Significado de VEF1 e CVF na espirometria.
* CVF: capacidade vital forçada (volume total expirado).
Padrão geral da espirometria para doenças obstrutivas.
Padrão geral da espirometria para doenças restritivas.
(Fibrose torna o pulmão menos expansível. Entra menor ar e, portanto, também sai menos).
Como diferenciar asma de DPOC na espirometria?
Através da prova broncodilatadora, que é positiva se VEF1 > 12 mL E > 12%.
Se positiva, indica asma (obstrução reversível).
Se negativa, indica DPOC.
História ocupacional na asbestose.
Construção civil, demolição.
História ocupacional na silicose.
Pedreira, jateamento de vidro.
Rx na silicose.
* Linfonodos com calcificação em casca de ovo (eggshell) podem ocorrer também, embora não seja o mais comum.
Doenças com fibrose pulmonar superior.
Silicose e sarcoidose (s de superior).
Doença com fibrose pulmonar inferior.
Fibrose pulmonar idiopática (i de inferior)
Fatores de risco para DPOC.
* Deficiência de alfa-1-antitripsina (só enfisema).
Manifestações clínica da DPOC.
• Hiperinsuflação devido à obstrução ao fluxo de ar (entra, mas sai pouco).
• Dispneia e Cianose (hipoxemia) e hipercapnia devido à hipoventilação alveolar.
- ocorre mudança no drive respiratório automático, que passa a ser dependente de hipoxemia (o centro respiratório no bulbo se torna “insensível” ao CO2)
• Cor pulmonale devido à hipoxemia crônica que leva à vasoconstrição da artéria pulmonar.
Conduta na exacerbação aguda de DPOC (DPOC descompensada).
• Atb por 5 a 7 dias (se escarro purulento, VNI, intubação)
• Broncodilatadora inalatório de ação curta (beta 2 agonista e/ou anticolinérgico)
• Corticoide sistêmico por 5 dias (prednisona VO ou metilprednisolona IV)
• Dar oxigênio
- O2 em baixo fluxo (1-3 L/min) com alvo de SpO2 88-92%
- VNI se pH ≤ 7,35 e PaCO2 > 45 mmHg (acidose respiratória)
- intubação se rebaixamento do nível de consciência
Estadiamento da DPOC.
Terapia de manutenção da DPOC.
Os pacientes são classificados em grupos conforme número de exacerbações e sintomatologia:
• 0 a 1 exacerbação/ano e poucos sintomas: grupo A
• 0 a 1 exacerbação/ano e muitos sintomas: grupo B
• ≥ 2 exacerbações/ano ou 1 com internação e poucos sintomas: grupo C
• ≥ 2 exacerbações/ano ou 1 com internação e muitos sintomas: grupo D
Medidas válidas para todos os grupos: cessar tabagismo + vacina para pneumococo e Influenza + avaliar O2 domiciliar + broncodilatador SOS
Indicações de O2 domiciliar na DPOC.
Essa avaliação deve ser feita em paciente estável, “longe” da exacerbação.
Por que não ocorre fibrose na asma?
Porque a inflamação crônica ocorre às custas de eosinófilos.
Classificação da crise de asma.
De acordo com a clínica e Peak flow (pico de fluxo expiratório - PFE).
Tratamento da crise da asma.
Alvo: satO2 entre 93 e 95% (94 - 98% em crianças)
• Beta 2 agonista de curta duração (pelo menos 4 doses de 20/20 minutos)
- sem melhora ou crise muito grave: acrescentar ipratrópio
• Corticoide sistêmico: iniciar na primeira hora
• Sem melhora: considerar sulfato de magnésio IV
Classificação de controle da asma.
0: controlada
1-2: parcialmente controlada
3-4 não controlada
Tratamento crônico da asma.
° Asma controlada por 3 meses: descer uma etapa
° Asma parcialmente controlada: considerar subir uma etapa
° Asma não controlada: subir uma etapa (avaliar antes a adesão)
Classificação da asma conforme o tratamento.