Vírus, vetor, hospedeiro, transmissão, período de incubação:
Manifestações clínicas:
Doença aguda:
- Febre de início súbito e surgimento de intensa poliartralgia (pode ser simétrica ou não), geralmente acompanhada de lombalgia, rash cutâneo (50% dos casos), cefaleia e fadiga.
- Pode haver edema articular —> tenossinovite.
- Exantema maculopapular que surge no segundo ao quinto dia de febre —> prurido presente em 25% dos casos.
- Náuseas, vômitos e dor abdominal mais presente em crianças.
Doença subaguda:
- Geralmente a febre desaparece e pode haver persistência dos sintomas articulares ou agravamento.
- Tenossinovite hipertrófica —> síndrome do túnel do carpo.
- Se durar mais de 3 meses —> fase crônica.
Doença crônica:
Fatores de cronificação: idade>45 anos, ser mulher, doença articular prévia, maior acometimento articular na fase aguda.
- Pode haver limitações de movimentos, deformidades, rigidez matinal, fadiga crônica, bursitis, cutâneas, neuropsiquiatricas (esquecimento).
- Alguns pacientes evoluem para artropatia destrutiva, semelhante à artrite psoriática ou artrite reumatóide.
Gestantes:
Forma grave:
- Complicações neurológicas —> meningoencefalite, convulsão.
- Hemorragias.
- Acometimento miocárdico—> miocardiopatia hipertrófica, disfunção ventricular.
Diagnóstico:
Laboratório específico:
- PCR e isolamento viral —> até 8 dia.
- Sorológico —> a partir do 9 dia.
Tratamento:
Dor:
- Dor leve —> dipirona ou paracetamol.
- Dor moderada —> dipirona e paracetamol intercalados.
- Dor grave —> dipirona + paracetamol + tramadol/cadeína (via EV).
Inflamação:
- Fase subaguda: controlar a inflamação com AINE (ibuprofeno) —> se não melhorar dar corticoide.
Quando dar AINE, solicitar —> ureia, creatinina, AST/ALT, glicemia em jejum.
Recomendações gerais:
- Hidratação oral abundante.
- Utilização de compressas frias durante 20 minutos de 4/4 horas.
- Repouso.