Emergência Medica - Hiperglicemia Flashcards Preview

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Flashcards in Emergência Medica - Hiperglicemia Deck (37):
1

Principais complicações por hiperglicemia:

Cetoacidose diabética e Estado Hiperosmolar Hiperglicêmico

2

Alterações laboratoriais na Cetoacidose Diabética:

Glic>250, pH<7,3 , cetonúria (++ ou mais) ou cetonemia

3

Cetoacidose diabética leve:

pH 7,25-7,3 , HCO3 15-18, ÂG>10 e Alerta

4

Cetoacidose diabética moderada:

pH 7-7,24 , HCO3 10-14,9 , ÂG>12 e Alerta ou Sonolento

5

Cetoacidose diabética grave:

pH menor que 7, HCO3 menor que 10, AG maior que 12 e Estupor ou Coma

6

Alterações laboratoriais do Estado Hiperosmolar Hiperglicêmico (EHH):

Glic>600, pH+7,3 , HCO3+15, OsM>320 e Estupor ou Coma

7

Cálculo da Osmolaridade efetiva:

2x Na + glic/18

8

Cálculo do Ânion gap:

Na - (Cl + HCO3)

*Valor normal 4-12

9

A Cetoacidose diabética é mais comum em:

Jovens entre 20-29 anos

10

O Estado Hiperosmolar Hiperglicemico é mais comum em:

Idosos

11

Fisiopatologia (CAD):

Diminuição da Insulina; Aumento do Glucagon, Cortisol, Catecolaminas e GH -> +Gliconeogênese +Lipólise -> Hiperglicemia +Corpos cetônicos +Oxidação de AGL

12

Corpos cetônicos:

Acetoacetato e Beta-hidroxibutirato

13

Atividade da Lipase tecidual:

Catalisa a conversão de Triglicerides em AGL e glicerol

14

No EHH há uma produção mínima de insulina suficiente para:

Inibir a produção de corpos cetônicos.

15

"No EHH não há __________, mas pode ocorrer ________ leve":

Cetonemia; Cetonúria

16

Nos músculos, o déficit de insulina provoca:

Aumento da Proteólise com consequente gliconeogênese

17

A Glicosúria leva à uma diurese osmótica podendo ocasionar:

Hipovolemia, Perda de eletrólitos, Diminuição da TFG e Hiperglicemia

18

Quadro Clínico (CAD):

Hipotensão, Taquicardia, Taquipneia, Respiração de Kusmaull, Hálito cetônico, Dor abdominal, Náuseas e Vômitos

19

Quadro Clínico (EHH):

Desidratação, Poliúria, Polidipsia, Perda ponderal, Astenia e Rebaixamento do nível de consciência

20

Exames Complementares:

Hemograma, Rx, ECG, Eletrólitos, Gasometria, Sumário de urina e Cetonúria (Cetoácidos séricos se disponível).

21

Principais fatores precipitantes da descompensação:

Infecções, Tratamento irregular e Primodescompensação

22

Tratamento:

Hidratação, Corrigir déficits eletrolíticos, Insulinoterapia, Repor bicarbonato e tratar fator precipitante

23

A insulinoterapia é realizada concomitantemente à hidratação, exceto nos casos de:

Hipocalemia.

24

Fase I da Hidratação (Expansão rápida):

Soro fisiológico 1500mL/h

25

Fase II da Hidratação (Manutenção da hidratação):

250-500 mL/h. Se sodio +135 usar NaCl a 0,45%; Se sodio -135 manter soro fisiologico

26

Fase III da Hidratação (Evitar a hipoglicemia):

Quando glicemia entre 250-300 -> hidratação com 250-500mL/h de solução NaCl a 0,45% com glicose.

27

Insulinoterapia apenas se:

Potassio>3,3

28

Se potassio<3,3:

20-30mEq de potássio em 1000mL de soro fisiológico em 1h -> dosar potássio apos

29

Insulinoterapia (Dose de ataque - bolus):

Insulina regular 0,1 - 0,15 U/kg endovenoso

30

Insulinoterapia (Dose de manutencao):

Bomba de infusão continua 0,1 U/kg/h

31

Monitorizacao da glicemia:

Glicemia capilar de 1/1h

32

Monitorizacao do potassio:

de 2/2h

33

Indicacao de reposicao de Bicarbonato:

pH<7

34

Reposicao de Bicarbonato:

Bicarbonato a 8,4%, 100mEq em 400mL de agua destilada em 2h.

35

Insulinoterapia:

Insulina regular ou de ultracurta ação (lispro, asparg) endovenosa contínua é a melhor terapêutica.

36

Na cetoacidose leve, a insulinoterapia pode ser via:

intramuscular de forma intermitente

37

Fórmula do sódio corrigido:

Nac = Nam + 2,4x(glic-100)/100

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