Sífilis - Agente etiológico
Treponema pallidum (espiroqueta)
É uma bactéria espiroqueta gram-negativa que penetra pela pele ou mucosas e se dissemina sistemicamente, causando infecção crônica em estágios clínicos distintos.
Sífilis - Formas de transmissão
Contato sexual, transfusão, congênita
Transmissão por contato direto com lesões infectantes durante o sexo. Pode ser transmitida por transfusões (raro hoje) e da mãe para o feto (sífilis congênita).
Sífilis - Área endêmica e população de risco
Distribuição mundial; pessoas sexualmente ativas
Afeta populações de baixa renda, com múltiplos parceiros e acesso precário a serviços de saúde. A sífilis congênita é prevalente em locais com falha no pré-natal.
Sífilis - Nomenclatura popular
Cancro duro
Na fase primária, é conhecida como cancro duro devido à lesão ulcerada e indolor característica. Também chamada popularmente de ‘doença venérea’.
Sífilis - Fisiopatologia
Infecção sistêmica em estágios: primária, secundária, latente e terciária
Após a infecção, o Treponema dissemina-se via linfa e sangue. Provoca lesões cutâneas, vasculite e acometimento multissistêmico se não tratada.
Sífilis - Sintomatologia
Cancro duro (primária), exantema palmo-plantar (secundária), complicações neurológicas e cardíacas (terciária)
Cada estágio tem manifestações específicas. A sífilis congênita pode causar malformações, cegueira, surdez e morte fetal.
Sífilis - Profilaxia e tratamento
Uso de preservativo e penicilina benzatina
A prevenção se dá pelo sexo seguro. O tratamento é com penicilina benzatina IM. Diagnóstico precoce e rastreio em gestantes são fundamentais para evitar a forma congênita.