Linda Florey
Teoria da motivação intrínseca
• Objetos Humanos: brincar com o próprio corpo e o corpo de outra pessoa
• Objetos não Humanos:
- Tipo 1: brinquedos q mudam de forma quando manuseados
- Tipo 2: brinquedos que quando combinados mudam de forma
- Tipo 3: brinquedos q não mudam de forma mas podem ser manuseados
Nancy Takata
Taxonomia do Brincar
• Sensório motor (0-2 anos): período de exploração e manipulação; envolvimento nas experiências sensoriais
• Simbólica e construtiva simples (2-4 anos): começo do faz de conta, ações simbólicas
• Dramática, construtiva complexa e pre jogo (4-7 anos): mudança do brincar paralelo pro associativo, imita papéis, fantasioso
• Jogo (7-12 anos): fascínio por regras. domínio de regras já estabelecidas
• Recreativa (12-16 anos): trabalho em equipe, cooperacao
Mary Reily
Teoria Continuum do Brincar
Estágios
• Exploração: foco nos meios do comportamento, ênfase nas experiências sociais
• Competência: capacidade de atender de maneira adequada às demandas de uma situação particular
• Realização/ Aquisição: foco na qualidade de desempenho e resultados obtidos
Criança brincante = adulto competente
Anita Bundy
Percepção de controle (Interna ou Externa)
Fonte de motivação (intrínseca ou extrínseca)
Suspensão da realidade (livre ou orientada)
Motivação intrinseca: ímpeto pro envolvimento na atividade
Controle interno: o indivíduo é responsável por suas ações
Karen Stagnitti
Tipos do brincar
• Brincar simbólico: substituição de um objeto por outro
• Brincar imaginativo convencional: representa com brinquedos convencionais
• Brincar imaginário: junta os dois acima
Foco no faz de conta Brincar simbólico - 8m aos 3a Brincar sociodramatico - acima 3a Brincar de desempenhar - acima 3a Brincar com temas fantásticos - 5 anos
Francine Ferland
Comportamentos Observáveis
• Descoberta do corpo e do ambiente: tocar, olhar, cheirar, experimentar, escutar (nascimento- 18 meses)
• O grande explorador: repete o que vê, brinca de faz de conta, sendo de propriedade (18 meses aos 3 anos)
• Brincar por excelência: gosta de imaginar, fantasiar, desenhar (3 anos aos 6 anos)
Brincar Livre X Brincar terapêutico
Livre: - intrinsecamente motivado
Terapêutico: - metas e objetivos são estabelecidos pelo terapeuta, pais que direcionam o brincar
Brincar terapêutico
Praticar habilidades motoras e funcionais específicas
Desenvolvimento do processamento sensorial, habilidades perceptivas e cognitivas
Apoia o desenvolvimento social, emocional e linguagem
Brincar na Intervenção
metas e acordos estabelecidos de acordo com a incapacidade da criança
Brincar como modalidade de intervenção
Brincar como meta de intervenção
Brincar como facilitador do entretenimento