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Flashcards in Tema 7 Deck (29):
1

O que diferencia uma emergência de uma urgência hipertensiva?

Lesão aguda de órgão alvo Vs risco de lesão

2

Cite as mais comuns emergências hipertensivas

Encefalopatia hipertensiva
AVE
Síndrome coronariana aguda
Dissecção de aorta
EAP
Eclampsia
Crises adrenérgicas graves (feocromocitoma e cocaína)
Papiledema!!!

3

Principais urgências hipertensivas

PA elevada em: portadores de doença coronariana estável ou anueisma de aorta não dissecante
Queimaduras extensas
Epistaxes graves
Estados de hipercoagulabilidade
Pré operatório
Hipertensão na gestação
Crises adrenérgicas leves

4

Diferenças na abordagem entre emergência e urgência

Na emergência: monitorização intensiva em UTI; baixar PAM 20/25% em 1hora; drogas EV;

Na urgência: enfermaria; baixar PA em 24/48h; drogas VO

5

Quais as exceções quanto a redução da PA numa emergência hip?

As exceções são a dissecção aórtica, AVEh e AVEi.
Na DA e AVEH, a PAM deve ser baixada o mais rápido possível
No AVEi não reduzir a PA devido risco de aumentar isquemia, apenas fazê-lo se grande risco de transformação hemorragica. Esse risco ocorre se PA> 220x120 ou se maior q 185x110 sob protocolo de trombolítico.

6

Qual alerta deve ser feito em relação ao uso de nitroprussiato?

É uma medicação com algo risco de toxicidade pois um de seus metabólitos é o cianeto. Ocorre se há disfunção renal ou hepática, ou sob uso maior q 48h ou altas doses.

7

Como reverter intoxicação por nitroprussiato?

Primeiro suspender o niprid. Depois ofertar vitamina B12 ou realizar HD

8

Pontos chaves pra diagnosticar uma Enelcefalopatia hipertensiva e qual o diagnóstico diferencial q deve ser excluído de cara?

- pico + sintomas de início progressivo + alterações de SNC (cefaléia, tontura, distúrbio visual) + AUSÊNCIA de sinais focais
- excluir AVEh com TC sem contraste

9

Pontos chave AVEh intraparenquimatoso

Pico + quadro agudo + coma (anisocoria, hemiplegia, pupilas mioticas)

10

Pontos chave AVEi e quando ele realmente se torna uma emergência hipertensiva?

- Pico + déficit focal + pesquisar uma causa de base q facilite formação de trombo (FA?)
- associação com outra emergência hip ou >220/120 ou >185/110 em paciente q cabe no protocolo de trombolítico

11

Pct hipertenso com dor torácica retroesternal com irradiação interescapular, com sopro diastólico e diferença de PA entre MMSS.
Diagnóstico? Exame complementar? Abordagens? Quando indicar cirurgia?

Dissecção aguda de aorta.
ECO transesofagico
Controlar tanto a PA qnt a FC, com betabloqueador venoso e se insuficiente, associar nitroprussiato.
Indicar cirurgia se dissecção tipo A (começa na aorta ascendente)

12

Por que evitar B-bloq em paciente suspeito de crise hipertensiva por uso de cocaína?

O B-bloq pode piorar a hipertensão por permitir o estímulo alfa-vasoconstritor. Tb pode provocar vasoespasmo.
Então iniciar com captopril e se necessário niprid.

13

Pico hipertensivo + ortopedia + sinais de congestão.
Diagnóstico
Conduta especial

EAP hipertensivo
Usar drogas vasodilatadoras arteriais e diuréticas de ação imediata!
Assim, reduzir a sobrecarga de líquido sobre os pulmões. Tradicionalmente: captopril, isordil, furosemida e morfina. Se necessário, nitroprussiato após 30 minutos.

14

Qual a droga antihipertensiva q, se suspensa abruptamente, provoca crise hipertensiva?

CLONIDINA, por efeito de Up regulation em receptores Alfa adrenérgicos.

15

Há maior risco de queda abrupta da PA, baixo fluxo é precipitação de evento coronariano qnd usado ------- na crise hipertensiva

Nifedipina

16

Como é hipertensão acelerada maligna?

Pico + lesão renal + retinopatia graus 3 ou 4

17

Diferencie IAMSST de IAMST

O IAMSST é o IAM associado a oclusão subtotal de uma artéria coronária; causada por trombos brancos ricos em plaquetas; 70% dos casos

O IAMST é o IAM associado a oclusão total; trombos vermelhos (ricos em fibrina); 30% restantes.

18

Principal etiologia de oclusão de uma coronária

Aterotrombose em mais de 95% das vezes _ formação de trombo sobre placa de ateroma q sofreu ruptura

19

Quais as principais características de risco para um IAM MASCARADO por sintomas atípicos?

Idosos, sexo feminino, diabetes mellitus, ICC, marcapasso definitivo, transplante cardíaco

20

Critérios eletrocardiógraficos de um IAMST

Supra maior ou igual a 1mm em duas derivações contíguas do plano frontal ou maior ou igual a 2mm em duas ou mais contíguas no precordio ou um BRE.

21

Marcadores de necrose miocárdica sugeridos para uso rotineiro

Troponinas cardioespecificas e CK-MB massa.
Obs: a troponina é superior na detecção de pequenos infartos, de infartos tardios e tbm de reinfartos.

22

A fração de ejeção do ventrículo esquerdo é um dos principais determinantes prognósticos após um IAM. São considerados de alto risco os pacientes com FE...

Menor que 35%

23

O tempo "porta-__" ideal, isto é, o tempo entre a chegada do paciente e a infusão do ____ deve ser de no máximo ____ minutos.

Agulha
Trombolítico
30

24

O tempo "porta-___" ideal (chegada até a ___) deve ser de no máx ___ min. Caso o hospital n possua serviço de ___ a angioplastia ainda será escolha se puder transferir em ____ min.

Balão
Angioplastia
90
Hemodinâmica
120

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Medidas terapêuticas no IAMST

Oxigênio - podem ficar hipoxemicos devido congestão pulmonar
Analgesia - preferencialmente com morfina
Nitrato sublingual - é vasodilatador e alivia a dor
Betabloqueador - reduzem a FC, o inotropismo e a PA; iniciar de imediato se não houver CI; uso por pelo menos um ano após o IAM.
Antiplaquetarios - AAS + clopidogrel
Terapia de reperfusão - angioplastia ou trombolítico (angioplastia de resgate ou ainda cirurgia de revascularização de necessário)
- anticoagulação - com HNF pós angioplastia ou HBPM pós trombolítico.
- ACC não diidropiridinicos por efeito crono e inotropico negativos e redução da MVO2.
- IECA/BRA (melhora da hemodinâmica; uso no mínimo na fase aguda) e estatinas
- suporte

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Indicações de cirurgia de revascularização miocárdica de urgência

CI ou falha das demais terapias de reperfusão, desde que anatomia coronariana favorável e apresente complicações como isquemia recorrente, choque cardiogênico (até 18h) e complicações mecânicas do infarto. Preferencialmente entre 4-6h.

27

Indicações de cirurgia de revascularização eletiva

Lesão no tronco da coronária esquerda
Doença trivascular
Doença bivascular com oclusão proximal em ramo interventricular anterior
Doença bivascular com disfunção do VE, na impossibilidade de angioplastia
Cirurgia em 3-7 dias.

28

Paciente infartado, que evolui com hipotensão e pulmões limpos, pensar em:

Infarto de VD

29

Um infarto de VE tb causa hipotensão, porém cursa com

Estertores pulmonares