ITO 27 - RPA DRONES Flashcards

1
Q

3 princípios básicos:
a) segurança nas operações/segurança de voo;
b) eficiência operacional;
c) legalidade das ações.

A

A guarnição mínima será de 01 BM e máxima de 02 pilotos experientes mais 2 em treinamento (máximo de 4 BMs);

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Q

3.9 Área perigosa: Espaço aéreo de dimensões definidas, dentro do qual podem existir, em momentos específicos, atividades perigosas para o voo de aeronaves.

3.10 Área proibida: Espaço aéreo de dimensões definidas, sobre o território ou mar territorial brasileiro, dentro do qual o voo de aeronaves é proibido.

3.11 Área restrita: Espaço aéreo de dimensões definidas, sobre o território ou mar territorial brasileiro, dentro do qual o voo de aeronaves é restringido conforme certas condições definidas.

Aeródromo = Para movimentação em superfície de aeronaves
Heliponto = exclusivamente a helicópteros,

Enlace entre a Aeronave Não Tripulada e a Estação de Pilotagem Remota para a condução do voo. Este enlace, além de possibilitar a pilotagem da aeronave, poderá incluir a telemetria necessária para prover a situação do voo ao piloto remoto.

NOTAM - Aviso que contém informação relativa ao estabelecimento, condição ou modificação de qualquer instalação aeronáutica, serviço, procedimento ou perigo, cujo pronto conhecimento seja indispensável para o pessoal encarregado das operações de
voo.

3.40 Princípio da sombra - volume existente em torno de qualquer estrutura ou obstáculo, quer seja artificial ou natural, limitado verticalmente a 5 m (cinco metros) acima da altura da
estrutura ou do obstáculo e afastado horizontalmente até 30 m (trinta metros) deste.

3.41 RELPREV – Relatório de Prevenção Ferramenta de prevenção do Sistema de Prevenção de Acidentes Aéreos destinada ao reporte voluntário de uma situação de risco para a segurança de voo no âmbito das organizações.

A

DECEA – Departamento de Controle do Espaço Aéreo
regulamentar os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro por DRONES.

3.48 Voo IFR - Voo efetuado com as regras de voo por instrumentos.
3.49 Voo VFR - Voo efetuado de acordo com as regras de voo visual.

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3
Q

Nenhum Piloto de RPA pode voar fora da visada com menos de 30% de baterias.

Todo pouso com menos de 10% de bateria deve ser reportado em RELPREV,

A

5.2 Do emprego programado - O Comandante do BOA

Cabe ao Coordenador do COBOM/Chefe da SOU/SOF vetar o despacho se verificar que os quesitos para emprego operacional não foram atingidos ou demonstrados.

O Piloto de RPA poderá vetar o empenho caso haja persistente mal tempo, mal funcionamento prévio dos RPAs, grande interferência magnética corrente ou outro fato que impossibilite o voo e que deve ser reportado formalmente ao Coordenador do COBOM/Chefe da SOU/SOF

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4
Q

Cabe aos Pilotos de RPAs sempre ao final de cada voo:
a) fazer manutenção de primeiro escalão na RPA e baterias;
b) carregar baterias;
c) fazer download de imagens e upload para Google Photos;
d) fazer upload dos Logs de Voo;
e) preencher o REDS específico Y40.000 e suas variantes;
f) preencher o Diário de Voo de RPA, escanear e enviar para o Google Photos;
g) anunciar alterações ao Chefe Direto e ao BOA, através do Núcleo de RPA.

A

As seguintes condições mínimas devem ser observadas:

a) o Piloto de RPA deve estar com seu credenciamento válido;
b) a RPA deve ter código SISANT válido, impresso e junto à aeronave, bem como manual da RPA e Diário de Voo de RPA;
c) a RPA deve passar por pré-voo e ter baterias carregadas o suficiente para a bprevisão de voo mínima da missão a ser empenhada;
d) o Piloto de RPA pode ser escalado em outras funções operacionais pelos CBUs/Chefes de Serviço, mas durante a preparação para pilotagem, durante o voo e pós pilotagem, o BM deve ficar exclusivamente por conta da missão de voo;
e) o Piloto de RPA deve fazer a Notificação de Voo tipo SARPAS previamente a TODOS os voos de RPA – pode-se solicitar a outro BM que faça o Notificação de Voo SARPAS, mas com o código SARPAS de quem irá efetivamente voar a RPA na missão;
f) deve ser gerado um REDS separado para o voo de RPA com a natureza Y40.000 e suas subclasses de acordo com cada situação, cabendo ao Piloto de RPA sua confecção, com informações detalhadas da missão;
g) as condições meteorológicas devem ser avaliadas previamente e durante a
missão, em campo, respeitando as especificações de cada RPA;
h) em campo, todo voo deve ser precedido da Avaliação de Risco conforme legislação vigente;
i) o contato visual do Piloto de RPA com a aeronave é obrigatório durante todas as fases do voo – decolagem, deslocamentos aéreos altos, pairado e pouso. É vedado o uso de óculos de voo em primeira pessoa ou semelhantes, bem como é vedado o voo com RPA fora da linha de visada;
j) sempre que a bateria atingir o nível de 30%, o Piloto de RPA deve pousar a RPA para troca de baterias – salvo voos próximos ao controle remoto, em que o pouso pode ser feito com valor maior a 10%.

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