Indicações cirúrgicas para cálculo na vesícula:
Calcula na vesícula amarelo indica…
Estase biliar
*obesidade + 40 anos de idade e bariátrica.
Cálculos pretos indicam…
Hemólise crônica / esferocitise
Cálculos castanhos na vesícula indicam…
Infecção (colédocolitiase primária)
Tumor de Klatskin
Síndrome colestatica + marcadores da via biliar + perda ponderal.
Dilatação das vias biliares intra-hepáticas.
O perfil clássico da hepatite alcoólica apresenta
aminotransferases geralmente < 400 U/L, com predomínio de AST (TGO) sobre ALT (TGP) em uma proporção de 2:1
Verdadeiro
Níveis de aminotransferases acima de 1000 U/L são
incomuns na hepatite alcoólica. Valores tão elevados são mais frequentemente observados em condições como hepatite viral aguda ou necrose hepática isquêmica.
Verdadeiro
Critérios de Tóquio
GRAU I (LEVE)
Sem critérios para graus Il e Ill.
GRAU II (MODERADA)
Leucocitose > 18 mil.
Massa palpável em QSD.
Duração > 72h.
Complicação local.
GRAU III (GRAVE)
T = Tonteira (L consciência) .
O= 02, baixo (P/F< 300)•
Q = Queda de plaqueta ‹ 100 mil.
U = Uso de aminas.
I = INR > 1,5.
O = Oligúria ou creatinina › 2.
A abordagem (além de suporte e antibióticos) de acordo com o grau deve ser feita da seguinte maneira:
GRAU I
Colecistectomia por vídeo precoce (72-96h).
GRAU II
Colecistectomia por vídeo precoce (72-96h).
GRAU III
Colecistostomia. Punção.
Quadro clínico de uma mulher de meia-idade com prurido, fadiga, elevação acentuada de fosfatase alcalina e gama GT, hiperbilirrubinemia direta, e ausência de dilatação das vias biliares é altamente sugestivo de…
Colangite biliar primária
Anticorpo: anti mitocôndria