cruzadas.
  3. Utilizar manguito de tamanho adequado ao braço do paciente, cerca de 2 a 3 cm acima
    da fossa antecubital, centralizando a bolsa de borracha sobre a artéria braquial.
    A largura da bolsa de borracha, a ser utilizada, deve corresponder a 40% da circunferência
    do braço e o seu comprimento, envolver pelo menos 80%.
  4. Posicionar e manter o braço do paciente na elevação do coração, livre de roupas, com a
    palma da mão voltada para cima e cotovelo ligeiramente fletido.
  5. Posicionar os olhos no mesmo nível da coluna de mercúrio ou do mostrador do manômetro
    aneróide.
  6. Palpar o pulso radial e inflar o manguito até seu desaparecimento, para a estimativa do
    nível a pressão sistólica; desinflar rapidamente e aguardar um minuto antes de inflar novamente.
  7. Posicionar a campânula do estetoscópio suavemente sobre a artéria braquial, na fossa
    antecubital, evitando compressão excessiva.
  8. Inflar rapidamente, de 10 em 10 mmHg, até ultrapassar, de 20 a 30 mmHg, o nível
    estimado da pressão sistólica. Proceder a deflação, com velocidade constante inicial de 2 a 4
    mmHg por segundo.
    Após identificação do som que determinou a pressão sistólica, aumentar a velocidade para
    5 a 6 mmHg para evitar congestão venosa e desconforto para o paciente.
  9. Determinar a pressão sistólica no momento do aparecimento do primeiro som (fase I de
    Korotkoff), seguido de batidas regulares que se intensificam com o aumento da velocidade de
    deflação.
    Determinar a pressão diastólica no desaparecimento do som (fase V de Korotkoff).
    Auscultar cerca de 20 a 30mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento
    e depois proceder à deflação rápida e completa. Quando os batimentos persistirem até o nível
    zero, determinar a pressão diastólica no abafamento dos sons (fase IV de Korotkoff).
  10. Registrar os valores das pressões sistólicas e diastólica, complementando com a posição
    do paciente, o tamanho do manguito e o braço em que foi feita a medida. Não arredondar os
    valores de pressão arterial para dígitos terminados em zero ou cinco.
  11. Esperar 1 a 2 minutos antes de realizar novas medidas.
  12. O paciente deve ser informado sobre os valores obtidos da pressão arterial e a possível
    necessidade de acompanhamento.

II. Evite que o paciente esteja com a bexiga cheia.

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11
Q

SITUAÇÕES ESPECIAIS NA AFERIDA DE PA EM PEDIATRIA

A

Em pediatria:
A determinação da pressão arterial em crianças é recomendada como parte integrante de
sua avaliação clínica. Critérios a serem observados:
* A largura da bolsa de borracha do manguito deve corresponder a 40% da circunferência
do braço;
* O comprimento da bolsa de borracha do manguito deve envolver 80% a 100% da
circunferência do braço;
* A pressão diastólica deve ser determinada na fase V de Korotkoff.

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12
Q

SITUAÇÕES ESPECIAIS NA AFERIDA DE PA EM IDOSOS

A

No idoso, há dois aspectos importantes:
* Maior frequência de hiato auscultatório, que consiste no desaparecimento dos sons na
ausculta durante a deflação do manguito, geralmente entre o final da fase I e o início da fase II dos
sons de Korotkoff. Tal achado pode subestimar a verdadeira pressão sistólica ou superestimar a
pressão diastólica;
* Pseudo-hipertensão, caracterizada por nível de pressão arterial falsamente elevado em
decorrência do enrijecimento da parede da artéria. Pode ser detectada por meio da manobra de
Osler, que consiste na inflação do manguito no braço até o desaparecimento do pulso radial. Se
a artéria for palpável após esse procedimento, sugerindo enrijecimento, o paciente é considerado
Osler-positivo.

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13
Q

SITUAÇÕES ESPECIAIS NA AFERIDA DE PA EM GESTANTES

A

Recomenda-se que a medida da pressão arterial em gestante, seja feita na posição sentada
ou para aquelas com idade gestacional ≥ 20 semanas, em decúbito lateral esquerdo, o que por
causa da descompressão de veia cava.

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14
Q

SONDAGEM NASOENTERICA COM LOCALIZAÇÃO PRÉ- PILORICA (GASTRICA)

A

A sondagem nasoenteral possui como objetivo a obtenção de via de acesso para a
administração da nutrição com a sonda em paciente com significativa dificuldade de deglutição
ou com desnutrição grave.

É realizada em pacientes ambulatoriais e hospitalar com prescrição médica.
A sonda dobbhoff é a mais indicada para esse procedimento, portanto, iremos abordar a
execução do procedimento com essa sonda específica. Ela é indicada por causa de suas
características como a maleabilidade e radiopacidade.

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