PIELONEFRITE AGUDA
Doença inflamatória infecciosa que envolve o parênquima e a pelve renal
Pielonefrite não complicada
4 vias para o agente infeccioso atingir o trato urinário
a) Via ascendente → PRINCIPAL
Colonização do Períneo → introito vaginal (ou prepúcio) → uretra → bexiga → ureter → RIM
Somente bactérias com capacidade de adesão ao epitélio urinário conseguem “subir” até os rins. Ao não ser em quadros de RVU.
b) Via hematogênica: O parênquima renal pode ser invadido durante um episódio de bacteremia
c) Via linfática: Rara, geralmente na vigência de aumento na pressão intravesical (HPB)
d) Fístula vesicoenteral: bacteriúria por germes anaeróbios (como o Bacteroides fragilis) sugere a existência de uma conexão entre o trato urinário e o intestino
Determinandes da infecção
Fatores de defesa do hospedeiro
ETIOLOGIA
APRESENTAÇÃO TÍPICA
OBS. Idosos, diabéticos, urêmicos ou imunodeprimidos podem ser oligossintomáticos, apresentando apenas descompensação inexplicada de sua doença de base
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Suspeitar se paciente com sintomas típicos ou pacientes com febre de origem desconhecida e sepse
DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS
Dor da pielonefrite
Inicialmente a dor é visceral (pela inervação da cápsula renal), mal localizada que pode ser confundida com dor abdominal, posteriormente, quando a inflamação atinge o peritônio a dor passa a ser bem localizada, em região de flanco.
TRATAMENTO
Tratamento empírico imediato
Prescrição
Critérios de internação