MAC
c5b, c6, c7, c8, c9
- importante nas bacterias com parede espessa - meningococos
- Na presença de uma criança (mais frequente) ou adulto que tenha infeções por
N.meningiditis, é mandatário dosear o MAC ao “segundo episódio”, pois uma sepsis por esta
bactéria é potencialmente fatal
- Aqui doseia-se o C5, C6, C7, C8 e C9 (C5b não é possível dosear em laboratório).
Anomalias via clássica
Alteração via lectinas e alterna
CH100 VS CH50
- Há um teste em que se consegue avaliar a cascata do complemento que se chama CH100 (classical hemolitical test) - CH100 e CH50 é praticamente a mesma coisa, varia apenas nos tempos, num avalia-se toda a cascata noutro só metade e depois faz-se um cálculo
Fator do complemento que falta mais
C2
Defices no c1q,r,s,c2,c4
LSE, infeções, ch50 quase 0
Defices c3
Infeções freq e severas, glumerulonefrite, ch50 perto de 0
Defices fator D, B, properdina
Neisseria. ah50 perto 0
Defice MBL
maioria assintomatica, infeções, SLE, ch50 normal, Pesquisa MBL
- milhoes de casos reportados
Defice c5,6,7,8,9
Neisseria, ch50 quase 0, c9 ha muitos casos, os componentes finais tambem podem provocar vasculites
Defice fator I, H, MCP (membrane cofactor protein)
neisseria, sindrome hemolitico-uremico, nos 2 primeiros o c3 pode estar diminuido, diagnostico pela analise da mutação
Defice c1inibidor e CD59
defice CR3/CR4
Défice de adesão leucocitária (O défice de CR3/CR4 (o cr4 as vezes) pode estar associado a uma doença que se denomina LAD (ocorre por défice da fagocitose por haver falta de moléculas que permitem esse mecanismo). Esta é uma imunodeficiência primária.)), infeções severas, falta de pus - avaliação por citometria de fluxo
Considerações gerais de défices do complemento
C1ihn, c4bp, fatorI, H
angioedema hereditario, doenças autoimunes, infeções piogenicas recorrentes
CR1,3, DAF/cd59/HRF
infeções piogenicas recorrentes, hemoglobinuria paroxistica noturna
Fenomeno de raynaud
Rash em borboleta
patognomonico do LES
Lupus-like nao tem
Lupus cutaneo subagudo
lesões cutâneas tipicas de lupus por defice C2 e C4
Angioedema recorrente
- A cascata do complemento tem uma ligação clara à cascata da coagulação e sabe-se que o ANGIOEDEMA por alteração do complemento está claramente associado fisiopatologicamente à acumulação de bradicinina (que dá vasodilatação e edema) - pode ser: # hereditário tipo 1 ou 2 # adquirido tipo 1 ou 2 # normal/ familiar ou angioedema com C1 normal (distinguem-se por estudos genéticos) - Nos angioedemas hereditários e adquiridos o complemento está alterado. - angioedema induzido por IECAS - podem levar à inibição do catabolismo da bradicinina e por isso há a acumulação da bradicinina que leva ao edema e vasodilatação, é mais comum nos afro americanos (IECAS e ARAs podem provocar alterações do metabolismo da bradicinina até 6 meses)
Classificação de angioedema
- mediada por histamina # relacionado com verdadeiras alergias (desgranulação do mastócito) # associada a urticária, anafilaxia ou urticária crónica- angioedema + urticaria # pode ser alergia alimentar ou medicamentos # complemento está normal - mediada pela bradicinina # angioedema isolado # mais preocupante, dura mais e é mais grave e profundo # não responde a corticoides e anti-histaminicos
Angioedema hereditário
Rastreio do Angioedema hereditário
1º - c4 (se normal exclui tipo 1 ou 2)- esta sempre baixo
2ª c1 ihn (distingue se é tipo 1 defice qualitativo e quantitativo ou 2 nao e funcional sendo que pode estar normal ou aumentado)
3ª atividade funcional (se normal exclui tipo 1 ou 2)
- tipo 3 - mais comum em mulheres, muitas vezes associado a mutações e relacionado com o período
menstrual, C1-IHN está normal e a sua função também, não se conhece muito bem a causa -> familiar (mulher) ou angioedema raro com normal C1-IHN (distingue-se por estudos genéticos)
Angioedema adquirido