DM - complicações agudas Flashcards Preview

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Flashcards in DM - complicações agudas Deck (21)
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1

Apresentação clínica cetoacidose diabética (CAD)

Efeitos sistêmicos dos cetoácidos: agitação, desidratação, náuseas, vômitos, mal-estar, desconforto abdominal, taquipneia (respiração de Kussmaul), hipotensão

2

Apresentação clínica estado hiperosmolar hiperglicêmico (EHH)

Desidratação grave, rebaixamento do nível de consciência, diurese osmótica, IRA pré-renal, sintomas neurológicos focais

3

Critérios cetoacidose diabética (CAD)

Glicose sérica > 250
Cetonúria ≥ 2 cruzes ou cetonemia ≥ 3,0mmol/L
pH ≤ 7,3 ou HCO3- ≤ 18

4

Critérios estado hiperosmolar hiperglicêmico (EHH)

GC > 600
Osmolaridade > 300mOsm/kg
Ausência de cetoacidose

5

CAD euglicêmica - etiologias e tratamento logo no início

Gravidez, uso de iSGLT2
Insulina, potássio e volume com soro glicosado desde o início (evitar hipo)

6

Parâmetros de gravidade (CAD e EHH)

Leve - pH < 7,3 e HCO3 < 18 e estado mental preservado
Moderado - pH<7,24 ou hCO3- < 15 ou sonolento (basta 1)
Grave (EHH sempre grave) - pH < 7,00 ou HCO3 < 10 ou estupor ou coma (basta 1)

7

Tratamento CAD e EHH

Volume
Insulina
Potássio, exceto se sérico superior a 5,3
*Bicarbonato apenas se pH < 6,9

8

Critérios de resolução CAD

Glicemia < 200 a 250 + 2 dos seguintes:
- HCO3- ≥ 15
- pH > 7,3
- Ânion gap < 12

9

Critérios de resolução EHH

Glicemia < 300
Osmolaridade < 315
Recuperação nível de consciência

10

CAD e EHH - conduta assim que critérios de resolução

Aplicar insulina rápida
Desligar BIC após 30 minutos da insulina regular

11

TTO CAD - forma de repor volemia e como proceder assim que euvolemia

10 a 20mL/kg/hora soro a 0,9%, até euvolemia, quando irá calcular o sódio para prosseguir reposição

12

TTO CAD - como administrar insulina e potássio

Insulina em BIC assim que K+ > 3,3, fazendo a reposição de potássio sempre que estiver inferior a 5,3 (tendência a abaixar)

13

TTO CAD - reposição volêmica orientada pelo sódio e justificativa

Assim que euvolemia, corrigir sódio e repor volume até glicemia abaixar, quando será introduzido soro glicosado

Se < 135, NaCl 0,9% 250 a 500mL/h
Se > 135, NaCl 0,45% 250 a 500mL/h

0,45% evita hipernatremia e acidose hiperclorêmica

14

Sódio corrigido na hiperglicemia

A cada 100mg/dL de glicose acima de 100, o sódio está 1,6mEq abaixo do real

15

Hiperglicemia hospitalar - parâmetros para classificar

Jejum ou pré-prandial > 140 ou
> 180 ao acaso

16

Hiperglicemia hospitalar - dextro e manejo (nutrição oral)

Aferir glicemia antes da refeição
Insulina basal 0,2 UI/kg
Insulina prandial 0,2 UI/kg de mais descompensado

17

Hiperglicemia hospitalar - dextro e manejo (nutrição parenteral)

Aferir glicemia a cada 4 ou 6 horas
Insulina basal 0,2 UI/kg, corrigindo quando glicemia > 140 (ou > 180 paciente crítico)

18

Cálculo osmolaridade sérica

(2 x Na+) + glicemia; divide a soma por 18

19

Bases e objetivos do tratamento da CAD

Hidratação e insulinoterapia EV

Eliminar corpos cetônicos, mantendo glicemia de 140 a 180 (menor risco de hipoglicemia)

20

Hiperglicemia hospitalar - 2 esquemas possíveis (nomes)

Basal plus - insulina basal + insulina quando glicemia alta no dextro

Basal bolus - insulina basal + insulina fixa prandial

21

Regra lógica para correção da glicemia (dica de prova)

Avaliar glicemias pelos horários (sempre considerar os horários em que está alterada para fazer os ajustes)